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Previdência une sensibilidade e necessidade; Eron Giordani é o futuro; João Henrique Blasi usa experiência; Impeachment foi destruído; Ribalta eleitoral

Por: Marcos Schettini
07/07/2021 12:20
Divulgação

Luzes da Ribalta

Estar no palco é fácil, mas é preciso luz, talvez até muitas, para ser observado pelo público, aquele que decide assistir ao espetáculo. Se a peça é boa, faz rir e chorar, tem drama e a equipe sabe quando mudar o cenário, prendendo a atenção dos presentes, vale o preço. A política em SC é um script em construção. Tem personagens, mas um enredo pobre. Este engana aquele que, adiante, junta-se a outro que manipula com o primeiro. Tem quem afirma ser do pôquer todos os meios para atingir o fim. Maquiavel nunca disse, mas pelos ensinamentos afirma, em tese, que os inimigos devem ser apunhalados pelas costas e os amigos impedidos de nascer. Na eleição vai ser visto muito disso, como nunca. No impeachment foi evidente e mostrou quem está com quem e porquê. Ali, cobras conviveram com ratos em harmonia, rompendo a natureza das coisas. Diziam que amavam-se mutuamente e que traições, na vida pública, é ilusão. Somente entre casais porque, de fato, ninguém é de ferro.


MEXIDA

As entidades se movimentam para buscar um entendimento entre mudanças na previdência e a sensibilidade possível. João Henrique Blasi, vice-presidente do TJ, foi conversar com os deputados ontem. Estava acompanhado de representantes do TCE/SC e MP. Bateram à porta de Marcos Vieira.


ELE

Ex-deputado e exímio articulador em seu tempo naquela Casa, João Henrique Blasi tricota com a mesma habilidade. MP e TCE foram bater panela em seu gabinete no TJ justamente pela habilidade que marca sua simpatia e jogo de cintura. À mesa com Marcos Vieira, sabe por onde. Carlos Moisés sobra em gratidão no tucano.


ALTURA

As mexidas no texto base da previdência é uma espécie de ganha-ganha que Blasi busca no peito de Marcos Vieira. O desembargador sabe que o deputado tem as portas da Casa d'Agronômica escancaradas e que Eron Giordani, também do naipe, joga com o mesmo baralho.


IGUAL

Garimpeiros mordazes, os fiscais da Fazenda não param de deixar Carlos Moisés rindo. O governador já alugou mil contêineres para entupir de dinheiro arrecadado pelo pessoal do Sindifisco. Eles trabalham muito e o Estado ri como nenê no colo da mãe. Neste ganha-ganha, Zeca Farenzena foi abraçar os deputados.


PARCEIROS

Zeca do Sindifisco é um rapaz de altura e sensibilidade. Sabe que o Estado é obeso e precisa aliviar o peso. Como é injetor de dinheiro no bolso de Erário da Silva, tem moral para pedir um calor para Eron Giordani, o valoroso secretário da Casa Civil que, muito sensível e inteligente, reconhece-os.


TURBULÊNCIA

A patética Daniela Reinehr, aquela aberração interina, foi orientada a usar da grandeza e valor profissional de Rogério Macanhão, muito forte na relação com os fiscais da Fazenda, para tumultuar no inferno do impeachment com a saída rápida de Paulo Eli. Se o Sindifisco é o coração da máquina, tem o respeito de Eron e Moisés.


ELE

Maurício Eskudlark não menos. Embora do PL, partido que errou ao indicar a deputada federal Carmen Zanotto para assumir a Saúde na incerteza do impeachment, tem total respeito em Eron Giordani. O deputado estadual, delegado de carreira, tem colchonete na Casa d’Agronômica.


VOZ

Justamente por entrar e sair dos cafés que toma à mesa com Moisés e Eron Giordani que Maurício Eskudlark transita firme entre a Polícia Civil e o governo. Não se tornou peça-chave neste canal de ligação entre categoria e Estado por acaso. O deputado do PL esbanja simpatia e sensibilidade. Joga pelo ganha-ganha.


FORTE

Eron Giordani tem o maior papel na história da Casa Civil em todos os tempos. Ele é admirado, respeitado e convergente entre todas as instâncias de Estado. Entra e sai dos Poderes paralelos com aplausos de palavra e compromisso. Convive com quem desenha o futuro, a melhor carta do baralho.


BARALHO

Todas as lideranças, de qualquer eixo de Poder, têm em Eron Giordani o respeito demonstrado. O rapaz é luz em qualquer discussão política e os dois braços de Carlos Moisés. A decisão de entrar nas urnas eletrônicas, é pessoal. Todos querem-no no jogo de composição 2022.


COMPOSIÇÃO

Carlos Moisés sabe que, ao decidir pela reeleição, precisa ter Eron Giordani no canal sanguíneo. O cenário muda positivamente com suas digitais políticas e amansa os ânimos. Os partidos políticos sabem que o rapaz tem verbo de composição e, se assumir o espaço, constrói.


REELEIÇÃO

Já é palavra no cenário dentro e fora da Alesc. Vai ter aquele que lembra que Carlos Moisés vai ficar explicando sobre o desastrado R$ 14 milhões restantes daquele mal que quase custou sua morte. Mas com Eron Giordani na alfaiataria, muda muito. É ele o artesão principal. Quem é do meio sabe, e os de fora abraçam.


BLÁ

A dor de cotovelo, insônia e tristeza que ronda os derrotados naquele impeachment patético, liderado pelos piores, queriam a Fazenda, o 5° Constitucional, Previdência e a máquina para produzir 2022. Deram o castelo de areia para o pseudo líder em Jurerê. Agora agonizam.


AGONIZA

Daniela Reinehr é uma mulher desonrada no mundo político. Fez tudo perfeitamente errado para estar onde se encontra. Tola, tem miopia e não aprendeu o jogo público desde o início. Preferiu descer a subir, escuridão à luz, mentiras como alegrias. Destruiu-se. Só, vê-se rejeitada onde procurou abrigo.



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