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Gean Loureiro errou o lugar; Demagogia barata; Esquerda igual; A pandemia ganha; Inoperância perde; Moisés precisa decidir

Por: Marcos Schettini
01/03/2021 11:10 - Atualizado em 01/03/2021 11:19
Maurício Vieira/Secom

Coragem e determinação

Assustar pode ser pouco do que está por acontecer no mês de março. Já é unânime no centro científico que o mundo vai desabar no pior da pandemia e suas consequências. As medidas brandas, chamadas de peneiras, não impedem que o avanço da contaminação acelere. Para quem não entende os riscos, ou se toma uma dura decisão para conter a contaminação agora, ou o descontrole será total. Se a mutação genética do vírus é natural, a equação macabra de aglomeração e estímulo de ignorar máscara, é excelente para encher os cemitérios de amados e amigos. O governador Carlos Moisés precisa escutar quem é do meio. Não é fechar no oba-oba, mas ter noção clara do que pode acontecer se não decidir pelo caminho menos doloroso. Perdas vão ocorrer, seja de vida, seja na economia. É saber qual vale mais dentro do mínimo. Ou se faz agora, ou amanhã será tarde. Não tem opções porque não há vacina.


ERRO

O único tropeço real de Gean Loureiro nas férias que tirou, foi ter ido para o México. Deveria ter seguido para as ilhas do Caribe. Em qualquer daqueles lugares paradisíacos que todos querem ir, inclusive o Afrânio Boppré. Naquele país da Copa de 70, o caos é tão semelhante quanto o Brasil.


MOSCA

Afrânio é um ótimo vereador e por isso não avança na carreira pública. Será honrosamente um membro do Legislativo municipal pela pouca altura de liderança que exerce. A esquerda em que faz parte, é tão patética quanto a sua concorrente do outro lado.


DEMAGOGIA

O que o vereador do PSOL gosta de fazer é o mesmo barulho tolo que os da extrema direita. Se combinam no mesmo cacoete fazendo produção de intolerância na desgraça da pandemia. Como é mal assessorado, capricha em ser patético.


TECNOLOGIA

Gean Loureiro, deputados, senadores ou governadores, podem produzir excelentes resultados até no alto do Everest. Deixou respondendo em seu lugar o parceiro e competente empresário Topazio Neto. Não precisava estar in loco apenas para fazer Afrânio tomar café tranquilo pela manhã.


CAOS

Com Gean Loureiro na Disney ou em Paris, tomando um café maravilhoso com Cintia e as filhas, o perigo mora em todos os lugares. A demagogia de Afrânio Boppré é jogar no colo do prefeito o que todos observam país afora. Florianópolis está no mesmo filme de terror.


CULPADOS

Não tem vacina. Se tivesse, a esquerda cacofônica iria procurar outra microfonia. Quer carimbar culpados que vem de cima. Os prefeitos, todos eles, estão no inferno, seja em SC ou no Himalaia. Gean Loureiro está seguindo o protocolo e, como qualquer outro, é humano.


HUMANO

Descansar, sair do inferno, foi só uma tentativa que o prefeito de Florianópolis tentou fazer depois de dois anos de trabalho, passando pela prisão da PF, a unanimidade da inocência no TRF-4 e na armação da eleição que lhe deu 1° turno. Afrânio e seus iguais são apenas um cisco diante da pandemia.


BOBAGEM

Gean Loureiro deveria ter ficado descansando porque Florianópolis está em mãos sérias. O objetivo da esquerda é fazer com que todas as consequências da pandemia, isente-os. Estão com ideias no analógico quando deveriam estar no digital. Assassinos do raciocínio, tropeçam.


BLÁ

Cintia Loureiro e as filhas são de ferro. Não tem fígado, coração ou emoção. As únicas pessoas de carne é a esposa do Afrânio Boppré e os DNAs dele. O prefeito é de pedra, não cansa, não dorme, não come. Por que tirar férias? O meio político é, além de seus analfabetos, patético.


FELIZ

Agora Afrânio pode tomar uma Heineken com tranquilidade. Tirou o prefeito do descanso e, com ele no posto de comando, tudo agora está sob controle. A pandemia vai cair, todos serão vacinados esta semana e as UTIs esvaziadas. Se todos os prefeitos viajarem e voltarem, o país cura-se.


DECISÃO

O governador Carlos Moisés deve decidir sobre as medidas que irá adotar para conter a contaminação. As restrições precisam radicalizar mais, agora. E não há outro jeito. Se não é lockdown, março é uma marca de terror. Pulso firme e seguir. Será o pior momento da pandemia.


FUGA

Para quem pode, tem lugares distantes do terremoto de março, estão seguindo para um abrigo longe do que está por acontecer. Cientistas já assinam o mês como o divisor entre caos e inferno. Ou seja, o país vai sair da antessala para a cozinha demoníaca da pandemia. Ou faz lockdown, ou a festa é nos cemitérios.



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