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O jogo político; Kiko Oliveira acelerado; Republicanos no governo; Ponticelli 2022; Paulinha abandona o PDT

Por: Marcos Schettini
05/02/2021 11:01
Arquivo/Lê Notícias

A luta de Raimundo Colombo

O cenário político para quem comandou duas vezes o Estado e teve votação extraordinária como senador, Raimundo Colombo olha a disputa do ano seu vem como um dos seus maiores desafios públicos. Abençoado por Jorge Bornhausen ainda quando jejuava em Lages, vive um enfrentamento interno para poder retomar a voz perdida naquele patético 2018 quando foi a primeira vez que um ex-governador não assina seu voucher ao Senado. Na convenção, estima-se o que se chama de espaço honroso, uma espécie de Hemosc para injetar o sangue perdido naquela batida eleitoral fracassada. Sua liderança quase ruiu total naquela disputa entre Antonio Ceron e Carmem Zanotto que, por 56 votos, não levou a prefeitura. Agora, se for a federal, tem que fazer mais votos que a deputada. Se disputar o governo, tem que derrubar Napoleão Bernardes. Senado, é para que o PSD negocie coligação. Pelo que fez por SC, não merecia viver este pesadelo.


ILUSÃO

O grupo pró foguetório ao redor do caso Julio Garcia sabe, e tem conhecimento disso, que o deputado é um quadro surrado, observam seus passos e, por isso, retoma a vanguarda das discussões. Este hiato, ele sabe também, faz parte da vida pública.


BOBAGEM

Enquanto as investigações estão sendo feitas, na evolução ou não, é possível dar as versões até então não feitas. Por isso a defesa nas mãos de Cesar Abreu, leva com o respeito demonstrado. Fora isso, é um leque de blá ininterruptos.


ELE

Ex-prefeito de São Domingos rebateu o que ele chamou de condenação antecipada pelo fato de ter seus bens bloqueados. A ação sequer foi recebida ainda pelo juiz de 1° grau. Kiko Oliveira é um quadro importante do PT de SC e, advogado, sabe provar sua inocência.


LEITURA

Juiz negou a liminar de indisponibilidade. Em agravo foi concedida a liminar no TRF-4, da qual sequer ele foi intimado. Apenas isso já fazem um barulho alto ao antecipar a sentença. É candidatíssimo a deputado estadual por ser ficha limpa.


REAL

Se cada político que responde uma ação de improbidade não poder disputar uma eleição, não sobra ninguém. Kiko Oliveira nunca teve alguma ação neste sentido e já costura seu nome para o ano que vem. Conduta pública limpa, tem tudo para valer em 2022.


FÔLEGO

Silvio Dreveck vai se sintonizar em favor de Carlos Moisés. Foi na movimentação feita pelo governador, que assumiu seu lugar na Alesc. O deputado é um quadro violentamente atacado em 2018 e ficou no baú. Agora, de volta ao debate, olha o ano que vem.


PRAZO

Embora negue qualquer discussão neste sentido, o prefeito de Tubarão deverá dar um teto para o Progressistas olhar para sua liderança. Com mandato no Senado na metade, Joares Ponticelli sabe que Esperidião Amin pode disputar tranquilamente o governo.


ESPAÇO

Se não encontrar a o caminho para construir o jogo sucessório com sua presença, o prefeito de Tubarão vai em direção à saída. Encontra-se asfixiado pela liderança do senador que, gloriosamente, tem habitat natural para o ano que vem. Joares só não sai agora, neste silêncio do partido, porque é cedo.


ARROCHO

Com a renúncia de Claudinei Marques da Câmara de Florianópolis, o Republicanos entra definitivamente no governo Moisés. Movimentação feita pelo deputado Motta com Carlos Eduardo, o Mamute. Nesta lógica, mais um abandono do projeto 2018.


QUADRO

Uma vez que o Republicanos assume uma cadeira com Claudinei Marques, com Secretaria no governo estadual, a sigla vai entrar em rota de colisão com o projeto de Gean Loureiro. Topazio Neto, atual vice, deverá consultar o prefeito para deliberar seu rumo.


AZEDOU

Como este espaço havia antecipado há 20 dias, a relação da deputada Ana Paula da Silva dentro do PDT é insustentável. Paulinha já sabe que o partido vai em direção ao deputado Rodrigo Minotto que já discute uma formação de diretório arrojado para 2022.


ESTRADAS

Paulinha não precisa mais de um partido para chegar ao tamanho que busca. Ela hoje tem construção para buscar Brasília e até espaço majoritário. O PDT foi sua militância, tem apreço pela história brizolista que ajudou a desenhar, mas está sufocada. A relação acabou.


ESPAÇOS

A liderança da deputada é disputada pelo MDB, Podemos e PSDB, três siglas desfalcadas na região compreendida de Itajaí até Florianópolis. Ana Paula da Silva vai decidir seu destino nos próximos dias. Mas já não participa das reuniões com os brizolistas.



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