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Começa nova era Moisés; O MDB é o futuro; A amizade dos deputados; Quando a política diz; Triunfo e derrotados

Por: Marcos Schettini
11/05/2021 14:28 - Atualizado em 11/05/2021 15:07
Secom

Trabalho e resultados

Carlos Moisés agora tem sua firmeza no cargo e, por isso, deu já os primeiros passos em direção ao governo que acredita e foi destinado a realizar. Tem o que há de melhor em um coletivo de ações e uma Assembleia Legislativa afinada. Não serviçal, mas em favor do que há de melhor em dar a SC. O governador pode contar com sua equipe e a maestria de quadros em pontos estratégicos da agenda de trabalho. Uniu-se àqueles que sabem o que fazer, como e de que forma para ter eco rápido na sociedade. Aquele mofo marcado pelo impeachment, já está sendo limpo. Os derrotados, cheios de raiva, arrancam suas carnes às mordidas entre si. Já falam de tudo e de palavras impublicáveis, mas que pessoas inteligentes sabem como é a cara de quem perdeu o governo entre os dedos. A satisfação é dupla porque resgatou-se o poderoso governo e os destruídos inoculam seu pior veneno nos seus quadros falidos. É aquela história cinematográfica do bandido fugindo de seus iguais.


MOBILIZAÇÃO

O MDB está correndo, como ninguém, o Estado. Os ulyssistas fizeram uma homenagem a LHS no último final de semana e mostraram que estão, seja com qualquer nome, em busca do governo no ano que vem. As bases só falam em 2022.


UNIDADE

Não existe coesão no MDB. Os quadros transitam em direções contrárias, mas em mesmos objetivos. Dário Berger, Celso Maldaner e Antídio Lunelli querem a mesma cadeira de Carlos Moisés da Silva, o bicampeão do impeachment que pode, também, decidir pelo ulyssismo.


CONVERSAÇÕES

Impressiona o nível de amizade e entrosamento entre os quatro deputados, mosqueteiros do Castelo Carlos Moisés, guardiães do seu salvamento. Marcos Vieira, Zé Milton, Valdir Cobalchini e Fabiano da Luz, misturaram o sangue e gostaram da experiência.


VENCEDORES

Eles, em nome dos demais que estiveram afinados ao retorno do titular, consagraram-se. Marcos Vieira por liderar e ser resistente, Zé Milton por ter sido alvo de todas as influências de uma amizade com Leodegar Tiscoski e, mesmo assim, honrando suas verdades.


ENTÃO

Valdir Cobalchini trilhou o correto caminho de verdades demonstradas pelos órgãos de controle, já Fabiano da Luz tirou no exemplo de Dilma Rousseff, a resposta ao bolsonarismo da patética interina. Quatro quadros, novos heróis. O Parlamento, com eles, ganhou altura.


DESFECHO

Os deputados convivem com o efeito da traição, mas não com seu patrocinador. Seja Sargento Lima na primeira ou o moribundo Laércio Schuster na segunda, criaram demonstrada indiferença por parte dos demais pares. Eles, hoje, são apenas corpos e nada mais.


LEMBRANÇA

Sargento Lima, por afinidade ideológica, ainda tem argumento para afirmar sua traição em favor da destruída vice. Mas o Judas de Timbó caiu no próprio inferno. Laércio é peso em um abismo sem fim. Se não tem respeito de ninguém dentro da Casa, fora dela, é um mapa de desgraças eleitorais.


PARABÉNS

Mauro de Nadal se comportou discreto, mas atuante dentro do retorno de Carlos Moisés. O parlamentar não somente afinadíssimo no jogo de construção, mas fazendo sua parte política. É o representante máximo da Alesc na voz de sintonia com o governo.


RECLAMAÇÃO

O PSC de Narcizo Parisotto quer a Secretaria da Assistência Social do Estado. O ex-deputado e o atual deputado do partido, Jair Miotto, terão uma conversa com Eron Giordani. Estiveram no projeto do secretário da Casa Civil em todo o desenho político e tem o reconhecimento deste engajamento.


ELES

Luiz Fernando Vampiro na Educação e Altair Silva na Agricultura, presentes nas pastas mesmo diante da construção do golpe, mantiveram-se longe da interina em todas as iniciativas. Sabiam do risco que, dando tudo errado, voltariam para a Alesc fazer o que o eleitor destinou-os em 2018. Agora, estão em casa.


RETORNO

André Motta voltou ao posto na mesma humildade em que foi retirado pela vice patética. Mesmo não tendo o respeito da deputada Carmen Zanotto, que entrou sem ao menos reconhecer seu trabalho, não joga na mesma moeda e parabenizou sua interinidade.


FORTE

Jorge Tasca volta às funções porque, quadro de posições fortes e resoluto, vai dar aceleração na máquina para recuperar o tempo perdido. O secretário da Administração é aquele que, agora, com vigor, vai fazer o que sabe ao seu estilo de militar e com marcas de honra.



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