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Altura de Rafael Horn; 5° Constitucional é jogo; Indicação tem o rosto do governador; MDB por ele; Michel Schlemper mexe; Adriano Silva coxinha: Doria necessário

Por: Marcos Schettini
22/06/2021 10:39
Governo do Estado de São Paulo

Por que João Doria deve ser opção

Pela simples forma como é atacado pelos bolsonaristas. Só por este argumento, já é suficientemente farta a necessidade do governador de São Paulo entrar no jogo sucessório. Quando os filhos e o próprio presidente da República atacam sua liderança, é porque o tucano equilibra-se no jogo. Vão dizer que ele se elegeu na sombra de Jair Bolsonaro e toda aquela falácia usada para tirar do marido de Bia Doria as luzes que cercam sua chegada à Prefeitura de São Paulo e a reeleição de Bruno Covas na soma destes esforços. A única vacina, chutada, discriminada, cuspida e intolerada, foi justamente a que deu pontapé inicial à imunização. Quando ela foi negada pelo Governo Federal, salvou uma nação de vidas diante da desgraça da negação. Geraldo Alckmin, Fernando Henrique Cardoso, Tasso Jereissati, Eduardo Leite e as lideranças tucanas, devem inclinar seus ouvidos às movimentações do líder paulista. Não gostar do modo como ele se comporta, não quer dizer que não seja necessário. Não há tempo suficiente para brincar de idiotice. Se São Paulo não entrar no jogo sucessório, não adianta chorar depois.


PARABÉNS

Tirando o aspecto milionário em que se tornou a disputa pelo 5° Constitucional, Rafael Horn chega à lista sêxtupla coroado. A lisura, transparência e inovação que marcaram a votação finalizada ontem, mostrou novos tempos na condução da OAB. O presidente se consolida.


MILIONÁRIA

A escolha final da lista sêxtupla gerou todo tipo de comentário negativo dos excluídos. Cola no nome de Diogo Pítsica como uma espécie de campanha com fartura de estrutura para alcançar a votação demonstrada ontem. Embora a votação não seja regional, mas pela inscrição na OAB, pesou ele ser da capital.


DESFECHO

Os seis nomes vão para o TJ que, agora, tem a responsabilidade de eliminar três dos seis nomes e enviar ao governador Carlos Moisés, aquele massacrado, pisoteado, triturado à moda carne moída, para decidir o futuro desembargador. Pelo critério carne marcada de surra, é possível identificar a escolha.


ESCOLHA

Carlos Moisés vai martelar o veredito do próximo desembargador do TJ, amparado em seus conselheiros que, ao lado dele naquela Via Crucis das invisíveis mãos do impeachment, quase baixou-o à cova política. Vão auxiliá-lo nas verdades que o episódio marcou naqueles dias de violência.


BACANA

Esta história de que a indicação não tem peso político, é bobagem. O governador Carlos Moisés tem nas costas as marcas das chicotadas no pelourinho do impeachment. Saiu de lá em carne viva e as cicatrizes vão entrar na balança. São os tempos dando seu próprio recado político.


DEMARCAÇÃO

Aqueles que estiveram com Carlos Moisés, permanecerão. É a lógica presente nas escolhas feitas dentro do jogo político. Quem sangrou naqueles dias de sombra, dor e ranger de dentes, marca o território e vai rugir alto sobre as hienas. No mundo animal, como na política, é no mata-mata.


RECADO

O inquilino d’Agronômica sabe que a escolha do nome para o TJ tem a interpretação disso. Se não existe pecado do lado de baixo do Equador, então vai morar neste hemisfério aqueles que são puros e não os contaminados. Isso quer dizer que o nome do 5°, tem seu rosto. Querem que ele indique oposição?


TROPEÇO

O MDB não viu o coronavírus quando do calendário estabelecido para as prévias. Esta equivocada atitude, agora, mostrou o erro e, na reunião de ontem, tropeçaram no vírus. A realidade mostrou que os encontros dos ulyssistas tem sido pobre pelo tamanho do partido. Já não sabiam?


ESQUEÇA

Os ulyssistas não convivem com unanimidade. Sabem que ela é burra. Mas coronavírus abriu exceção e, nas palavras do presidente Celso Maldaner, todos concordaram em dissolver as prévias que todos sabem o final. Quando um partido deixa de ter divergência, torna-se patético.


SANGUE

Michel Schlemper tomou frente de apoio aos três vereadores cassados em São José em total sensibilidade. Vice-prefeito é apenas boxeador incondicional ao lado dos seus companheiros. Passa frio, fome e sede na defesa do MDB que, agora, vive um duro tempo de provas de inocência. A executiva estadual somada à luta.


FRAQUÍSSIMO

Adriano Silva já convenceu seus patrocinadores na eleição do ano passado que veio para fazer o trivial e para por aí. O prefeito de Joinville assinou uma retórica patética no cenário estadual. Agora é tarde. Ele já mostrava-se deslocado e sem sal deste a eleição. O Novo é a cara da política coxinha.


BLÁ

Gilson Marques é um parlamentar discreto e eficiente. Em Brasília atua com firmeza, locução e desapego ao Poder. É um genuíno quadro na geografia do partido e, por isso, Adriano da Catarinense joga a máquina pública para puxar seu tapete. O candidato a deputado federal do prefeito de Joinville é Bruno Souza.


ELA

Ana Paula da Silva vai decidir seu rumo nos atrasados próximos 30 dias. A deputada estadual está procurando a bússola partidária que dê segurança ao seu retorno eleitoral no ano que vem. Paulinha imprime ritmo, mas não pode cometer erro. Se escolher o partido errado, cai.


IMPRESSIONANTE

Impressiona a vontade política de Vinicius Lummertz em dar direção ao turismo brasileiro. O secretário de São Paulo trabalha muito e tem conteúdo suficiente para estar presente em uma majoritária forte para doar seus conhecimentos. O tucano é um rapaz de alto valor político.



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