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Entrevista | Gean Loureiro lidera projeto da União Brasil para construir candidatura sólida em SC

Por: Marcos Schettini
12/11/2021 17:17 - Atualizado em 12/11/2021 21:44
Arquivo/Lê Notícias

Um dos articuladores na criação da União Brasil, partido que está sendo criado a partir da fusão entre DEM e PSL, Gean Loureiro irá presidir a sigla em Santa Catarina e, segundo ele, com a missão de construir um projeto sólido para o futuro catarinense.

Ensaiando renunciar a Prefeitura de Florianópolis nos próximos meses para disputar o Governo do Estado, deve abrir espaço para que o vice Topazio Neto deixe uma marca na capital de SC. “Ele é extremamente comprometido na criação de ações que impulsionam o empreendedorismo e a economia, que neste momento são mais importantes do que nunca na retomada da cidade pós-pandemia”, afirma Gean.

Desta forma, em entrevista exclusiva ao jornalista Marcos Schettini, o prefeito de Florianópolis não fala em nomes, mas diz que está fortalecendo um grupo para chegar fortalecido nas eleições de 2022. Para isso, tem discutido projetos e saídas para idealizar um interessante projeto de poder no ano que vem. Confira:


Marcos Schettini: Qual é sua missão dentro do União Brasil para construção e produção política no ano que vem?

Gean Loureiro: Minha missão é construir um projeto sólido para o futuro de Santa Catarina. Propostas que atendam o que os catarinenses estão esperando para uma retomada com força na nossa economia, desenvolvimento das regiões, melhor estrutura nas nossas estradas e unidades de saúde e educação.


Schettini: O Sr. quer disputar o governo de SC para defender quais bandeiras?

Gean: Eu quero ajudar a construir um projeto que tenha uma proposta para o Estado. A definição do nome ficará para 2022.


Schettini: 2018 foi decepção e um aprendizado. O que o senhor tira daquela louca eleição?

Gean: Todas as eleições trazem um recado para o mundo político sobre o que a sociedade quer e espera da política. O recado de 2018 foi sobre mudança de comportamento, sobre exaustão da população em relação àquele modelo de política e gestão pública. O novo não é sobre nomes, mas sobre estar sempre atualizado enquanto gestor.


Schettini: O que a antipolítica ensina a não ser feito?

Gean: Não existe antipolítica em uma sociedade. Somos políticos por natureza. O diálogo sempre deve existir. Quem tem seriedade nos atos e convicção nas ações não tem que ter medo da conversa.


Schettini: Jair Bolsonaro é um presidente mentiroso ou louco?

Gean: Considero um presidente que tem seus acertos e erros. O resultado da sua gestão será medido em 2022. Enquanto for o presidente, torço para que acerte mais do que erre. Afinal, ele é o piloto desse avião chamado Brasil a qual todos nós estamos a bordo.


Schettini: O senhor aceitaria conversar com um presidente da República que nega a vacina, a democracia e o compromisso com o eleitor?

Gean: Eu aceitaria. O diálogo é sempre importante, principalmente com o presidente da república. No mínimo para tentar convencê-lo da importância da vacina.


Schettini: O senhor foi preso e acusado de mentiras que te inocentaram unanimemente. Sergio Moro também não é uma fraude em relação a Lula da Silva?

Gean: Acho que a sociedade está despertando para certas injustiças. Não à toa fui reeleito em primeiro turno depois de todo aquele episódio de injustiça. A relação de Moro e Lula poderá ser medida democraticamente em 2022. No final, o grande juiz será o eleitor.


Schettini: O STF foi atacado permanentemente pelos bolsonaristas catarinenses. Por que o Brasil vive este inferno?

Gean: Não podemos aceitar ataques às instituições. Sem elas, o país ficaria desgovernado. Discordar é um direito, atacar não.

Schettini: Qual é sua coligação dos sonhos? Citaria alguns nomes?

Gean: A minha coligação dos sonhos seria com pessoas que pensam e planejam um Estado igual ao que nosso grupo está sonhando. Cabem muitas pessoas nela, que não estão satisfeitas com o rumo de Santa Catarina e querem mais respeito a nível nacional. Nesse ambiente político, infelizmente, também há muita fofoca maldosa. Então vou declinar sobre nomes para não haver interpretações erradas por parte de outros partidos. Na frente, quando consolidarmos, falamos sobre eles.


Schettini: O senhor percebe-se perseguido?

Gean: Sim, mas isso já faz parte da minha vida política. É sinal que estou indo bem.


Schettini: Quais os pecados da classe política?

Gean: A maior delas é a prepotência de se achar superior e não ouvir as pessoas lá na ponta, nos bairros. Se ouvisse mais, muita coisa seria melhor.

Schettini: Onde Topazio Neto cumpriu com a interinidade? Ele é um vice preparado para assumir a prefeitura de Florianópolis?

Gean: Quando escolhi o Topazio para ser meu vice, eu já sabia que estava preparado. É um homem de sucesso, conquistou muitas coisas na iniciativa privada e agora vai dar sua contribuição para a cidade que ele ama. Além disso, ele é extremamente comprometido na criação de ações que impulsionam o empreendedorismo e a economia, que neste momento são mais importantes do que nunca na retomada da cidade pós-pandemia.


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