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A máquina de ferro; O salto do agronegócio; Aury Bodanese e Plínio De Nês retornam; Gean brilha em Brasília

Por: Marcos Schettini
10/12/2021 11:44 - Atualizado em 10/12/2021 11:45
Divulgação

Gean por ele mesmo

Florianópolis está na boca e nos ouvidos do Brasil. À mesa com Rodrigo Pacheco e Arthur Lira, presidentes do Senado e da Câmara, o prefeito de Florianópolis brilhou. Em frente a estes, mostrou-se na liderança trabalhadora que lhe é pessoal porque, nesta reunião com as forças de decisões em Brasília, falou da equipe que pilota para enfrentar o inimigo, um assassino da humanidade invisível que, perverso e fatal, tirou o sorriso das pessoas, acuando-os a uma vida que exige sacrifícios de todos, sem exceções. No mundo político, preguiça é o maior adversário e, neste caso, o marido de Cíntia é um vigilante. Madruga para construir e o faz com legitimidade. Com os homens do Congresso Nacional, produziu. Gean deu um quadro geral dos efeitos de superação e a capacidade dos manezinhos em somar. Este é o debate que ele quer levar aos catarinenses em 2022. Falou das grandezas e belezas de SC e pulso nas decisões. Ele mesmo, o filho de Aguinaldo Loureiro vai mexer no tabuleiro nesta fila enorme de bajuladores das coisas fáceis.


PULO

Esperidião Amin e Caroline De Toni estiveram ontem assinando um grande salto na conquista da ferrovia que vai de Cascavel a Chapecó. Se este contrato vingar, vai acabar com a agonia do setor do agronegócio na produção de alimentos.


CARO

Trazer milho e soja de caminhão para a produção de proteína, é caro. O senador do Progressistas e a deputada federal do PSL sabem que o setor precisa de 5 milhões de toneladas destes insumos para viabilizar-se. Se sair, é um pulo no futuro.


AGRONEGÓCIO

Com a assinatura no Ministério da Infraestrutura, testemunhada pela deputada Caroline e o senador Amin, Velho Plínio Arlindo De Nês e Aury Bodanese voltam à luz. Eles criaram o maior berço do agronegócio do país e lutaram para viabilizar.


ELES

Plínio Arlindo De Nês, Aury Bodanese e Mário Lanznaster tiveram, em seus tempos, grandes quadros na luta pela ferrovia do frango. Viveram os blá, blá, blá que governos nunca mostraram interesse. Se isso concretizar, muda tudo.


NOMES

Não há dúvidas de que deputados federais da altura de Odacir Zonta, Valdir Colatto, Hugo Biehl e Celso Maldaner, estaduais como Moacir Sopelsa e Altair Silva, são o DNA do agronegócio. O cooperativismo deve a eles toda atenção merecida.


FORTE

Gigante Buligon homenageou-os nos 100 anos de Chapecó, ainda prefeito. Os pioneiros do sistema cooperativo e agroindustrial, colocaram Chapecó no mundo e o marido de Lúcia Buligon colocou suas estátuas na principal avenida da Capital do Oeste.


TOTAL

Esperidião Amin desenhou o sistema de troca-troca que revolucionou o agronegócio, inclusive com plantio de árvores de corte. Governador neste tempo, foi sensível e deu às empresas impulso junto ao produtor. Quando se quer, faz.


MAIS

Esta direita patética que observa-se em um mundo abduzido, não reconhece o setor de produção de SC. A agricultura familiar é a base de sucesso do agronegócio que, cegos, observam-na como um reduto da esquerda. São do planeta Tolos 17.


FERROVIA

O transporte de 5 milhões de toneladas de insumos por ano, mostra a o tamanho deste Godzilla nas estradas brasileiras. Um monstro que tira vidas e destrói estradas, mas as locomotivas solucionam. Amin e De Toni querem colocar este monstro para dormir.


VIDAS

A ressurreição destas milhões de pessoas tombadas nas estradas brasileiras, passa pela estrada de ferro. Não apenas vai dar solução às empresas, desenvolvimento ao Oeste, mas abrir uma rota de um tempo jogo. O nome disso é política.


POLÍTICA

Um governo com grandes intenções e firmeza de direções, consegue. O debate é tudo, mas concretizar é realizar. Dário Berger, presidindo a Comissão de Infraestrutura no Senado, tem apontado o rumo. Carlos Chiodini na Viação e Transportes, são riquezas de SC.


RIQUEZAS

Pessoas importantes em posições de solução. Isso é um tesouro que SC tem disponível. Homens bons em lugares necessários. Se a política não é o caminho único para realizar o que se busca, então onde é? 16 federais, 40 estaduais e 3 senadores.


REALIDADE

As selfies sufocaram o trabalho, paralisaram SC. Um parlamentar que se respeita, precisa se entender como. A sociedade é seu todo e, por isso, um corpo em buscas. Não se pode sustentar cabeças evasivas e discursos tolos. Ou se faz política, ou nada.



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