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A Fecam fica em paz; Um estatuto tolo; Mandato de três anos; A disputa pelo orçamento; 2022 chegou

Por: Marcos Schettini
10/02/2021 18:32
Montagem/Lê Notícias

Quadro sucessório de 2022

Depois de Jorginho Mello afirmar sua intenção em direção à Casa d’Agronômica, Gean Loureiro acende o debate e dá vigor ao Democratas, partido de João Paulo Kleinübing até então moribundo. A entrada de Kennedy Nunes de Joinville, Ricardo Alba de Blumenau, foi um recado para JPK por sua inércia demonstrada. Com Rodrigo Maia fora, o prefeito da Capital mostra que sabe o seu passo e assume-se. Os recados de Antídio Lunelli no MDB, chama Dário Berger para o ringue. Isso quer dizer que, não somente quer o enfrentamento, vai para vencer nas prévias e no comando do partido. O PSDB vê Clésio Salvaro muito quieto e, por isso, Gelson Merisio voa com estrutura pesada para entrar no jogo sucessório. Se o prefeito de Criciúma fica mudo, ele fala que será candidato a governador. No Progressistas, Joares Ponticelli já veste a camiseta do partido com assinatura de Esperidião Amin. O atual governador deve sair do PSL em maio, logo após Jair Bolsonaro decidir o rumo. Deverá ficar sem partido para gerar o potencial da dúvida e confundir os adversários. Entre eles não existe amor. Se aquele não derrubar este, é tirado também do tabuleiro.


CONFRONTO

Toda esta exposição pública observada na Fecam, com disputa interna dentro da entidade, mostra o tamanho da importância que a instituição tem. Como ganhou aspectos de produção política, virou disputa entre os grupos que, de fato, olham R$ 5 milhões em orçamento e 2022.


BOLO

Seja quem for aqueles que disputam o tamanho da força da Fecam, o cenário é a poderosa projeção que oferece, principalmente na questão eleitoral do ano que vem que, sabe-se, sai aquele, entra outro. Quem manda, decide muito em favor do que interessa.


MOVIMENTO

O que Mário Hildebrandt, prefeito de Blumenau, e sua colega de Vargem, Milena Andersen Lopes Becher mexem, tem legitimidade, mas, só ganha altura política se derrubarem o presidente Clenilton Pereira. Como o prefeito de Araquari não renuncia, continua.


PATÉTICO

O mandato de um ano na presidência da Fecam é vergonhoso. Ninguém, em lugar nenhum, imprime um ritmo de trabalho com apenas 12 meses de liderança. Além das preocupações com seu município, tem que liderar interesses de 295 condados. Quem criou e aprovou esta tolice, não tem noção de nada.


TROPEÇO

À medida que um presidente de uma Federação de Municípios, com um abismo a ser pulado, fica liderando uma instituição por 12 meses, o que de fato ele consegue desenhar de significativo que possa atingir os interesses do cidadão? Fechem a Fecam. Melhor que fazer papel ridículo.


FORMATO

Ou a Fecam assume um papel de protagonista, debatendo interesses municipais, liderando prefeitos e conduzindo movimentos capaz de sensibilizar no grito comum, ou é um lugar para perder tempo. Como aquela marcha para Brasília.


MANDATO

Uma presidência de Fecam precisa, no mínimo, de três anos para edificar jogadas em favor de todos. Se possível, com reeleição, o que justifica sua alta capacidade de solutividade e poder de persuasão no Congresso. Não é apenas patético o modelo atual, é desrespeitoso.


DEBOCHE

O que está ocorrendo não tem nada a ver com partidarização. Até porque a entidade é composta por prefeitos de várias regiões e siglas. O cenário atual tem assinatura de um leque de irresponsáveis que colocam percevejos nas selas em que mesmo sentam.


ENFRENTAMENTO

Celso Maldaner saiu em defesa do prefeito de Araquari à frente da Fecam. O deputado federal já foi prefeito três vezes de Maravilha e sua esposa, Rose Maldaner, duas. Sabe que presidir a entidade é preciso arrojo e capacidade de solutividade. E Clenilton, tucano, está longe de ser MDB.


AGILIDADE

Ao ser atacado em apenas um mês de mandato, Clenilton mexeu forte naquilo que os prefeitos, que lhe apoiam, afirmam ser o cacoete que dificulta rupturas nas ações de funcionários que perderam comando. Isso quer dizer que, seja um interesse ali, outro lá, a Fecam deve ter economia acima de 1 milhão de reais.


ENTÃO

Para mostrar suas intenções, a assessoria elaborou um documento que foi entregue ao Tribunal de Contas, Alesc e Ministério Público. O presidente da Fecam quer mostrar que quebrou o pé da cadeira que escorou a instituição na sustentação desnecessária. Fernando Comin vai tomar pé do cenário.


REAL

Como entregou um dossiê para conhecimento de Fernando Comin, a Fecam passa a ser observada pelo Ministério Público em pleno terremoto por seu controle. Se esta atitude não é um movimento de transparência, os prefeitos afirmam que é ciúme da liderança de Clenilton.


BALELA

Está certo que são as organizações regionais de municípios, organizados em 21 associações, quem tem poder sobre a Fecam. Mas é certo que os Conselhos Fiscal, Consultivo e Administrativo, são compostos por prefeitos. E nenhum deles é bobo. Neste caso, são os derrotados.



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