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Transparência Criciúma

Leandro Sorgato ganha luz; Clésio Salvaro aceita; João Rodrigues conjuga; Camilo Martins e Lunelli; Dário Berger quieto; Semana decisiva para SC

Por: Marcos Schettini
03/05/2021 13:16
Maurício Vieira/Secom

Semana de barulho silencioso

Enquanto Gelson Merisio vai orientando a patética Daniela Reinehr a estuprar o Estado com violentas mudanças no 1° escalão, atacando o setor produtivo do Oeste e fazendo Mario Cezar de Aguiar, presidente da Fiesc, mandar recado de insatisfação com a arrogância desnecessária da pendurada governadora, os movimentos contra a cassação de Carlos Moisés ganham altura entre a maioria absoluta dos prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais. Da bancada no Senado, apenas Jorginho Mello, na indicação de Carmen Zanotto, afinou-se. Assim mesmo, mantém-se quieto e já mostra arrependimento. Sabe que foi afoito na indicação da deputada federal na Secretaria da Saúde. O traidor Laércio Schuster vive dias terríveis de abandono e indiferença dentro da Alesc. Bem lembrado por Altevir Antonio Fogaça, delegado federal do MDB de Jaraguá do Sul: “Você pode até viver com a traição, mas com o traidor, jamais”, citando Leonel Brizola.


MOVIMENTAÇÃO

Dentro do MDB as correntes começam a tomar a forma Antídio Lunelli governador. Como Dário Berger fica cada vez mais isolado internamente, as forças ganham direção rumo ao projeto político do prefeito de Jaraguá do Sul.


BALANÇA

O senador pelo MDB tem buscado alternativas para firmar avanço interno sobre o concorrente da região Norte, mas tem tido pouca resposta. Dário joga em Brasília e Antídio em SC. A procura pelo modo Lunelli de governo, contagia.


REAÇÃO

A militância que quer Dário Berger candidato ao governo, aguarda as mexidas de Mauro Mariani, ex-presidente do partido, deputado federal forte e candidato a governador em 2018. Está nele, agora, a direção da arrancada porque tem muita moral na arena ulyssista.


OPA

Clésio Salvaro já afirma abertamente que gostaria muito de ser um nome na composição ao lado de Antídio Lunelli. O prefeito de Criciúma entrou no debate da sucessão depois de uma conversa com João Rodrigues, de Chapecó, e Orvino Coelho, de São José.


POSIÇÃO

Clésio aceitaria ser vice na chapa de Antídio com João Rodrigues ao Senado. Buscam reativar a Tríplice Aliança que marcou os tempos de LHS que comandou SC desde 2003 até a desastrosa ruptura de Gelson Merisio em 2018, quando derrotado por Carlos Moisés.


SANTIFICAÇÃO

Se o raciocínio em torno de Antídio Lunelli constrói uma reaproximação entre os três partidos, cria-se novamente o case eleitoral que deu dois mandatos a LHS e Raimundo Colombo consecutivamente. Dário Berger, ocorrendo, fica asfixiado neste jogo.


SONHO

Dário Berger observa a ida de Antídio Lunelli rumo ao Podemos. Camilo Martins tem conversado com o prefeito de Jaraguá do Sul oferecendo a ele a majoritária e poder de construção política. O ex-prefeito de Palhoça também vê no prefeito da terra da WEG um sucesso eleitoral.


CERTEIRO

Camilo Martins está correto ao tirar Antídio Lunelli do MDB evitando desgaste do empresário no meio ulyssista. Sabe que no segundo turno ele amplia vantagem sobre os demais devido à ligação com Jair Bolsonaro que iria aparecer em SC. Principalmente com João Rodrigues na chapa.


AMADURECIMENTO

João Rodrigues só deixaria o comando da Capital do Oeste em uma conversa com as lideranças do Progressistas, vice em Chapeco. Delas, Esperidião Amin, nome presente na disputa ao governo. O marido da deputada Angela Amin tem patrimônio indissolúvel no eleitorado de SC.


COSTURA

Ao deixar a prefeitura, João Rodrigues entrega um precioso reduto eleitoral ao Progressistas, partido que só comandou a terra de Plínio Arlindo De Nês e Aury Bodanese com Milton Sander, duas vezes prefeito de Chapecó. Ao ceder, quer apertar a mão de Esperidião no jogo.


ENTÃO

Jorginho Mello também quer João Rodrigues na chapa 2022. Mas tem o problema da geografia. Sabe que ele e o prefeito de Chapecó são do Oeste e, por isso, sem chances. O marido de Fabiane Rodrigues sabe que inviabiliza a chapa.


SIGLAS

Já falam no nome da primeira-dama da Capital do Oeste para mergulhar em uma majoritária. Mas não ganha a mesma altura de João Rodrigues. Não é apenas a mistura de sangue, mas o presencial do prefeito de Chapecó na chapa. Ele liquida qualquer sonho eleitoral de Gelson Merisio.


ESQUEÇA

As lideranças ligadas a Carlos Chiodini não aceitam qualquer raciocínio do deputado federal para não disputar ao menos a reeleição no ano que vem. O ulyssista havia dito que abre mão do espaço em nome de um entendimento maior. Os prefeitos e forte coletivo empresarial disseram não.


RECADO

Carlinhos Chiodini buscou demonstrar desapego ao poder e construir uma ponte para o futuro. Mas todo o coletivo ligado à sua liderança, gritaram não Estado afora. Ele poderia estar na majoritária, mas não comporta dois nomes da mesma região, principalmente da mesma cidade de Antídio Lunelli.


CONSTRUÇÃO

Décio Lima aguarda sinalização do comando nacional do PT para preparar a chegada de Lula da Silva em terreno dominado por Jair Bolsonaro. Disputou o governo em 2018, ficou em quarta posição ganhando em 34 municípios de SC. Reflexo duro do estrago bolsonarista em 2018.


ELE

Leandro Sorgato, empresário do ramo da educação e bebidas, lembrou a ida de seu pai, Gelson Sorgato, ex-deputado estadual MDB, a Balneário Camboriú com Alberto Sordi, prefeito de Xaxim, a um encontro com Tancredo Neves em 1984. Lembra, ainda menino, que via um Brasil novo com o presidente desaparecido em 85.


DEDICADO

Visionário e preparado para o futuro, Leandro Sorgato ganhou uma notícia gloriosa de seu papel empresarial. No 31° exame da OAB, a Uceff, instituição de ensino superior onde é CEO fundador, apresentou os melhores índices de aprovação no ensino jurídico. 1° lugar na região Sul, 2º lugar geral em SC e a 25ª posição no nível nacional.


FUTURO

Um acordo em Chapecó dá a ele a candidatura a deputado estadual e deve sair casado com Valdir Cobalchini. Leandro Sorgato segue a linha sucessória de seu pai. Gelson Sorgato, hoje aposentado, foi o único deputado estadual da Amai pelo MDB. O empresário da Uceff quer a Alesc.



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