Três nomes na ponta da língua
Fernando Marcondes de Mattos e Nico Tozzo, na luz de Nilo Tozzo, uniram empreendimento, coragem e visão para apertarem as mãos e decidirem fazer mais do que já assumem. Inquietos, viram em Chapecó exatamente o que Fernando observou quando assumiu o resort na praia do Santinho e criou o maior centro esportivo, aquático e de lazer que se tem notícias no Brasil, com um leque de prêmios do setor turístico reconhecido no mundo. As digitais que vai deixar em Chapecó, é produto de sua valente força empresarial. Não tem medo de crise nem se assusta com monstros fantasiosos. Seu espírito é leve, livre e rico em simpatia. Quem conhece sua porção de homem de guerra, sabe que os investimentos na altura de 1 bilhão de reais, tem sua face de fé. O casamento com a Nilo Tozzo é a outra metade do sol que ilumina Chapecó. A terra de onde se vê a roça, ganha o mundo. Gigante Buligon, o exemplo de homem público, sai com a alma limpa sem dever respostas e deixa os demais de boca aberta. Parabéns a Fernando Marcondes de Mattos, Nico Tozzo e ao prefeito de Chapecó.
JANTA
Carlos Moisés oferece o melhor prato para a bancada do PL na Casa d’Agronômica hoje. O governador vai escutar e falar sobre seu momento político e olhar para frente. Sabe que política é feita de gestos e, por isso, vai fazer o seu. Talvez até mudança na Segurança Pública.
FALIDO
Aquele implante 4x4 na Secretaria de Segurança Pública é um modelo patético que não impõe o respeito merecido. O ocorrido em Criciúma é prova disso deste tropeço. A fragmentação de comando com a PM, PC, agora Bombeiros e no ano que vem IGP, é para piscina olímpica.
SOLUÇÃO
O Estado precisa de quem tem pulso, conhecimento e força para aplicar sobre o crime em qualquer direção. Carlos Moisés é outro governador com posição de estadista. Se quer solução na Segurança, precisa mudar o modelo enferrujado na Secretaria.
MESA
A eleição na presidência da Alesc é um problema à parte na bancada do MDB. O partido tem nove deputados, mas ali há uma declarada demonstração de rejeição ao nome de Mauro De Nadal. O deputado é atual vice e tem tudo para assumir a Casa. Sem seus pares, não chega.
BORDA
Marcos Vieira é um parlamentar preparado para assumir a Mesa porque tem crédito e conhecimento das tramitações políticas e regimentais. Pesa a questão do processo político de 2022 e sua ligação com Gelson Merisio. Se assumir a Casa, fortalece-o no projeto daquela eleição.
TAMBÉM
A ida de João Batista Nunes para vice de Angela Amin contou com as digitais de Gelson Merisio. O atual vice-prefeito de Florianópolis tem ligação direta com Marcos Vieira que, chegando ao controle da Casa, fortalece a ambos. Pesa também a presidência do partido.
LEITURA
Geovania de Sá olha Clésio Salvaro na majoritária de 2022 e, por isso, manter a presidência do PSDB sob controle do Sul é importante para seu futuro político. Manter o comando do ninho tucano é garantir o espaço ao prefeito de Criciúma.
ELE
Julio Garcia aposta em uma forte coligação entre PSD, PSDB e MDB em 2020. O vice-prefeito de Criciúma, Ricardo Fabris, do seu DNA, assumiria o comando municipal empurrando Clésio Salvaro para frente. Antídio Lunelli, de Jaraguá do Sul, subscreve.
ELE
Napoleão Bernardes é o nome do PSD em harmonia com Jorge Bornhausen e Julio Garcia. O ex-prefeito de Blumenau silenciou-se nos ataques que JPK direcionou ao seu governo e, por isso, apoiou Mário Hildebrandt por consequência. Raimundo Colombo, nesta equação, dificulta-se.
VAI
Esperidião Amin é candidatíssimo a governador mesmo diante da derrota de Angela pela Prefeitura de Florianópolis. O clamor é pelo seu nome dentro partido que sonha por 2022. No meio do mandato, não perde absolutamente nada em dar chances ao Progressistas que declinou em 2018.
ACHADO
O Progressistas sabe que Esperidião é sua luz política para protagonizar o processo político em 2022. Se Jair Bolsonaro estiver bem naquele momento e ir para seu partido, o pai de João Amin não tem como ficar fora da disputa. E o senador está animadíssimo.
LAPIDADO
Rodrigo Coelho vai se manter concentrado em Brasília e deixar a poeira eleitoral baixar em Joinville. Vai ficar concentrado em sua reeleição para deputado federal e correr o Estado. Deverá definir um partido para sair do PSB e olhar 2024. Tem tempo suficiente.
TRANQUILO
Darci de Matos voltou a Brasília e está concentrado nas discussões em favor do país. Se Joinville foi um debate importante para sua vida política, como Rodrigo Coelho, quer fortalecer seu retorno em 2022. Provavelmente fora de 2024, já tem seu nome certo.
ELA
Carmen Zanotto saiu forte e decidida da eleição em Lages. Ganha projeção política não somente pelos conhecimentos na área de Saúde que domina como ninguém. Desperdiçada, deveria ser secretária ou ministra. Impressiona sua vocação pelo tema e linguagem. Tornou-se sinônimo.

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