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BR-470 e a intervenção federal; Ministro Tarcísio é maior; 5° Constitucional mobiliza SC; Elas no jogo; Não é fácil ir para o TJ; O MDB no comando

Por: Marcos Schettini
01/07/2021 11:51
Divulgação

O MDB é a sala da operação

As lideranças do partido vão subir a Serra para dar continuidade ao roteiro que, sabe-se, são campeões em realizar. Começam hoje por São Joaquim, Lages, Curitibanos, Campos Novos, Caçador, Videira e Joaçaba. Sabem fazer política como nenhum outro partido que, nestes tempos, ficam discutindo o sexo das minhocas. O PSDB, da valente Geovania de Sá, ensaia logo abaixo. Os demais, na lareira de pijama, falam o óbvio. Os ulyssistas querem o Centro Administrativo e trabalham para isso. Se afirmam que não houve suspensão das prévias, o adiamento ficou para agosto. O Diretório, acima da Executiva, vai marcar nova data para confrontar Dário Berger, Celso Maldaner e Antídio Lunelli. A bancada, à mesa com Carlos Moisés, olha-o nas fileiras em busca da reeleição. Sabem que tem máquina, recursos, time e Eron Giordani na majoritária ao Senado. Estão com oxigênio, bisturi e linha de costura.


BACANA

O ministro Tarcísio Freitas está se apropriando do dinheiro do cidadão de SC, aquele que sai do bolso do contribuinte, para decidir que os R$ 200 milhões que o Estado está injetando na duplicação da BR-470, seja dividido em quatro lotes da rodovia e não nos dois que Carlos Moisés está propondo.


ESQUEÇA

Quando percebeu esta apropriação indébita, o marido de Késia da Silva reuniu as forças econômicas e políticas para apresentar o painel de intenções e impedir que os recursos sejam aplicados em dois lotes e dê a velocidade necessária para aceleração e entrega da obra.


PIRATARIA

O ministro da Infraestrutura é um dos quase nada coerentes do Governo Federal. Tarcísio de Freitas deve receber a comitiva estadual liderada por Carlos Moisés para entender o processo, não mexer no plano anterior e dar aval. Quanto mais mete a mão no que não é seu, mais vidas são ceifadas pelo atraso na BR-470.


MÃOS

Os quatro deputados que salvaram Carlos Moisés daquela segunda morte política em 7 de maio, serão ouvidos na indicação do 5° Constitucional. O governador joga nas digitais da Alesc para dar o veredito. É que, agradando a uns, deixaria os demais descobertos. Ampliando na consulta, divide-se neste desgaste.


ELAS

As mexidas dentro do TJ podem colocar areia na aposta do 5° em favor da hegemonia masculina nos seis nomes, hoje nas mãos do presidente Ricardo Roesler. Como Tammy Fortunato e Patrícia Uliano Effting estão no páreo, a peneira do segundo corte pode elevar uma delas. Aí entra a força feminina de Késia da Silva.


LEITURA

Patrícia Uliano Effting é de Tubarão e estaria sendo observada pela relação geográfica com os moradores da Casa d’Agronômica. Justamente para não criar vinculação, Carlos Moisés repassa parte da responsabilidade aos deputados. Não quer assinar sozinho uma escolha tão cobiçada.


HISTÓRICO

Chegar às fileiras do TJ pelo 5°, é a soma de muitas circunstâncias. Além dos melhores na votação pela base da OAB, cai no Judiciário o 2° corte e entregue ao governador o carimbo final. Passar por toda esta maratona pelo Saara e morrer no oásis, leva-se em favor do trio o que fizeram ao longo da vida e as bandeiras defendidas.


MAIS

Para assumir a honrosa cadeira no TJ, é preciso ter uma vida pregressa marcada pelo suor das bandeiras estendidas ao longo da linda carreira na OAB. Pela disputa sempre demonstrada, está mais para 5° dos Infernos. O purgatório para chegar a este céu na indicação de Carlos Moisés, é o pódio da vida.


SIM

Carlos Moisés viveu dois infernos políticos que, ressuscitado deles, está salvo, mas nem por isso, no Éden. Neste lugar, tem a diabólica fruta que, encantadora no olhar, é saborosa, portanto, convidativa. Até porque, o pecado chama. O 5° dos Infernos é a mordida. Foi-lhe, sabe-se, da costela retirada, que foi expulso do paraíso.


NÃO

É fácil sair do paraíso para morar no vizinho a este. Quem viveu em choro e ranger de dentes, noites acordadas e traições vividas, conhece o 5° dos Infernos. Aprendeu. A fruta está ali, no quintal, chamando. É só sorrir de volta. E não precisa ser tubarão para conhecer este mar revolto.


POIS

O impeachment em SC ensinou muito a todos. Que política é tudo. Adversário é aliado. O Poder, como a sorte, ri e, depois, trai. Cavalo esperto, não espanta a boiada. Dívida é diferente de gestos. Estes, como o expresso na Alesc, aqueles via deputados membros do Tribunal de Cassação, são. Até que deixe de ser.


PALAVRA

Jorge Bornhausen é a expressão dela. O filho de Irineu absorveu deste DNA que, dita, é para manter. As circunstâncias mudam, mas os prejuízos devem ser quase imperceptíveis quando a necessidade avança sobre a prudência. Esta última, regendo o mundo, evitaria guerras.


GUERRAS

A humanidade avançou com elas. Briga-se por tudo, nem por isso, mata-se a gosto. Houve um tolo, típico de seu tamanho, que falou do uso da pólvora sobre a prudência e riram dele. O 5° Constitucional é para construir política e diálogo. Se 2022 é nesta altura, serve-se nele.



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