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Busque por Palavra Chave

A dor coletivo da derrota; A fragilidade dos golpistas; A soma de todos esforços; Um zumbi escondido; A política sai coroada

Por: Marcos Schettini
10/05/2021 11:04
Secom

A vitória da política

Carlos Moisés viveu o inédito título de bicampeão que marca a história do Brasil. O marido de Késia perdeu os cabelos para saber que a vida pública, mesmo com as verdades de transparência, honestidade e seriedade com Erário da Silva, precisa de articulações, do aperto de mão, aqueles negados a granel durante os dois primeiros anos de mandato. Mas foi preciso que, com a carne marcada no pelourinho da indiferença, que envergou-se às mexidas do tabuleiro. Contou com o respeito de Eron Giordani junto às bancadas, o tratamento que ele, seja na chefia de gabinete da Alesc ou por onde passou, que registrou vozes de afeição, compromisso e trato pessoal. Agora, como chefe da Casa Civil, tem a assinatura plena de todos eles. À exceção dos patéticos reconhecidos, fala no verbo conjugar e o governador, agora, vai dar destino à vida pública que negou permanentemente. No momento certo deverá se filiar e se somar às discussões de 2022. Olhar para frente e fazer acontecer de verdade. A máquina, agora, anda na velocidade necessária do traçado. É a prudência redesenhando sua presença de comando. Agora, de fato, acabou a eleição estadual e inicia-se imediatamente outra. A máquina não para.


DOR

A governadora interina mais patética do país, deu uma declaração que aceitava o resultado do julgamento a favor do titular Carlos Moisés. Deveria ter ficado calada. Era só o que faltava ela, com sua cabeça perdida, não engolir. E desceu seco o resultado.


COBRANÇA

A defenestrada Daniela Reinehr deve cobrar de Gelson Merisio o pacote comprado e não entregue. No meio comercial, pagar e não receber tem o nome de estelionato. O fornecedor enganou o consumidor. Tem que acionar Thiago Silva, chefe do Procon de SC.


CEGA

Portas antigas não levam a caminhos novos. A serviçal de Gelson Merisio deveria saber disso. Ele já havia sido negado em 2018 justamente por ser a mesmice das ideias mofadas que ostentou. Patética, tropeçou na soberba e arrogância. Agora, estão ambos onde merecem.


MERECIMENTO

Gelson Merisio buscou destruir SC para seu prazer pessoal. Fez joguete de Poderes e pessoas. Tem quem diz que ele é muito forte para ser reconhecido nisso. Bobagem dos tolos. Destruir é mais fácil que levantar. Quem é forte nisso é Eron Giordani que, do zero, edificou.


SIMPLICIDADE

Sem a máquina na mão, sem estrutura, apenas na palavra e olhar de confiança, Eron Giordani edificou a mureta contra os blindados e ataques aéreos que a serviçal Daniela Reinehr entregou aos adversários de Carlos Moisés. Na palavra e no aperto de mão com os resistentes.


RESISTENTES

Toda forma de encanto e cheques em branco foram oferecidos aos quatro deputados estaduais. Tudo o que há de imaginário foi-lhes, um a um, apresentado para roer a palavra dada. Os pigmeus de Gelson Merisio, fizeram o diabo, mas mantiveram o compromisso de salvamento.


ZUMBI

Laércio Schuster é um corpo sem vida entre o dono do punhal e também na carne perfurada. Os dois lados não confiam nele. Um por não ter o que lhe oferecer porque perderam o governo. O outro porque, recuperado o Poder, vai saber o que fazer.


MORIBUNDO

O deputado Laércio Schuster fede. É radioativo e não encontra uma só viva pessoa que lhe olhe. É um defunto andando na Alesc. Envergonhado, entra pelo teto da Casa em direção ao gabinete, evitando passar pelo Hall. Uma bolha de gás venenoso.


ENTÃO

Agora, enganado pelo patrão fantasma, resta Laércio Schuster renunciar ao mandato e sair de SC. Deve pedir emprego para Gelson Merisio para carregar suas malas nos voos que faz no jatinho da JBS. O avião pousa e lá está o moribundo esperando para ser útil em sua inutilidade.


CRUEL

Ninguém quer saber do patético Laércio Schuster. Até as meninas que haviam ganho emprego no miúdo governo de Daniela Reinehr, querem apedreja-lo. Todas que caíram no conto daquela vida fácil, regada a vinho e festas em momentos necessários, agora voltam às ruas.



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