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Celso Maldaner indigna-se; A limpeza moral de Moisés; PSD em meia fase; Podemos sobe forte; A Fecam ganha o Brasil

Por: Marcos Schettini
20/08/2021 10:35 - Atualizado em 20/08/2021 12:25
Divulgação

Clenilton Pereira deu luz à Fecam

A Federação Catarinense de Municípios não é mais aquela entidade fora do jogo de contemplação política. Ela já deixou de ser uma entidade sem a altura que agora demonstra porque ganhou o controle merecido. O prefeito de Araquari deu altura, nunca vista, diga-se, àquela instituição que reúne 295 municípios do Estado e pode, em voz única, dizer a direção. Ao lado de Jailson Lima, médico e ex-deputado estadual, Rodrigo Fachini, ex-vereador e atuante na formatação da Federação, e a visão felina de Jorge Lacerda na área jurídica, transformou a Fecam em modelo brasileiro de resultados positivos. Toda a equipe que atua é incrivelmente competente e, por isso, tantos resultados positivos. A ida à Rússia, Emirados Árabes e Instituto Butantan para buscar vacinas, unir os municípios no mesmo interesse, tecnologia e comunicação, levou a Alesc a conceder a sala de atividades para que os deputados e prefeitos falem com rapidez e atuem junto. Clenilton é mordaz e eficiente. Com respeito aos demais.


REAÇÃO

Celso Maldaner indignou-se com os comentários feitos na coluna Satélite de ontem. Nela, o articulista afirma que o MDB estaria, em outras palavras, fazendo jogo de cena e que, no final, iria com Carlos Moisés da Silva no apoio daquele sufrágio de 2022, inclusive com ele na chapa.


DESTINO

Não é possível saber qual o caminho partidário que o inquilino da Casa d’Agronômica vai seguir, mas deverá ser uma sigla que possa dar a ele poder de negociação com os partidos grandes. Seja Republicanos ou o PSC, de Narcizo Parisotto, o importante é a amarra.


TECLA

Falta bater na questão dos respiradores que, agora, já, neste momento, tira Carlos Moisés do centro de qualquer ataque político. Se foi salvo na célula política, sai limpo na judicial. A quase recuperação total dos valores, fragiliza os cinco votos do TJ por sua condenação.


ENTÃO

Se os recursos dos R$ 33 milhões retornam para o bolso de Erário da Silva, os órgãos de controle isentam, por unanimidade, qualquer envolvimento do governador na compra dos respiradores, o TJ foi o único canal insensível às verdades demonstradas por todos os meios de investigação.


REQUENTANDO

No processo eleitoral de 2022, a oposição vai querer mostrar no programa eleitoral gratuito que os desembargadores da Comissão de Julgamento votaram pela cassação. Que Carlos Moisés foi salvo do impeachment pelo esquema político, mas condenado, insensivelmente, no judicial.


HISTÓRIA

Zé Fritsch, ex-prefeito de Chapecó, sofreu um processo de impeachment fraudulento quando foi prefeito e foi salvo pelos movimentos políticos feitos, inclusive, por Eduardo Pinho Moreira que, na época deputado federal, mexeu para evitar aquela aberração. O petista foi reeleito em uma piscina de votos.


ELE

Milton Hobus não é de enfrentamento. Sabe que o PSD vive uma agonia demonstrada. Falou muito na entrevista dada ao responsável por este Satélite, mas, no final, o mais do mesmo. O PSD vai amadurecer e, lá na frente, vai seguir a lógica do rio. Entra na chapa e, bem quieto, acomoda-se onde dá.


QUADRO

Marcos Vieira, de aniversário ontem, desenha seus passos. O deputado tem cacoete tucano e joga por este ninho. Mas é inteligente o suficiente e, por isso, aposta em Clésio Salvaro. Prefeito simpatia, Criciúma joga 2022 na versão vieirista de partido.


TUCANOS

Saulo Sperotto, Clésio Salvaro e Clenilton Pereira, para citar três quadros do tucanato, seguem linha da cartilha de voo. Estão casados com o deputado estadual e fundador do PSDB de SC. Os prefeitos são conjunto na criação da sigla e, por isso, jogam nisso. Sem estranhos dissonantes.


POBREZA

Paulinho Bornhausen cria um discurso inteligente ao se manifestar como independente dentro do jogo sucessório. O filho de Jorge Bornhausen é um dos melhores quadros de SC. Por ser rico em postura, deve estar presente em 2022. Fora, a eleição é pobre.


ALTURA

A entrada de Rodrigo Coelho no Podemos na próxima quarta-feira, mostra a sigla ganhando dimensionamento político. O marido de Cecília D’Agostin Longo Coelho é um deputado atuante e com postura parlamentar. No Congresso, é referência de um perfil de exigência da política de respeito e trabalho.


PODEMOS

O partido de Camilo Martins vai se tornando um direcionamento. Tem quadros de sangue-forte para o processo amanhã. Mário Hildebrandt em Blumenau, Fabrício Oliveira em BC, Eduardo Freccia em Palhoça, faz o partido ter voz e ser ouvido. Dificilmente a sigla fica fora do protagonismo em 2022.


TAMBÉM

Com Nazareno Martins falando no parlamento estadual, o Podemos tem atitude. Vai mostrar respeito no pleito e pode, inclusive, contar com candidato a governador real. Camilo Martins, que preside o partido, aguarda o amadurecimento do jogo, mas sabe o que está fazendo.



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