É hora da seriedade e tirar os amadores
Eleição é Democracia séria e exige apresentação de ideias, compromissos, atenções à Cidadania. SC tem três candidatos a governador que merecem respeito, debate, avaliação e escolha. Little Jorge é governador, busca a continuidade e, gostem ou não, fez e deixou de fazer. Quando realizou, fortaleceu-se. Esquecendo, fragilizou-se perante a oposição. Poderia ter tido uma grande chapa com a presença do PSD, Progressistas e MDB. A insistência barata e infantil da pobre Caroline De Toni, que em seu mandato patético de deputada federal no Congresso e na CCJ, imaginou ser capaz de colocar um punhal no pescoço do chefe de governo e exigir estar na majoritária. Ela atrapalhou a amplitude da força de negociação. Carlos Bolsonaro é um balde de pus enviado do RJ e que, se o eleitor for inteligente, chuta-o de volta. O pai de Filipe Mello tem chances reais de vencer no 1º turno mesmo diante dos golpes recebidos dentro do PL. Caboclo de Nonoai é um vencedor municipal. Já passou pela Alesc, Câmara dos Deputados e comandou Chapecó quatro vezes e Pinhalzinho por uma vez. Sabe fazer, tem voz forte, se for para o 2º turno, é uma ameaça plena contra a reeleição do governador. Diabo Loiro, caprichoso em tudo, já viveu uma disputa ao governo e foi engolido pelas circunstâncias de 2018. Passados oito anos, mudou a rota de pensamento e, pela competência demonstrada na presidência da Alesc, do PSD e ida ao 2º turno, sabe como lidar para fazer diferente. É preparadíssimo em gestão e está em uma lógica política desafiadora em SC. São estes os quadros reais e competentes a assumir os destinos dos catarinenses. São únicos em capacidade e valores. Gostando ou não, são ótimos no que fazem e merecem o respeito do eleitor. O resto, como se sabe, são nada, ninguém.
COLUNAS
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COMEÇOU
Agora é cada um por si. Em eleição, não há tolerância e amor. É guerra, estratégia, caça do voto. Cada um nas suas intenções, sem medo, com rigor, fúria. E, às escondidas disso, muito dinheiro.
DINHEIRO
Sem, esqueça. Com ele, tudo. É a estrutura que garante a chegada. O Poder é mais fascinante que uma donzela de 18. Nada está acima dele. Com o comando de tudo, o que está abaixo, serve.

PROJETO
Três candidaturas consistentes, com ligações nacionais, programas de governo, base de edificações. A experiência em Little Jorge, Diabo Loiro e Caboclo de Nonoai, é indiscutível. São os melhores.
HISTÓRIA
Cada um tem algo a mostrar, falar, defender. Piso político, bandeiras tremuladas. São debates ricos, apresentação de propostas, riquezas de compromisso. O restante é farelo que cai desta mesa.
FUGA
Carlos Bolsonaro, aquele bandido carioca que Little Jorge teve que engolir para a disputa ao Senado, fugiu do debate de Adelor Lessa. Não tem o que falar, o que apresentar ou o que defender. É só um criminoso mesmo.
TAMBÉM
Se o covarde Carlos Bolsonaro fugiu do debate da Som Maior, Caroline De Toni, aquela patética deputada federal de ultra pobreza cognitiva, fez o mesmo. Como não sabe falar ou pensar, não foi.
FATO
A chapa ao Senado de Little Jorge contou com as ameaças do criminoso Jair Bolsonaro para o filho ter mandato e não ir preso e, também, Caroline que exigiu o espaço, senão sairia do PL e apoiaria a oposição.
REAL
Caroline De Toni caiu no fígado de Little Jorge que não diz absolutamente nada sobre o assunto. Ela foi responsável por tirar Esperidião Amin da chapa e vai pagar muito caro pela traição.

INTERESSE
Quem negociava os acordos salariais entre Celesc e trabalhadores era apenas entre empregados e a Celesc pagava um custo altíssimo por não estar à Mesa das negociações.
CONTRATO
Os empregados da Celesc, até por serem concursados, deitam e rolam sobre a estatal. Tarcisio Rosa tirou do Sindicato o controle de decidirem as próprias vantagens. A Celesc contratou um negociador.
NEGOCIADOR
À medida que um especialista enfrentou de frente os interesses do sindicato, denunciaram o presidente Tarcisio Rosa que estaria tirando vantagem da contratação. O TCE-SC derrubou a denúncia.
ILESO
Tarcísio Rosa é um homem nobre, de princípios transparentes, respeito às normas e defensor da empresa que representa. O sindicato, contra a estatal, perdeu as vantagens. O Tribunal de Contas inocentou o ex-presidente.
DESMANDO
Os eletricitários tinham, antes da contratação de um negociador, vantagens salariais e um leque de benefícios não discutidos, que colocaram a Celesc em um saco sem fundo. Tarcisio Rosa acabou com a farra e com a aprovação do Tribunal de Contas.

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