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Moisés: honra ou covardia; A Cadeira em disputa; Maneca escorrega; Paulinha forte e determinada; A coerência de Rodrigo Coelho

Por: Marcos Schettini
21/09/2020 09:30
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Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Um caminho de certeza

Rodrigo Coelho foi lapidado para ser prefeito de Joinville. Seria o candidato que estava sendo preparado para montar um coletivo político capaz de sensibilizar o eleitor pela troca de rota. Mas não foi desta vez. O partido, truculento e irresponsável, preferiu atacar suas verdades de um Brasil novo, aquele que carrega nos discursos e nas votações, apenas para dar a ele uma pena capital de ficar em uma sigla onde não tem identificação nenhuma. Advogado como o pai, ex-deputado João Norberto Coelho Neto que, cheio de lindas histórias em defesa da democracia, sobra-se em educação e leveza moral. O deputado cerca-se de coragem para atrair ao seu redor tudo e todos que sua habilidade demonstrou e, declinando, aposta em Darci de Matos como opção real de chegada. Vai ser uma eleição interessante em Joinville com quadros bons como Fernando Krelling, nome do prefeito Udo Döhler, Ivandro de Souza, Tânia Eberhardt, Dalmo Claro e Adriano da Catarinense, que assumiram intenções. Se outros nomes assim desejam, vão ter que debater bastante para imprimir as ideias que defendem. A assessoria de Coelho, como a simpatia de Rodrigo Berbi, mergulha na disputa. 1° turno vai dizer muito na busca pelo 2°. Respeito mútuo entre todos. Quem manda na Terra dos Príncipes, são os membros do principado e só.


DESISTÊNCIA

O ideal para Carlos Moisés, só Carlos Moisés sabe. As mensagens que tem recebido de pedido de renúncia, são argumentos que o grupo do outro lado do rio, deseja tanto quanto os da margem contrária. Cercado.


CERCADO

A única pessoa que fala a verdade para Carlos Moisés é a Sra. sua mãe e, depois dela, esposa e filhos. O restante não está nem um pouco preocupado com ele. Todos querem o Poder que está sob seu comando.


COMANDO

Renunciar seria a cereja do bolo que confirma sua incompetência plena. Como não tem amigos no governo que o fortaleça, quem está preocupado são os comissionados com o próprio holerite. Ele por si.


REAL

Militar, Moisés sabe que esta batalha tem que ser encarada como tal para que saia pela porta da frente. Caso renuncie, perde o governo e a honra impressa na farda que usou por décadas. Talvez nunca mais se olhe no espelho.


ADVERSÁRIA

O governador sabe que foi vítima de seus erros de arrogância que coroou seu tropeço. Que a vice Daniela Reinehr foi o Garganta Profunda que levou informações para desestabiliza-lo e olhar sua Cadeira. Foi corroído de dentro para fora.


CONTRAS

Quem o defende agora, com toda esta cena de vitimização, nunca o amou. Aqueles que claramente são contra, igualmente. O muro de fuzilamento é igual para os que desejam o impeachment, quanto os da renúncia.


OPERAÇÃO

A diferença entre os pelotões de fuzilamento de Carlos Moisés está no subliminar. O grupo que quer sua renúncia ou a cassação, olham a mesma Cadeira de trabalho. Portanto, não estão preocupados quando e como.


RENÚNCIA

Ela beneficia todos em igualdade. É Carlos Moisés tendo suas vísceras divididas aos coiotes que uivam à espera de sua carne. São os lobos vestidos de vovozinha que estão lhe passando a mão na cabeça com luvas escondendo as garras.


CASSAÇÃO

Beneficia a representatividade de exclusão de uma parte da matilha. São os mesmos que olham 2022, mas querem a carne agora. Isso quer dizer que Carlos Moisés está sendo levado ao abatedouro de qualquer natureza.


FIRMEZA

Resta-lhe confiar na apresentação das provas e dizer a si mesmo que, na condição de soldado, não baixa o fuzil. Olha-se jurando a própria honra e, vendo-se reto, sabe que ninguém ali é seu aliado. Coragem ou covardia.


CALADO

Manoel Dias, que tem sua liderança nascida dentro da democracia trabalhista, observando as movimentações de Leonel Brizola e Neiva Moreira, não pode impedir a deputada Paulinha de ter voz e luz política conquistada nas urnas.


VALENTIA

A deputada do PDT tem moral para defender Carlos Moisés como bem entender. É sua líder de Governo e tem sido coerente com a bandeira que empunhou. Esperava-se de Maneca uma atitude democrática e não ditatorial.


RECADO

Ninguém dentro deste governo patético, diga-se, foi tão imediatamente vibrante em sua defesa quanto a deputada Paulinha. Uma voz pautada sem exageros ou excludente. A parlamentar ganha o respeito dentro e fora da oposição.


LEALDADE

Não interessam as extensões que o cargo de Liderança do Governo tenha alcançado em favor do seu mandato, Paulinha se firma como voz feminina forte e abnegada. Uma mulher de fibra, impetuosa e sagaz entre leões.


AMANHÃ

Não há dúvidas que Paulinha firma-se. Pode olhar seus alcances políticos com tranquilidade e leveza, seja no retorno à Alesc ou na ousadia do Congresso. Quadro inclusive para uma majoritária, cumpriu a missão que não era dela.




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