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Vieses e consensos | Por que Bolsonaro se fortalece a cada dia, apesar das polêmicas: único presidente pós 88 que não teve ainda um escândalo de corrupção em Ministérios

Por: Ralf Zimmer Junior
11/01/2021 23:05
Isac Nóbrega/PR

Envolto a polêmicas antes, durante e após as eleições, inclusive, em seu Governo, Jair Bolsonaro se mantém forte por um pequeno-enorme-detalhe: não se tem notícias de um governo pós 88, que não o dele, sem um escândalo de corrupção sequer em dos Ministérios.

Era Collor foi marcada por “Alcenir com os guarda-chuvas”, era FHC com a “negociata” da famigerada emenda da reeleição, e era Lula, com relevante crescimento econômico e de políticas sociais, naufragou em escândalos de corrupção, envolvendo sobretudo além de PT membros fortes do MDB e PP nacional.

Sim, não ter corrupção deveria ser a premissa para se avançar em outras pautas, mas à essa altura do campeonato, dado os precedentes, o governo Bolsonaro até aqui tem muito o que comemorar.

Não se desconhece questões levantadas, mas até então envoltas numa nebulosa de possíveis outros interesses, por Moro em relação a questão da chefia da PF no RJ. Fato que nada se provou até então, sobretudo não envolve sequer em tese contrato do governo federal superfaturado, o que não deixa de ser uma dose de alento à população fustigada há anos por escândalos de achaque à coisa pública como “se normal fosse”.

Também há que se observa para os comentários e foco sobre a pandemia e a urna eletrônica (que elegeu todos que aí estão, inclusive o Presidente e seus filhos) para não se criar dissenso tamanho que arranhe a boa credibilidade da condução (ao menos sem corrupção até então que saibamos) da coisa pública.

Se houver sucesso na imunização da população e retomada da economia a tendência natural, ainda que com dificuldades, é Bolsonaro se reeleger. Agora, se sua militância errar o foco, e ao invés de enaltecer a mitigação da corrupção sistêmica, insistir em apoiar o alienado e derrotado Trump, continuar a se opor à vacinação e vociferar sem prova alguma contra a urna eletrônica (que elegeu a onda bolsonarista, inclusive, bom lembrar) podem derreter a credibilidade em outros setores do governo e criarem um caminho para o mesmo fim de Trump, o olho da rua!

Hora de racionalizar o debate público minimamente, e aproximar sim com diálogo aberto e franco das demais instituições, em síntese diminuir a temperatura e enaltecer o profícuo debate democrático, sem se prostituir como outros governos fizeram evidente. Fizer isso, Bolsonaro pode se reeleger até em primeiro turno, contudo, se insistirem nas pautas furadas e de atacar a base mínima do sistema democrático e a vacinação (até porque Ingleses, alemães, norte-americanos e russos não podem estar errados ao mesmo tempo né “miguinhos”), e a solidez da urna eletrônica que o elegeu (e dezenas de seus apoiadores), como dito, o caminho infelizmente será o mesmo de Trump: a degeneração! Povo cansou de extremas narrativas à direita e à esquerda também extrema, não sou eu quem diz isso, foram às urnas em 2020. #ficaadica


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