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Fecam rachada?; Executivos vão para enfrentamento; Joares Ponticelli fica; Indiferença e política; O MDB tem fartura para 2022

Por: Marcos Schettini
08/02/2021 13:56
Divulgação

O dilema do MDB para 2022

Os ulyssistas são o único coletivo partidário com riquezas de nomes para oferecer na composição do ano que vem. A liderança de Dário Berger volta a crescer com o tropeço de Baleia Rossi no cenário nacional. Carlos Chiodini, o fiel deputado federal que acompanhou a investida do presidente do partido, sai tranquilo porque, justamente por não ser oportunista pelo antídoto que manteve sua fidelidade partidária, fica imune das emendas fáceis para trocar o voto. O parlamentar saiu ileso e perdeu uma eleição em pé, diferente daqueles que ganharam ajoelhados. Ganha altura para ser o próximo presidente da sigla. Se isso não ocorrer, deve sair. Neste caso, o senador de São José, Antídio Lunelli e Celso Maldaner, candidatíssimo a governador, vão travar uma guerra interna. A convenção vai dizer muito e, mais que isso, as prévias em setembro. Tempo de um ano para dizer qual o caminho a seguir. Napoleão Bernardes, hoje liderando a indicação pelo PSD, já senta à mesa. Destas conversas, muito em construção.


ENFRENTAMENTO

Um cenário de guerra deverá marcar a próxima reunião da Fecam que, pelas iniciativas dos executivos das associações, vão gerar um tremendo desconforto interno. Acusações de todas as ordens, ocorrendo desde 2018, incendiou frituras internas.


CALMARIA

O presidente Clenilton Pereira entra com o extintor, mas iniciativas das antigas presidências, tentadas em acertos desta e daquela ala, colocou um abismo na entidade. O prefeito de Araquari vai fazer um chamamento para apaziguar o quase impossível.


DESCONFORTO

Se as chamadas executivas das associações estão armando uma manifestação pública, inclusive em Nota Oficial, é exatamente o que Clenilton Pereira quer evitar, o osso exposto na vértebra da entidade. Se acontecer, a Fecam explode.


ATAQUES

Este e aquele grupo acusa tudo. Queima de quadros competência, direcionamento em licitações, abrigo comissionado, negociata em compra de vacinação, que é negado pelos quadros. Um diz que foi quebra de vícios e mamadas antigas, outros que a entidade virou um leilão.


PROBLEMA

Diante deste enfrentamento interno, justamente agora na pandemia, o que não pode ocorrer é ruptura de grupo colocando em xeque os alcances a serem buscados. Se há tropeços, piora a situação. Clenilton Pereira vai ter muito trabalho nestes três meses.


COMPROMISSO

Esperidião Amin foi o primeiro a ligar para Joares Ponticelli quando confirmou sua reeleição em Tubarão. Reafirmou o compromisso de dar oportunidade majoritária ao prefeito na disputa de 2022. Se isso ficou claro, o marido de Angela Amin está fora do jogo.


DESENHO

Com esta abertura de Esperidião, Joares vai correr o Estado e produzir o efeito do seu nome. Como é da mesma região e município de Carlos Moisés, o prefeito de Tubarão não pode contar com Altair Silva na soma. Como secretário da Agricultura, deve fidelidade ao governador. Ou seja, reeleição.


BATERIA

A escola de samba Unidos pelo Oeste, com Mauro de Nadal, presidindo a Alesc, Altair Silva na Agricultura, Eron Giordani na Casa Civil e Gigante Buligon no Desenvolvimento, o projeto de reeleição de Carlos Moisés desenha. Falta o Norte e Sul.


REELEIÇÃO

Não há nada de mais Carlos Moisés pisar neste desejo. Se tem quem está descontente, avalia fazer parte do jogo. Vai ter que passar pela pandemia com competência e encontrar os 33 milhões. Só nisso, já é a barbearia do diabo. E nem começou o debate.


REAÇÃO

Não somente pinçar quadros para dentro do governo, Carlos Moisés precisa ganhar protagonismo. Este ano, além das visitas aos municípios, garantir vacinação total, colocar o Estado no debate nacional. A oposição, agora descobriu isso, atira pesado.


CERTÍSSIMO

A Mesa, plenário da Alesc e governo, jogam amarrados como em outros tempos. A identificação mútua, suplanta a oposição inexistente. Vai ser interessante ver Silvio Dreveck, e com razão, tecer comentários positivos ao governador. Isso diz muito dos tempos de isolamento que viveu.


REAL

Se há algo que deixa uma liderança indignada, roendo os dedos e com insônia, é o esquecimento de sua existência. Ser visto com indiferença e desacreditado. Neste caso, quando isso ocorre, é porque já não tem mais o controle do debate. Foi isso que quase matou Carlos Moisés.


DUPLA

Provavelmente as discussões entre Antonio Ceron e Raimundo Colombo já estão sendo desenhadas para disputarem a estadual e federal. O prefeito de Lages e o ex-governador olham o futuro neste espaço. Juliano Polese, vice pelo Progressistas, se prepara.


TRAÇADO

O interesse de Raimundo Colombo pilotar o PSD vai na direção de construir sua presença na majoritária se entendendo com o Progressistas no Estado. São chapa comum na maioria dos municípios de SC. Colombo sabe que, sua saída do grupo principal, fragiliza sua liderança.



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