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Sinepe reage ao decreto; Gelson Merisio avança; Lummertz tucano; Fiesc, Fecomércio, FCDL e Fetrancesc; Dário Berger, Carlos Chiodini e Darci de Matos

Por: Marcos Schettini
16/03/2021 10:54 - Atualizado em 16/03/2021 12:59
Divulgação

Três cabeças na solução de SC

Depois da definição dos nomes de Dário Berger para a Infraestrutura no Senado e Carlos Chiodini nesta mesma missão na Câmara, com ambos presidindo as Comissões que definem obras em estradas, aeroportos e portos, é uma luva na mão abençoada. Dário é um quadro inteligente, visionário e olha para o futuro como candidato a governador de SC. Isso, por si, já dá a ele a responsabilidade atrair para o Estado tudo o que seu poder pode pescar. Carlinhos Chiodini, uma jovem promessa no campo político para manhã, provavelmente futuro presidente do MDB estadual, tem a mesma força na Comissão de Viação e Transportes. Rapaz de Jaraguá do Sul, já tem o cacoete de ser um visionário. Com Darci de Matos na relatoria da Reforma Administrativa, pode aliviar o peso do Estado nas costas do cidadão. Tem a chance de fazer iluminar a travessia escura em que o país está seguindo. Darci é uma luz na sua melhor oportunidade. Os três podem fazer barba, cabelo e bigode em favor do Brasil, mas em particular a SC. Vá e Vençam!


CAMINHOS

A saída de Vinicius Lummertz do MDB rumo ao PSDB é um cenário modificador em favor de Gelson Merisio na busca pela principal cadeira catarinense. O ex-ministro do Turismo e atual secretário desta pasta em SP, sabe escolher bem e com inteligência.


AVANÇO

Gelson Merisio vai ganhando terreno no silêncio de seus passos. Inteligente, mordaz e com capacidade de articulação, vai desenhando sua segunda disputa pelo governo em 2022. E tem força para chegar. Depois da derrota em 2018, tornou-se outro quadro mais maleável e humilde.


ELA

Geovania de Sá carrega este triunfo. Sendo mulher, foi descaracterizada para a função de presidente da sigla, mas mostrou sua coragem e valor feminino. O que ocorre no PSDB de hoje no campo positivo, tem suas digitais. Tem uma assessoria fenomenal e trabalha como ninguém.


AMEAÇA

É real a moldura de Gelson Merisio no projeto político do ano que vem. Foi paciente, movimentou silenciosamente em várias direções, tem estrutura pesada para disputar o pleito e o quadro caótico a seu favor. Tem prefeitos que odiavam sua maneira de ser que, hoje, se inclinam ao seu projeto.


RUPTURA

O prefeito de Bombinhas contrariou o decreto assinado pelos municípios da Grande Florianópolis de fechar o comércio por 12 horas, 18h às 06h. Com o município ontem de aniversário, recebe 150 mil turistas por dia durante o verão. Isso quer dizer arrecadação e economia.


DUREZA

Não é fácil para os prefeitos decidirem pelo lockdown, mesmo que seja parcial. O comerciante foi vítima da indiferença federal sobre a pandemia e agora é quem abraça estas consequências. Se o governo brasileiro tivesse assumido as medidas, já teria se passado boa parte.


ENTÃO

Prefeito de Bombinhas está correto como os demais igualmente para fechar. Os hospitais estão vomitando gente para os cemitérios, a cepa variante varre pessoas aos balaios para morrer. A questão produtiva precisa ser levada a sério também.


SINISTRO

Se é um crime abrir tudo, fechar é outro. Topazio Neto, empresário de gestão de pessoas e vice-prefeito de Florianópolis, é um quadro inteligente e sensato e Gean Loureiro, experiente e visionário, abraça um porco espinho todos os dias, fazem a dosagem certa. Não é fácil ser prefeito e governador nestes tempos.


SOCORRO

Bruno Breithaupt, da Fecomércio, Mario Cezar de Aguiar, da Fiesc, Ivan Roberto Tauffer, da FCDL e Ari Rabaiolli, da Fetrancesc, para citar a linha de frente de industrialização, venda e distribuição, não conseguem mais sobreviver a um lockdown. Se abraçarem uma causa assim, não podem mais sair na rua.


ELES

Quem mais sabe da agonia vivida pelos empresários, seja grande, médio ou pequeno, são os agentes dirigentes. O desemprego coloca em xeque o país, está tudo caro e as pessoas estão desoladas. A responsabilidade de Bruno Breithaupt, Mario Cezar de Aguiar, Ivan Tauffer e Ari Rabaiolli, tem proporções governamentais.


REAL

Não é fácil parar um frigorífico. Toda a corrente que está ligada à produção, beneficiamento, distribuição e consumo, é estratosférica. Os prefeitos e governadores estão amarrados às iniciativas federais. Se o governo do Brasil ri da pandemia, são eles quem paga a desgraça.


CRUCIFICADO

O pessoal da esquerda e direita são ideológicos e, portanto, pouco preocupado se morre empresas ou seres humanos. Não tem a dosagem certa. Não sabem nada. O empresário está dormindo sob remédio porque, no final, é nele que estoura as responsabilidades.


CERCADO

O empresário não é um troglodita que a esquerda observa como frio, calculista e desumano. Manter um negócio no Brasil, em tempos de economia forte, é desafiador, ainda desrespeitado pela burocracia e a tempestade de impostos. O coronavírus é a cereja no topo. Não há como resistir.


ALGEMADOS

O empresariado está na UTI há décadas no Brasil. Ele tem seus próprios Covids diário para vencer. A economia arrasta-se para o abismo e ele, cortando no pulso, fica segurando na resistência de sua coragem e espírito empreendedor. Só quem tem um negócio para manter, sabe o que é dar um tiro nas têmporas diariamente.


CENÁRIO

Mais para Louco Down, fechar um comércio é tão perigoso quanto manter aberto. O vírus não conhece holerite, impostos ou salários. Sindicalistas e empresários são vistos como bandidos pelos lados em luta. A economia é capital e trabalho. Se o coronavírus não conversa com eles, são eles quem devem conversar com o coronavírus. Porque mata mesmo.


REAÇÃO

Grupo idealizado por pais de alunos vai realizar uma carreata que vai sair do Koxixos na Beira-Mar para pedir que as escolas possam continuar em atividade presencial. O movimento, autorizado pela PM da Capital, é uma resposta ao decreto para fechar. Entendem que já suportaram 12 meses e agora basta.


POIS

O barulho começa às 18h e vai dar várias voltas no Centro da Capital e continente para chamar a atenção dos prefeitos quando avaliam não ter sido consultados. O chamamento é para enfrentamento ao decreto. Quem lidera é o professor e presidente do Sinepe/SC, Marcelo Batista de Sousa.



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