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Dia do Professor

Por: Frei Luiz Iakovacz
14/10/2016 11:30 - Atualizado em 14/10/2016 11:30
(Imagem: Divulgação/LÊ) (Imagem: Divulgação/LÊ)

Em muitos países e em datas diferentes, comemora-se o Dia do Professor; alguns com feriado, outros com alusão à data, em dias úteis.

No Brasil, aos 15 de outubro de 1827, o Imperador Dom Pedro I decretou a criação do Ensino Elementar em todas as “cidades, vilas e lugarejos”. O mesmo Decreto falava do salário dos professores, do processo para serem admitidos ao Magistério, das matérias básicas a serem ensinadas e da descentralização. Hoje, vivemos em outro contexto social, com poucas escolas no interior, pois tudo é centralizado na cidade.

No período deste Decreto, o segundo semestre era muito longo, 01 de junho a 15 de dezembro, com, apenas, dez dias de férias. Esta data seria, como que, uma “parada para evitar a estafa e preparar, melhor, o fim do ano letivo”.

Na realidade, porém, este dia só aconteceu 120 anos depois, em 1947. Quatro professores (Salomão Becker, Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko) lecionavam no pequeno Ginásio Caetano Campos, Rua Augusta 1520, São Paulo. À exemplo do que era feito em sua terra natal (Piracicaba) onde alunos e professores traziam doces para uma confraternização, no dia 15 de outubro – Salomão sugeriu que se fizesse o mesmo, no “Caetaninho”, como era conhecido. A proposta foi prontamente aceita e assumida. Junto com a preparação da confraternização, os dizeres de uma faixa ecoaram de boca em boca e por muito tempo: “Professor é profissão. Educador é missão”.

Tal acontecimento foi ganhando espaço em todo o país e culminou com o Decreto Federal 52.682 de 14 de outubro de 1963, declarando feriado escolar “para que se enaltecesse a missão do professor”.

Tão simples e eficiente como foi o início desta data comemorativa, duas frases anônimas não ficam aquém: “O professor só pode ensinar, quando está disposto a aprender”. “Feliz aquele que transmite o que sabe e aprende o que ensina”.

Por fim, não podemos deixar de lembrar que a vida é uma escola e aprender como aprendeu Khalil Gibran, é fazer dela uma missão: “Aprendi o silêncio com os falantes, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores”.


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