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Editorial | Eleição fraudulenta e democracia doente

Por: Editorial
13/11/2020 09:15
Divulgação

A pandemia assusta a todos e, como se sabe, continua assustando com o crescimento do número de casos. Isso por si, já era um grande argumento para não haver eleição. O Congresso Nacional e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tiveram números suficientes para não abrirem a disputa, mas foram insensíveis e frios. Para eles, em um argumento pobre, não ter eleição era ferir a Constituição. Como assim?

Ferida está a sociedade. Se nos EUA houve eleição, o problema é deles. São uma nação dominante do Capital Internacional com força para destruir o mundo. Mas o Brasil é um país fraco, desprotegido e inconsequente. Tudo demora, tem dificuldades em todas as ações de necessidade rápida. Nada funciona como se deseja. Portanto, a eleição colocou em xeque o debate importante. O eleitor sempre foi distante do candidato porque não acredita em nada do que eles falam, mas com o coronavírus matando à vontade, se distanciaram de tudo com a força da própria indignação.

Eleição em uma pandemia assassina e mordaz, sem vacina, sem cuidados, com um presidente jogando contra as medidas como tem defendido claramente, inviabiliza um pleito de sucesso como se busca.

Agora é tarde. Os números de contaminação crescem, SC está dando um exemplo vergonhoso de descontrole porque o catarinense assumiu, de vez, a indisciplina sanitária. Por que tudo isso? Devido a irresponsabilidade geral. Quem fala em nome da doença, são analfabetos guiados pelas fake news que correm nas redes sociais e abraçam esta loucura na altura de suas ignorâncias.

Uma eleição que dispensa obrigação do eleitor comparecer à escolha, já não pode ser acreditada. Há anos se reivindica o direito do cidadão de não ter obrigação da foto, mas agora, pela doença, conseguiram tirar a obrigatoriedade. Em um canetaço, que partiu do nada, apareceu como se fosse fácil uma decisão desta magnitude. Por quê? O Brasil é uma fraude em tudo que decide suas autoridades políticas e jurídicas.

Decidiram assim e, como se fosse normal, agora os idosos precisam ir mais cedo votar, com máscara, álcool em gel, caneta azul e toda as tolices a isso ligadas.

O eleitor não discutiu com ninguém, os programas eleitorais são ignorados porque acham tudo isso uma perda de tempo e, pior, são apedrejados se aparecerem nas ruas ou bairros.

Esta eleição é uma fraude total. Tudo que está ao redor dela, é uma perda de tempo.

Vão se eleger vereadores, prefeitos e vices sem ter qualquer cuidado com o interesse de escutar o eleitor que tem muito a dizer. Eleição pobre, porca, vazia, desnecessária.


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