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Caboclo de Nonoai arrependido; Ulyssistas são uma irmandade dividida; Galho quebrado; A falta de identidade; O aprendizado de Comper e Krelling

Por: Marcos Schettini
22/05/2026 12:48
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Por que o MDB de Jerry Comper e Fernando Krelling está certo?

Porque se não defenderem seus interesses, morrem. Jerry Comper esteve na Secretaria de Infraestrutura e lá desenhou o espaço que fortaleceu seu retorno para a Alesc em 2027. O mesmo se dá com Fernando Krelling que, em outros raciocínios, foi neste editorial lembrado. Política é interesse e só. Ao abrir espaço para Carlinhos Chiodini comandar a Agricultura, foi nesta linha. O mesmo em relação a Emerson Stein e Cleiton Fossá. O PL ofereceu as aberturas que o PSD não tem na Prefeitura de Chapecó. Embora Fossá tivesse passado por lá, não tinha força nenhuma mesmo que o irmão Cleber Fossá, vereador, jogasse pró-Caboclo de Nonoai. O partido de Ulysses Guimarães teve secretarias nobres no governo do PL. Se aquele encontro de amor a Little Jorge em Balneário Camboriú, com as mãos levantadas, não deu certo, foi na necessidade de atrair Adrianinho da Catarinense para o jogo. Se o pai de Filipe Mello não fizesse, o ex-prefeito chapecoense faria. E rejeitou os ulyssistas do mesmo modo porque queria o líder do Novo em sua chapa. Não é a rejeição, mas as circunstâncias que obrigaram a troca de alinhamento. Os deputados Comper, Krelling e o próprio Carlinhos Chiodini são parte destes movimentos. Amputados ou não, aderentes aos pessedistas ou não, é do jogo. Quem não usou, de nenhuma forma o glorioso Manda Brasa, foi o PT de Lula da Silva ou Diabo Loiro. Nesta disputa estadual, com quatro candidatos de direita que não se entendem, está fazendo seu melhor discurso e projeto de Poder. Jerry e Krelling aprenderam a fazer a mesma política que observaram em todos, não interessa qual sigla ou liderança. O MDB é um joguete de interesses. Eles voltam em 2027, mais fortes e donos de si. Estão certíssimos. Fazem o que é da natureza política. Se não fizerem por si, quem entra no lugar deles, destrói tudo o que foi feito.


DESCULPA

Caboclo de Nonoai pediu perdão ao MDB pelos comentários feitos ao partido quando vivia com o PT e ele rejeitou. Na verdade, o partido de Ulysses Guimarães adoeceu foi para a direita. Tornou-se patético.


APELO

Ao pedir perdão para o MDB, Caboclo de Nonoai mostra o desespero do não conseguir levar todo o partido e, sempre, faz exatamente o que é da sua natureza política. Bate e, quando a inteligência volta, assopra pela necessidade.


SUJEIÇÃO

O MDB é a sobra no Bocarra depois das 4h. PSD e PL sempre saem embriagados neste horário. Com os olhos sob o efeito, convida-a à saideira de uma Corona com limão no posto do Rita Maria. Precisando de carona, vai.



PERVERSO

Foi a direita, ditadura e suas oficinas maravilhosas de tortura e opressão, que fez o MDB o partido que abrigou as vozes da Democracia e Direitos Humanos. Hoje, chupa o cano da espingarda.


SOCORRO

Quando Caboclo de Nonoai afirma que 17 diretórios de estados assinam um documento contra a aliança com Lula da Silva, o pré-candidato do PSD come os rins de história do MDB se sujeitando a qualquer coisa.



CORRETÍSSIMO

Caboclo de Nonoai precisa do MDB para buscar uma ida ao 2º turno. Utiliza-se da retirada da sigla na chapa do PL, indignação da rejeição e falta de cérebro ao se afastar do PT, as origens de fundação, por subserviência.


MACAQUISMO

Se jogando em galho quebrado, o MDB tornou-se uma sigla moribunda, contaminada. Não tem motivo, zero, de se distanciar da esquerda inteligente para ser serviçal da direita. Um erro caro de trair a si mesmo.


HERÓI

Carlinhos Chiodini é a mostra viva de um quadro importante e essencial na sobrevivência do PSD. Ao ser vice na chapa de Caboclo de Nonoai, dando certo, lá na frente, após qualquer resultado, será rejeitado.



VERDADE

Não é natural do PSD distribuir amor aos aliados. Passa pó de arroz um tempo e, depois, isola-os. Se perder, antecipa e, ganhando, uma questão de tempo. Caboclo de Nonoai, uma vez governador, não divide bolo ou dá autoridade.



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