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Todo mundo preso; Prenda a Constituição; Arbitrariedade acima de tudo; Dona Chiquinha e Bastião; A força da Alesc

Por: Marcos Schettini
21/01/2021 12:06
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Luis Debiasi/Agência AL

Assembleia deve levantar sua força

A forma escandalosa e cheia de dúvidas com que a magistrada decidiu agir na última segunda-feira, é mais uma prova do país patético em que a Nação vive. Do nada, apenas porque entende-se dona absoluta da Lei, rega seu ódio pessoal nas atitudes que nutre sua evasiva atitude. Neste caso, mais que a arbitrariedade, é a Constituição. Por isso, e apenas por isso, os parlamentares eleitos pelo cidadão sempre desamparado, de tudo que lhe é de direito previsto na Carta, deve ser corrigido. Embora a juíza não tenha os mesmos olhos para combater o abandono vivido pela dona Chiquinha e seu marido Bastião, da das Dores e seu Toninho, que não têm cidadania mesmo protegidos pela igualdade da Lex, é preciso corrigir o rumo desta desgraça pré construída para que amanhã, vendo-se dominante sobre tudo, venha entrar também na sua residência porque percebeu-se afrontada em sua autoridade máxima. Até porque, abuso deste lado, para lá não pode. Só de lá para cá. Agora ou nunca.


ARBITRARIEDADE

A juíza Janaína Cassol Machado, imperativa, escancarou sua singular perseguição à liderança do presidente da Alesc. Do nada, garantiu seu segundo show sem dar ao réu o direito completo de sua defesa.


BARULHENTA

Provavelmente a magistrada quis, para seu show particular, fazer este alvoroço para mostrar que ela pode tudo mesmo que suas decisões sejam inconstitucionais. Quando o país está sujeito a este inferno vivido por todos, é porque não é mais nada.


SUPOSIÇÕES

Todas as investidas da juíza em relação ao presidente da Casa se deu em supostas disso, supostas daquilo. Mandou prender apenas para gerar um ato político porque, de fato, não tem qualquer material que comprove sua arbitrariedade. Se era isso, conseguiu.


RESGATE

Cabe aos deputados estaduais tomarem a decisão correta e devolver o mandato do deputado Julio Garcia na resposta constitucional que fortalece suas decisões. Quando um membro da magistratura usa do abuso, tem que ser na mesma altura.


EXCESSOS

Buscar o combate ao crime, seja ele organizado ou não, à corrupção dentro e fora das instâncias públicas, é o caminho para direcionar o país à justiça social. Mas exceder no show pirotécnico feito pela magistrada, merece o Oscar Mussolini. Abuso demonstrado.


EXPOSIÇÃO

Que o Brasil precisa ser passado a limpo, não há dúvidas. Mas não se pode ser no fio do machado, à moda Janaína. Desrespeita o pleno direito de defesa total e, só porque acordou indignada, decide o fim de quem odeia em particular.


BLÁ

Baseada apenas no que entende ser seu poder sobre o outro, assina um documento e manda executar. O Brasil tem vivido isso desde os movimentos de 2013. Dali em diante, o que se viu foi a idiotice corroer a coragem dando lugar à covardia. Se é para ser assim, joguem a Carta no lixo.


CONSTITUIÇÃO

Se todos são iguais perante a Lei, seus efeitos nem tanto. A desigualdade aplaudida, a acefalia dominante e a mentira prevalecendo, vê-se zumbis tagarelando pelo melhor túmulo, sem saber que já está sepultado. Pobre país que não confia em seu corrimão.


NU

O combate à corrupção é um dever do ser humano e é uma premissa. Quando se observa arbitrariedades assumindo seu papel covarde de Estado, é porque já se vive nele. O preço da liberdade é a eterna vigilância, diz um, já outro lembra que não existe liberdade sem o controle democrático do Poder.


VÍRUS

Tanto quanto o bicho que mata silenciosamente, é a Constituição cegar-se de seu vigor. É naquele momento em que o Poder mudo da cidadania é zipado por sua covardia de aceitar as afrontas de quem não é alcançado. É o fuzil brucutu na boca da Carta Magna.


SHOW

Quando decidiu pela prisão domiciliar, a magistrada sabia que os deputados, pela força da Constituição, têm o direito ao voto para derrubar ou não suas decisões arbitrárias. Desnutrida da emoção de fazer teatro, foi e fez. Seguiu em sua atenção pessoal à pirotecnia. Qualquer tolo acha bacana.





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