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Moisés é perseguido político; Para derrubar, é preciso patifes; Schuster alargou o pé grande; Bi campeão de tombo; Um vilão travestido de herói

Por: Marcos Schettini
29/03/2021 10:22
Divulgação

Apenas vilões precisam provar ser herói

A filha do negacionista de Auschwitz precisava deste presente de grego. Patética, não chegaria nas condições de 2018 se não tivesse o eleitor no tamanho de seu cérebro. Em Timbó, Carlos Moisés ganhou de Gelson Merisio. Foi 85,18% para o marido de Késia, contra 14,82% para o cônjuge de Márcia que já havia perdido no 1° turno de 42,50% sobre 30,98%. E o deputado Schuster não tem nada a ver com isso. Ele, nem ninguém, teve liderança suficiente para impedir que o filho de Xaxim fosse vencedor sobre o agora bi afastado. Timbó quer dizer, cansado, mole, esgotado. O parlamentar do PSB viu as portas fechadas no governo do bombeiro e fez um julgamento político. Mas agora está tudo bem. Tem a governadora que merece e vai ganhar dela a atenção merecida. Só por seu voto, derrubando a pilastra central, está com a vida política garantida por anos de mandato. O rapazinho é baixinho, mas pensa grande.


COMPARAÇÃO

É verdade que a questão dos 33 milhões é, de fato, um grande argumento para derrubar um governo. Mas precisa do voto de um patife para que consolide a cassação. Inédito, Carlos Moisés precisou da ajuda de dois, nos processos que viveu.


LEGAL

Derrubar governo é do jogo democrático, mas precisa de um outro canalha, muito mais baixo, para ficar embaixo da estrutura, sustentando a coluna até que seja comandado a deixar cair. O Legislativo tem de tudo. Mas agora sabe com quem convive.


PRÊMIO

Laércio Schuster passou toda a noite do pós-queda daquela madrugada julgadora, tomando um sal de frutas. Foi a forma de expelir o mal-estar covarde de passar em frente ao espelho e ver o reflexo de um pseudomoralista. Vai viver muitas noites em claro.


PALAVRA

Quando deu a sua honra a um amigo que teria lhe pedido fidelidade, roeu-se à noite. Cavalo de Troia, é o repeteco grego disso. Para ganhar a confiança total da beneficiada do seu voto, deve presentear ao DNA dela, uma suástica. É um judeu capacho do seu negacionismo.


FELIZ

Quem está realizado com o gesto do membro do brasão familiar em SC, é o presidente do Conselho Central dos Judeus na Alemanha, Josef Schuster. Honrado na fantasia moralista, o parlamentar barriga-verde foi servil de seu algoz. Vale-se no tamanho do que recebe.


MANDADA

Daniela Reinehr é daquelas que não sabe a cor do cavalo branco de Napoleão. Não o de Blumenau. Ela é só um joguete por força de sua personalidade patética. Oca, sabe que não pode confiar em ninguém justamente porque não tem raciocínio para entender a própria existência.


JAMAIS

A futura governada-por-alguém, nunca terá a personalidade simples de um Carlos Moisés. Foi no gesto de bombeiro de salvar vidas, que levou-o ao tropeço da compra dos respiradores. O marido da Késia pode ser truncado, mas não ladrão.


PARABÉNS

Valdir Cobalchini, Marcos Vieira e Fabiano da Luz, não têm que dar satisfação do voto. Se votassem contra, tomariam o mesmo solavanco das redes sociais. Votaram pelo certo e com a consciência tranquila. Sabem que Carlos Moisés é vítima de perseguição política.


INÉDITO

Ninguém tem tanta força para segurar dois afastamentos políticos como Carlos Moisés. Quem vê assim, pensa que o ex-bombeiro é de ferro. Sua coragem de enfrentar os movimentos do xadrez político, enfiados em sua carne inocente, possa forjar um retorno.


CABEÇA

O deputado serviçal, marionete que decidiu ser o ventríloquo de seu cérebro superior, é outro joguete dentro do tabuleiro. Nenhum patife político passa incólume no risco da história. Quando não é na incapacidade de se auto suportar, é eliminado pela justiça do tempo.


SUJO

Laércio Schuster se diferencia de Sargento Lima porque o militar é, em tese, da linha ideológica de 2018. Portanto, se cuspir na cara de Cristo em direção ao Calvário, faz parte do jogo. Mas o deputado do PSB é político de negociata. Qualquer leilão, joga-se.


MARIONETE

Descobriu a pólvora aquele que sabe da presença de Gelson Merisio na construção para derrubar Carlos Moisés. Óbvio dentro de outro, todos sabem que Garganta Profunda não tem cérebro para tal, foi pedir penico a quem derrubou em 2018. Daniela Reinehr é oca.


SERPENTÁRIO

Governadora a partir de amanhã, a filha do nazista está cercada. Como não tem habilidade para absolutamente nada, quem assume de fato o governo é Gelson Merisio com quem Garganta Profunda precisa pedir bênção orientada a fazer isso e aquilo.


LEITURA

Gelson Merisio usou o leilão em Laércio Schuster porque não tinha força sobre Marcos Vieira. Até porque, o deputado do PSDB votou a favor de Carlos Moisés. Isso, por si, mostra o clima no ninho tucano catarinense. Como tinha certeza entre os membros desembargadores, pescou fora.


FORÇA

Está em Marcos Vieira, Valdir Cobalchini, Zé Milton Scheffer e Fabiano da Luz, manter o voto em favor de Carlos Moisés. Pela Semana Santa, vale a frase de angústia profunda do Ressuscitado vendo-se só. Eli Eli Lamá Sabactâni.



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