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Oposição caótica; A responsabilidade judicial; Carlos Moisés é mais; Daniela Reinehr é menos; Cálice de veneno

Por: Marcos Schettini
24/03/2021 10:51
Maurício Vieira/Secom

Afaste este cálice de fel macabro

O amargor presente na vice-governadora é tão nocivo, venenoso e cruel quanto seu amante nacional. Ela agrega todas as dúvidas de competência, respeito à vida e sensibilidade humana. Quem foi criada por um admirador do nazismo, não cai longe deste pé. Daniela Reinehr é um baú de raciocínio sinistro e frio. Não à toa, beija a mão do seu amante no Palácio do Planalto como uma serviçal patética e submissa. Defensora plena daqueles ideais que matou 300 mil brasileiros pelo negacionismo e frieza humana, assina embaixo na construção desta necrópole em que o Brasil está mergulhado. Traidora³, chegou à condição de vice na chapa naquela brincadeira de criança do “minha mãe mandou eu escolher este daqui”, negando a política, elevando a soberba, assassinando a relação entre os Poderes. Nunca deu uma declaração contra o negacionismo e os loucos remédios propostos por seu não menos patético chefe nacional. Isolada em sua pequenez, Daniela Reinehr é a versão miúda da desgraça que acontece no Brasil. Socorro, Tribunal de Cassação.


RESPONSABILIDADE

A cassação do governador Carlos Moisés é fantasia da oposição. Os desembargadores são, antes de tudo, componentes da seriedade e, portanto, não iriam compactuar com irresponsabilidade de uma derrubada apenas para alegrar os tresloucados.


INOCÊNCIA

Saber onde e quando o dinheiro dos respiradores vai retornar ao bolso de Erário da Silva, é uma obrigação das forças de investigação. O desespero para a compra dos respiradores, na pressão da aquisição rápida, levou aos tropeços, mas não pela compactação do governador.


REAL

Carlos Moisés teve todo tipo de estupidez demonstrada ao longo dos dois primeiros anos, mas não é ladrão, esquemeiro ou quadrilheiro. Ao contrário, é um bombeiro que compõe uma corporação que salva vidas. Jamais seria um calhorda que marca a quase maioria absoluta da classe política.


NUNCA

A tresloucada da vice-governadora é uma personalidade pior que o coletivo de loucos instalado no Governo Federal. Cassar Carlos Moisés é entregar o Estado de SC a uma desviada mental que nega o nazismo, de saída, e vai colocar patetas no Poder como foi o ensaio quando do afastamento anterior.


MANICÔMIO

Daniela Reinehr é um exemplo de estudo mental a ser realizado. Bolsonarista patética, foi conversar com a deputada estadual Luciane Carminatti, do PT, partido que ela cospe na cara, só para ter o Governo do Estado. Mesmo que seja no raciocínio do “dou o que você quiser”.


ZERADO

Se a Polícia Federal apresentou um relatório de inocência de Carlos Moisés na questão dos respiradores, é porque não há nada contra ele. O governador pode ter sido um desfigurado político, mas não é esquemeiro. E os membros do Tribunal de Cassação sabem disso.


MAIS

Carlos Moisés aprendeu a lidar com as forças de composição de Poderes e tem dito abertamente à sociedade o que precisa falar. O chefe do governo é um homem lúcido, honesto e verdadeiro. Diferente da sua parceira de chapa de 2018.


ATAQUES

A oposição tem o direito de ser contra, mas não ser ridículo e pensarem que os desembargadores vão descer ao nível tolo de cada um. O Tribunal é composto por grandes homens de fartura jurídica e responsabilidade. Ao contrário da classe política.


PANDEMIA

Trocar o governador pela patética vice, uma tola biruta de aeroporto, que vende a alma até para o PT em nome do Poder, é um perigoso cavalo-de-pau para jogar SC no inferno em guerra contra o espectro do vírus satânico que está passando o gadanho no pescoço dos seres humanos.


FRIA

Garganta Profunda não deu, se quer, uma mensagem de dor e lamentações em relação aos catarinenses enterrados em sacos pretos e sem velas. Ela tagarela, fala as tolices que marca sua personalidade e quer o Poder de SC na voz rouca e furada dos deputados da oposição.


LONGE

Ricardo Roesler é um fino homem público, presidente do Tribunal de Justiça e com uma história de respeito à Constituição e valores de responsabilidade. Esta história de que tem obrigação de votar como os membros de convivência no egrégio se optarem pela cassação, é inconsistente.


ESQUEÇA

A oposição quer imprimir na toga do presidente do Tribunal de Justiça de SC, a alcunha de Maria-Vai-Com-As-Outras para justificar um possível voto de minerva que ocorra. Ricardo Roesler é um arauto que, ao declamar seu voto, se assim for necessário, vai julgar pela tranquilidade estadual.



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