Pesquisas definirão o processo eleitoral
Os números das pesquisas que serão apresentadas nos próximos dias vão dizer quem são dentro da disputa de Outubro. Esperidião Amin e Décio Lima crescem para o Senado, mas as chances do senador do Progressistas serão na rejeição a Carlos Bolsonaro, despencando na aceitação e, por isso, soma a seu favor. Caroline De Toni, antes favorita e agora arrastada para baixo, tropeça. O efeito pode atrapalhar Little Jorge que, animado com a possibilidade de ser eleito ainda no 1º turno, pode ser afetado. Caboclo de Nonoai tem seu estilo de gritar, chamar adversários para o ringue, é verdade, mas com pouco ou nada de resultados. Se o MDB entrou na chapa, rejeitado pelo PL e PSD, ainda não somou nas projeções. Estacionado, o ex-prefeito de Chapecó não alterou positivamente os percentuais que possam animar as militâncias da coligação. Diabo Loiro, distanciando-se do bolsonarismo que apoiou em 2018, ganhou maturidade e tem tudo, tudo mesmo, para ir ao 2º turno se, neste caso, houver. Quatro candidatos de extrema-direita disputam o mesmo eleitorado. Na lógica, dividem os votos que favorecem a unidade das esquerdas. Se os próximos cenários apresentarem mínimas alterações, o pior deles é para o PSD que pode observar que o MDB não ofereceu o que diz ter. O PL do pai de Filipe Mello é o que pode se beneficiar pela não alteração. O PT de Décio Lima compreende o processo e mergulha, sem preconceito, no jogo ao lado do PSB, além de mostrar adesão plena. As presenças de Lula da Silva e Flávio Bolsonaro têm muito a contribuir com seus candidatos catarinenses, até pela proporcional. Já o PSD, com Ronaldo Caiado sem orientação, ora volúvel com Romeu Zema, ora com Gilberto Kassab como seu vice, apresenta-se perdido no tabuleiro. O projeto de enfrentamento político no estado vai se dar entre esquerda e direita. Sem chances para confrontos entre dois da mesma ideologia.
CENA
MDB homenageou a velha guarda do partido com medalhas e todas aquelas coisas lindas aos seus humilhados pela ditadura pela luta democrática. Aí, do nada, nega esta história e torna-se contra.
CONTRA
Quando o MDB alinha-se às ideias direitistas, aquelas que destroem conquistas da sociedade, é porque não tem projeto para o povo brasileiro. Ao amadurecer, ao contrário de aprimorar, envergonham-se.
TRANQUILO
Alinhar ao PL ou PSD, muito mais pela sobra que necessariamente ter um projeto político viável para SC, o partido deveria disputar o governo. Ao contrário, aceitou a vice quando é um espaço onde ninguém é candidato.

MIGALHAS
O MDB não perde absolutamente nada ao negar PL e PSD. Deveriam disputar o governo com firmeza, fazer bancadas federais e estaduais. Se não chegar, serão valorizados no 2º turno. Aí, a conversa é alta.

FALIDO
O projeto do PSD em SC, se é interessante, nasce falido. O partido tinha tudo para construir um caminho inteligente com Julio Garcia conduzindo os movimentos e alcançando o tamanho das buscas. Preferiu os atrapalhos.
HISTÓRICOS
Em 2022, dentro do governo Moisés, não somente sugou tudo do marido da Késia, destruiu a reeleição ao sair do governo e, não contente, destruiu-se em Gean Loureiro, embora seja um bom nome, teve um projeto falido.
CREDO
Se pisar no pescoço de Carlos Moisés, provocar impeachment e depois salvá-lo de outro, sugar tudo e abandonar para ser vice de Gean Loureiro não é amadorismo misturado a tolices, abrem-se opiniões.

LUZ
Julio Garcia e Raimundo Colombo são as idas do partido. O 1º pela liderança consolidada e inquestionável articulação, o 2º pela história de conquistas, duas vezes governador e diplomata convicto.
BELEZAS
Mário Motta e Napoleão Bernardes, excelentes deputados, podem voltar em 2027 com Marlene Fengler na bancada estadual, Julio Garcia e Raimundo Colombo em Brasília, todos por mérito próprio.

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