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Clésio salva previdência; Gean, Orvino, Freccia e Salmir contra o dilúvio; Mário Hildebrandt em alerta; OAB acelerada; O desafio da Fecam; Paulinha fora; Arthur Lira e Baleia Rossi

Por: Marcos Schettini
25/01/2021 11:33
Divulgação

A guerra pela Mesa da Câmara diz tudo

Se tem uma traição que vai superar a conjugal, é a eleição pela Mesa da Câmara em Brasília. Se for levar em consideração o desgaste vivido por Jair Bolsonaro, Baleia Rossi já pode mandar fazer o black tie. Aquelas carreatas feitas pela esquerda e direita no final de semana, mostram um movimento que pode ganhar altura se o controle escoar das mãos do governo. Isso quer dizer que acende uma luz que pode iluminar o caminho da derrubada. Mas não será fácil. Uma coisa são os patéticos Fernando Collor e Dilma Rousseff, outra é Jair Bolsonaro. Ou sai em uma guerra à bala rua afora ou não acontecerá. Por isso, e apenas por isso, Arthur Lira tem vantagem sobre o ulyssista. Embora Rossi afirme não cogitar o impeachment, seu concorrente em hipótese nenhuma. O atrativo, invisível a olho nu, que ocorre a céu aberto nesta disputa, fala mais forte. Se o presidente do MDB nacional levar, é milagre.


COMPETÊNCIA

Clésio Salvaro achou o caminho para solução da reforma previdenciária que agoniza prefeitos pelo país. Joinville, Chapecó, Florianópolis, para citar três municípios, asfixiam-se. Em Criciúma, sob risco de desgaste total, salvou o Criciumaprev da falência. Golaço do tucano.


MERGULHO

Se a Grande Florianópolis estava todo o final de semana com água acima da cintura, os prefeitos da Capital, São José, Biguaçu e Palhoça, para citar apenas quatro, trabalharam ininterruptamente para não deixar a tragédia vencer.


BATALHA

Gean Loureiro e Topazio Silveira Neto em Florianópolis, Orvino Coelho de Ávila e Michel da Silva Schlemper em São José, Salmir da Silva e Alexandre Souza em Biguaçu, também Eduardo Freccia e Amaro Junior em Palhoça, fabricaram soluções no dilúvio de final de semana.


MOBILIZAÇÃO

A Defesa Civil dos municípios deu respostas imediatas para atenuar o sofrimento do cidadão, principalmente indefesos e o comércio. Toda a equipe de trabalho foi mobilizada. O peso público dando demonstração de força.


TRABALHO

Em Blumenau, mesmo convalescença, Mário Hildebrandt monitorou o desfecho da chuva que, descuidada, destrói a cidade. O prefeito passou a noite dando e recebendo instruções para evitar um desastre iminente.


ELE

Carlos Moisés, agora mergulhado nos assuntos do Estado que governa, esteve à frente dos trabalhos dando cobertura participativa em todos os lugares de SC. É este líder que SC precisa e não aquele patético indiferente que marcou os 24 primeiros meses.


ACHOU

O setor empresarial tem visto um novo líder em aceleração. As entidades classistas já observam resultados digitais de Carlos Moisés neste 2° momento de gestão. O 1°, um desastre total, já foi sepultado. Quem vê suas atitudes, anima.


PARABÉNS

Rafael Horn tem controle pleno dos trabalhos da entidade que dirige e que completou 88 anos de necessidade democrática. Sem advogado, não há liberdade. O presidente da OAB é uma grande promessa nacional.


FATO

Sob seu volante, a Ordem dos Advogados em SC tomou o direcionamento de diálogo e presença também impresso no antecessor Paulo Brincas, não menos competente. A unidade intelectual de ambos, jogou a OAB para o futuro. Rafael Horn está sendo observado positivamente.


DESAFIO

O presidente da Fecam tem o maior desafio do cargo que se tem notícias. Falando em nome dos 295 municípios, Clenilton Pereira sabe que sua luta é dar voz em favor da vacina para alcançar a normalidade perdida em 2020 para o coronavírus.


NADA

Nenhuma reivindicação está acima da prioridade de vacinar os catarinenses. Ele deverá estar ao lado do governador Carlos Moisés afinando esta conquista. O asfalto real que o cidadão precisa, hoje, é a imunização. Nenhuma outra necessidade está acima disso.


ESTRADA

Geovania de Sá voltou a percorrer os municípios na semana passada mesmo com eles afundados em chuva. Ela marca presença para construir a reeleição à frente do PSDB e ser a voz feminina ao lado de Vinicius Lummertz no ninho tucano.


QUASE

Ana Paula da Silva já não tem mais ar para ficar dentro do PDT. Ela fica à espera de uma iniciativa do partido para que saia imediatamente. Está conversando, inclusive, com os ulyssistas. O divórcio entre ela e os brizolistas já está configurado.


ELE

Manoel Dias quer Rodrigo Minotto no comando do PDT. O deputado tem afinidade com Ciro Gomes e vai seguir a cartilha do processo eleitoral de 2022. A deputada Paulinha só fica com os trabalhistas se assumir o controle do partido. Neste caso, já está fora.



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