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Dário afirma-se no MDB; Mário Hildebrandt consolida; Cenário em Florianópolis; Darci de Matos cresce; Ponte Serrada assume Fernanda Paglia

Por: Marcos Schettini
13/11/2020 13:08
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Divulgação

Os personagens depois de domingo

Tirando Joinville, Blumenau e Florianópolis, onde ocorrem possíveis 2° turno, os 292 municípios de SC vão dizer quem são os atores do processo eleitoral estadual. Serão eles, com o mapa político em mãos, que irão aguardar os desfechos nas três maiores cidades de SC, para olhar os destinos que irão seguir para costurar o pleito daquele sufrágio. Entram no cenário nomes do DEM, Podemos, MDB, PP, PL, PSDB, PSD, PDT e PT. O PSL é um partido dividido entre a interina e o afastado que, nunca mais, une em uma busca política. Vai sofrer baixas na janela e procurar a todos se, neste caso, achar algum. Os demais partidos nanicos, por assim dizer, vão buscar o que não encontrarão. Pigmeus são para carregar o piano Morro da Cruz acima. A reforma partidária deve secar estas siglas mortas que negociam esquemas que não se sustentam mais. Na segunda-feira, os protagonistas serão conhecidos.


CONFIANÇA

Dentro da equipe de coordenação de campanha de Darci de Matos, na tutela de Rodrigo Coelho, o nível de trabalho e informação são constantes. O deputado mergulhou profundo no cenário que cresce em adesões, mas reconhece o trabalho feito por Fernando Krelling.


DUPLA

A eleição em Joinville, mesmo com muitos candidatos, está polarizada entre Darci de Matos e Fernando Krelling. Os demais estão buscando entrar, mas a situação não deixa. O sonho de Udo Döhler era um crescimento de Adriano da Catarinense, mas o rapaz patina para a Tânia do Cidadania.


JOGO

Sem ver um horizonte na candidatura de Adriano da Catarinense, que tem a família ligada ao MDB, Udo Döhler se joga forte em Fernando Krelling. O prefeito até buscou focar no candidato do Novo, mas a fragilidade do rapaz minou as intenções. O cuidado agora é com a Tânia do Cidadania.


ROTEIRO

Dário Berger não sai do MDB e vai propor, depois do 2° turno, uma discussão sobre o cenário de 2022. Ele não fala, mas a ideia é uma prévia para a escolha do nome para a cabeça de chapa naquela eleição. Por isso foi se somar no Norte do Estado no final de semana.


PRÉVIA

Como há muitas lideranças dentro do MDB, o senador pode pedir para que a militância seja mobilizada à decisão. O partido tem nomes da altura de Dário Berger, Eduardo Moreira, Antídio Lunelli, Carlos Chiodini e o próprio Celso Maldaner que pilota a sigla.


DINHEIRO

Se Dário Berger colocar o peso das emendas que destinou aos prefeitos, elimina Eduardo Pinho Moreira e Antídio Lunelli porque não tem alcance destes recursos. Prefeitos olham primeiro os cofres, depois os apoios. O senador sabe disso.


RECADO

Dário Berger nunca perdeu uma eleição e gostaria de ser o nome do partido para as estaduais de 2022. Não sai do MDB e vai unir o partido ao seu redor se naquele pleito for o quadro. O partido vai fazer uma leitura dos passos a serem dados depois do grito eleitoral.


DOMINGO

As lideranças, em qualquer lugar, têm feito uma leitura da apatia do eleitor com todos os candidatos. Não é um partido ou um nome, mas sobre a política. Depois que as urnas silenciaram, mostrando o mapa do poder político das siglas e lideranças, a realidade aparece.


REAÇÃO

Moisés da Silva está ganhando terreno político depois que foi isentado das investigações que teriam tirado ele de qualquer responsabilidade sobre os respiradores fantasmas. A governadora interina joga pesado para condená-lo e tirar seu retorno possível.


EXCOMUNGADO

Sargento Lima, o Silvério dos Reis que roeu a palavra junto aos deputados estaduais, está isolado dentro da Alesc. Perdeu o respeito dos pares e do corpo funcional da Casa por um gesto de traição que entrou para a história. Para se redimir, vai precisar de três vidas do além, embora seja um parlamentar atencioso.


ELA

Paulinha ganha altura pela perseverança demonstrada ao lado do governador afastado. Ela passou a ser, inclusive, voz entre a Casa e Moisés. Está silenciosa e distante das badalações que cercam o retorno do marido de Késia ao assento conquistado em 2018. Um novo bombeiro.


EXPLICADO

O menino maluquinho de São José foi ao debate realizado pela OAB na última terça e, como sabia-se, falou tudo o que não conhecia do município onde disputa a eleição porque teve mudança eleitoral somente há um ano. Luizinho fez todos rirem de suas falações desconexas.


POIS

Como não conhece nada da vida pública do cidadão em São José, Luizinho da Regional era filiado ao PT e foi para o PSDB em uma guinada que ele mesmo não entendeu. São eleições aventureiras assim que o eleitor repudia porque precisa de um líder que entenda seus desejos.


PINHALZINHO

Cena vai consolidando sua reeleição em cima do MDB e PL. O tucano fez a rota contrária dos adversários que ficaram batendo e ele ignorando todos os ataques. A reação do cidadão na estratégia está sendo copiada na região. O prefeito uniu todos os partidos fortes ao seu redor.


INTERESSANTE

Rafael Caleffi, prefeito de São Lourenço do Oeste, enfrenta a vereadora tucana Loreci Smaniotto que uniu PSD, PSDB e PT na mesma coligação. O ex-prefeito Geraldino Cardoso fez um acerto com seus adversários para se salvar na Câmara de Vereadores e manter os direitos políticos em uma inédita união entre inimigos.


PORTO UNIÃO

O desafio de Percy Storck é imprimir uma eleição enfrentando adversários que se dividiram em interesses partidários. O candidato do PSD vai às urnas no domingo em uma ruptura que marca o município. Ganhou a confiança em relação aos demais porque ignorou acertos fáceis e cheio de moral.


MEXENDO

Moacir da Silva, o brizolista que disputa a eleição em São José, superou o coronavírus que havia pego na campanha e foi para rua pedir voto. Ele deixou uma candidatura tranquila para a Câmara e se jogou na majoritária. Ganhou o apoio da deputada Paulinha e do atual vice-prefeito.


VIRADA

Candidatura de Ulysses Gabriel em Orleans toma proporções de vitória política. O delegado, com uma fartura de serviços prestados dentro da atuação policial, uma na altura política e se consolida na aceitação popular. Se domingo confirmar, vai dominar o cenário no Sul.



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