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Cadê o dinheiro público?

Por: Marcos Schettini
07/10/2016 11:08 - Atualizado em 07/10/2016 11:09
(Foto: Divulgação/LÊ) (Foto: Divulgação/LÊ)

Falidas, sem as mínimas condições de entrarem no próximo ano com ações necessárias para a cidadania, as prefeituras do Oeste, não somente aquelas em que o titular perdeu a eleição, mas a maioria absoluta, jogam a sorte para ver se conseguem garantir a folha do funcionalismo e, no gesto, mostrar que saiu por cima. Na gestão que entrou em 2013, relataram tudo o que encontraram, muitos até com milhões de dívidas. Sem condições de pagarem, elevaram o problema e serão, agora, expostos na gestão que assume em janeiro. Um ciclo sem fim que, no final, o prejudicado é o cidadão de bem. Com a palavra o Ministério Público.


Chamamento

Lírio Dagort foi chamado para ter, com o coletivo de decisão do Estado, a soma de esforços para produzir a vitória em Joinville, capital estadual da eleição de 2018. Quem vencer o 2º turno, carimba o ticket para a disputa.

Pesadelo

Para os prefeitos eleitos que deverão assumir as prefeituras em janeiro, a dor de cabeça já começou. Em um encontro ocorrido ontem em Chapecó, todos já diziam que a chamada herança maldita é maior do que se imagina.

Tranquilo

Ser prefeito de uma cidade é uma honra para poucos. Mais que dar destinos às pessoas é indicar a melhor direção para que, ações de gestão, possa imprimir, no rosto de cada cidadão, um sorriso sincero. Pesadelo é só o começo.

Ruínas

Máquinas destruídas, falta de combustíveis, folha de pagamento comprometida. A maioria está conhecendo os números agora através de informações vindas de funcionários internos das administrações. Um verdadeiro caos.

Caos

Para os prefeitos que estavam em busca da reeleição, usaram a máquina com a força desta intenção e, derrotados não têm tempo nem como repor as perdas. Tirando tudo para garantir a vitória, destruíram com o poder municipal.

LRF

A Lei de Responsabilidade Fiscal, em tese, uma segurança para o sucessor garantir a entrada com segurança no comando público, é uma teoria. A maioria esmagadora dos prefeitos que saem, estão com as contas destruídas e respondendo na Justiça.

Fim

Exemplo disso é a Prefeitura de Xaxim. O prefeito Idacir Orso vai deixar a prefeitura e, sem os reais números da situação por parte do sucessor, vai ser pego de surpresa mesmo sabendo mais ou menos do quadro. O final será caos total.

Indícios

O MP está tomando conhecimento da real situação das prefeituras em base das cobranças de informações que buscou ao longo deste ano da gestão. Os promotores de Justiça sabem o tamanho do quadro e vão reagir com pulso firme.

Leitura

A pergunta que fica é aquela do desejo quase enlouquecido que lideranças têm de serem prefeitos e, ao chegarem às prefeituras, saem de lá chutando tudo. Pensaram uma coisa, viram outra. Ser prefeito não é para amadores de fundo de quintal.

Caveira

Os funcionários de comissão, aqueles indicados pelos prefeitos, começam a fazer o mapa das administrações e passam tudo para a oposição vitoriosa. Quem entra vai rasgando tudo e, aqueles que saem, já estão sendo esfolados por antecipação.

Credo

Indignados por terem seus empregos perdidos, a primeira coisa que fazem é entregar os companheiros. É uma espécie de delação premiada. A oposição não persegue e eles relatam tudo aos vencedores. Colocam os derrotados no varal com sal.

Socorro

Trair os companheiros que, ontem, ofereceram cargos e garantia de um pouco mais de renda, tudo em troca de não serem perseguidos, é coisa da política. Quando não relatam tudo meio por cima, dão os mínimos detalhes. Impressionante.


“Temos conhecimento da realidade vivida por todos eles”.

Raimundo Colombo, em Brasília, falando ao Temer, em nome dos governadores, a situação difícil dos cofres públicos.

“Sabemos por que estamos vivendo aqui as mesmas situação”.

Michel Temer, demonstrando solidariedade aos governadores.

“Estamos tomando medidas e vamos ver como se comporta a economia”.

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, falando aos governadores sobre os rumos de 2017.


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