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Fecam ganha respeito nacional; Podemos, mas nem tanto; Siglas precisam disputar a governador; PSDB vai para o jogo

Por: Marcos Schettini
13/07/2021 12:08
Divulgação

A investida do PSDB para os novos rumos

Está correta a leitura do jornalista Cláudio Prisco Paraíso sobre a falta de reflexos eleitorais que elevaram, por exemplo, Vilson Kleinübing e Paulo Afonso a ser governador depois de perder e construir uma via futura. Gelson Merisio está completamente perdido. Os tucanos dão a ele algo incerto. Sem saber se ele de fato vá disputar o governo em 2022, agora de mãos vazias, sem a estrutura da Alesc e a submissão de Raimundo Colombo, pode fugir. Foi derrotado por Carlos Moisés pela terceira vez e, aquele clichê de pedir a música no Fantástico, está em andamento. Hoje na JBS e nu, sem as forças de Poder que marcaram seu tempo, está perdido entre Geovania de Sá, Clésio Salvaro, Marcos Vieira e outros tucanos de melhor pluma. Vinicius Lummertz, em entrevista ao Satélite neste canal do Lê NOTÍCIAS, abraça a causa. Um rapaz que dirige o Turismo em São Paulo e que gosta desafios. Tem mais credibilidade para buscar porque não soca uma candidatura goela abaixo. Ao lado de Clésio Salvaro, abnegado e cheio de vontade política, com uma gestão direcionada, tem a cara do ninho.


FACE

Hoje a Fecam ganhou ares de altura, rosto e identificação. A gestão Clenilton Pereira deu rumo à entidade, inclusive com respeito nacional nunca visto. A equipe da área tecnológica criou um site, em tempo real, para dar luz aos projetos e os passos que avançou para sua validação.


COMPETÊNCIA

A equipe da Fecam, formada por técnicos e valentes profissionais, dão velocidade aos projetos e transparência. A Federação Catarinense de Municípios é uma realidade de 1° mundo. Não somente tem estrutura e material humano acima da média, lá tudo acontece com brilho.


DUPLA

Jailson Lima, ex-deputado estadual e médico mordaz no combate à pandemia e em busca de vacinas, faz o show de atenção plena. Ao lado de Clenilton Pereira, que preside com mão firme e transparente, guiam a Fecam para o futuro, sendo a melhor do Brasil em rapidez e inteligência artificial.


INVESTIDA

Rodrigo Fachini está reunindo ao seu redor um leque de quadros em busca do resultado eleitoral no ano que vem. Em 2018, o MDB de Joinville lançou dois nomes quando o deputado estadual Fernando Krelling levou a melhor. Agora tucano e na Fecam, tem apoio real para chegar na Alesc.


FORA

Joinville vive a agonia de não ter LHS dizendo a direção. Depois de 2018, a maior cidade de SC vive dias de completa fragilidade política, embora a grandeza de Rodrigo Coelho, Cel. Armando e Darci de Matos que falam alto em Brasília. São a safra para salvar o município, longe de ter voz em 2022.


POBREZA

Blumenau vive igual distância de produção política. Mário Hildebrandt tem um governo bem combinado com a sociedade, mas as lideranças locais se perderam no tempo. Napoleão Bernardes, mais ativo, busca o espaço que Raimundo Colombo lhe fecha. João Paulo Kleinübing desapareceu total.


PERDIDO

O Podemos até gostaria de contar com Antídio Lunelli no seu projeto político, mas já perdeu as esperanças. Fabrício Oliveira teria que sair da Prefeitura de Balneário Camboriú, mas não sinaliza nada nesta direção. Vai sobrar para Camilo Martins, ex-prefeito de Palhoça, abraçar a causa.


RESPIRO

Todos os partidos deverão sentir o abalo da falta da coligação na proporcional. Sem um candidato a governador, puxando as candidaturas a federal e estadual, fica mais difícil ter certezas de chegada. DEM, PSDB, Podemos e PSD já sentem os efeitos. PT, MDB e PDT terão candidatos.


COBRANÇA

A bancada do PSD emagreceu na Alesc e, com três deputados, Julio Garcia, Ismael dos Santos e Milton Hobus, deverão cobrar um nome para puxar voto. Napoleão Bernardes e Raimundo Colombo estão no ringue e o ex-governador não coloca firmeza no ex-prefeito de Blumenau.


NADA

Se Colombo não sabe para onde vai o PSD, muito menos o partido em relação a ele. Faz tempo que Raimundo fala, mas não diz, escuta, mas não entende. Quando era governador, agiu exatamente assim. Se lá, naquela época, tinha tudo para apontar a direção e não mostrou, fora do jogo piorou.


ELES

Décio Lima ri muito das pesquisas que favorecem Lula da Silva, motivando sua ida ao governo, mas pode ir para federal. A pobreza representativa da terra do chopp deixa um clarão para o ano que vem. Não é à toa que Ricardo Alba mergulha na busca por Brasília.


APAGANDO

Laércio Schuster, completamente abalado, precisa de tratamento. Todas as pessoas estão erradas, ele certo. É aquela história do cego atirando nas arquibancadas do estádio. Um rapaz perdido em seu tempo, desorientado e sozinho. E nem iniciou seu tropeço pleno.


RACHADINHAS

Um ex-funcionário afirma que ele fazia rachadinha com seu pessoal e, denunciado nas redes sociais, foi atacar o governador e o jornalista Marcelo Lula. Ele é o corrupto que um tal de Bill anunciou na internet e o culpado são os demais. Rapaz completamente perturbado.



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