Projeto de família BB
Bolsonaro e Bortoluzzi. Se Jair Bolsonaro quer que seu filho Flávio mantenha a força do próprio nome familiar, sabe bem que, se fosse Tarcísio de Freitas na disputa presidencial, seriam politicamente enterrados vivos. Então, não é um projeto de Brasil para o povo brasileiro, mas o controle do eleitorado disponível. E não há nada de errado nisso. O bobalhão visto nesta história toda é o governador de SP, que, marionete destes, aceita. Se Michelle, a sozinha apenas pela manhã, joga no próprio interesse, sabe que a eleição do filho do ex é antecipar a própria sepultura. A mocinha enganadora, enganada e expert nestas modalidades, precisa enterrar seu passado e olhar o futuro. Fazer o tropeço do filho mais velho é ver um amanhã mais rápido logo adiante e evitar que tenha que se sujeitar a viver de porta em porta como as profissionais da Marlene, a rica ou a pobre. Ela, ciente, sabe que não está no pacote. Por isso que o presidiário precisa eleger o filho psicopata carioca, aquele das rachadinhas. Se isso não ocorrer, vai morar com o DNA na Papuda. Não à toa, indicou-o a morder a inocência patética do eleitor catarinense para garantir que seja eleito senador e se livre da cadeia. Caroline De Toni, evasiva em toda sua totalidade, quer ser senadora e jogar as sementes dos interesses pessoais do marido na Secretaria de Agricultura de Santa Catarina por meio do sogro e pai do rapaz. Não está preocupada com o bem-estar dos agricultores, a não ser os associados ao interesse familiar. Os candidatos a deputados estaduais e federais sabem disso. Portanto, derrubar estes dois pacotinhos pessoais desta gente sinistra, é abrir o próprio sonho eleitoral de cada um e na própria sobrevivência política. Se não for pelo raciocínio aqui expresso, pede-se que apresentem a diferença honesta do contrário disto. O jogo do poder de um é apenas para se livrar da cadeia, já, do outro, é para vender e ganhar dinheiro às custas do cidadão.
CERTEZA
Um dos candidatos a senador, dos nomes que há nas discussões, já pode se considerar em edificação nesta direção. Enquanto a extrema direita e Esperidião Amin se dividem no mesmo campo, Décio Lima corre.

SOBERBA
Nariz boçal, arrogante como sempre, Caroline De Toni já se afirma senadora. Imagina-se eleita e que ninguém tem força para tirá-la desta disputa. Somente os eleitores sabem o que fazer em Outubro.
VÁCUO
Na super rejeição do psicopata Carlos Bolsonaro e na soberba e arrogância de Caroline De Toni, Esperidião Amin se mantém firme. E vai continuar assim até o grito das urnas. Derrubar boçais, pela força dos dedos.
QUASE
MDB está direcionando-se no projeto do PSD. Little Jorge, embora tenha Jerry Comper e Fernando Krelling no governo, o partido vai na direção de Caboclo de Nonoai, que começa a tomar forma.
FORMA
Little Jorge tem números e ciência política para fazer leitura diária do mandato. Se está agindo nas últimas decisões que assumiu, chapa quase pura, levando o Novo de vice, é porque sabe o que faz.
ESQUEÇA
Se tem uma certeza a ser levada em consideração dentro da disputa eleitoral é que Little Jorge não é bobo. Se sempre deu muito certo no seu modo sem a máquina, imagina com esta disponível.
TOMBO
Caroline De Toni tem tudo para tropeçar em Outubro. Carlos Bolsonaro não se elege e vai para a Papuda acompanhar o pai pelas rachadinhas. Excelente, SC se livra destes tropeços no Senado.
INTELIGÊNCIA
Se Daniel Freitas, Júlia Zanatta e Daniela Reinehr se preocuparem apenas com suas reeleições, ignorando o Senado, abrem um futuro político para eles. A garantia de Caroline e Carlos, destrói seus amanhãs.
SOBREVIVÊNCIA
Aquela extrema direita teatral, que faz barulheira para tirar casquinhas nas redes sociais, sabe que precisa derrubar Caroline De Toni e Carlos Bolsonaro. O tombo destes dois, é suas próprias sobrevidas eleitorais.
FATO
Júlia Zanatta e Guilherme Colombo, ela a deputada federal e ele a deputado estadual, sabem que a garantia de suas eleições é no 1º turno. Cada um que se preocupe consigo mesmo.

UMBIGO
Caroline De Toni precisa dos candidatos a estadual e federal, mas ela não está preocupada com nenhum deles. Se eles tombarem nas urnas, ela se sai bem e comemora. Logo esquece e faz seu projeto de vida.
PESSOAL
Na disputa eleitoral, é cada um por si. O que vale, mesmo, é a garantia do próprio mandato e a reeleição. Conquistar o governo de SC para ter espaço político e força no estado. Fora isso, ilusão.
ZERO
Quem ganha com a eleição de Caroline De Toni é ela mesma e o presidente nacional do partido, o mensaleiro e o ex-presidiário, Valdemar da Costa Neto. Os candidatos a federal e estadual, dependem de si e só.
REGRA
Na disputa proporcional, o lema central é aquele do “farinha pouca, meu pirão primeiro”. Se tropeçarem na eleição, perdem tudo, inclusive. Caroline De Toni e Carlos Bolsonaro não estão preocupados com o andar de baixo.
FATO
O que os atuais candidatos a federal devem fazer, urgentemente, é buscar o próprio sucesso e arrancar um pedaço dos votos abandonados de Caroline De Toni. Se ela não está nem aí com eles, que façam o mesmo.

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