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O Chile fortalece Lula; A extrema direita rui; Bolsonarismo esfarela; Moro é uma fraude; Jorginho Mello vai; Doria é a saída; Primeira-dama da Capital

Por: Marcos Schettini
20/12/2021 09:14
Divulgação

Atrás de um homem, o vazio

As mulheres são a maior força. Nada supera a altura e determinação, coragem e ousadia, fé e superação. Se eram observadas como que se estivessem andando atrás, agora têm certeza de que sempre estiveram à frente. A igualdade buscada, impedida por um machismo aos frangalhos, é um tempo perdido para os homens. O tempo corrói uma relação asfixiada por espaço que, agora, é menor para eles. O avanço do domínio de feminilidade também esfarela o feminismo que politiza tudo. O perfume supera a disputa e o charme a prepotência. Não há retorno às dondocas ou patricinhas, sinônimos que rotulam aquelas em que, com cartão de crédito disponível, calam-se neste luxo. São promotoras de debates, fixam-se em temas de agora e justificam posicionamentos. Estão. Cintia Loureiro está. À mesa, diz e aponta. Ela poderia, em um cenário outro, ter explodido tudo, mas é valente, guerreira e entendeu o Poder. Olha tudo com naturalidade e, por isso, vence-se. No União Brasil, firma os conteúdos que defende. Com suas iguais, têm um partido onde podem e edificam. Conta em casa com outras quatro. Uma célula amazona. A primeira-dama começa a olhar a vida pública como parceira de Topazio Neto em 2024. Se não é isso, então por que não fica fazendo tricô?


INFLUÊNCIA

O resultado da eleição no Chile tem, sabe-se, forte luminosidade sobre outubro do ano que vem no Brasil. A extrema direita sofre derrota pós outra em vários países. Por ter tido um Paulo Guedes dos horrores naquele país, diz tudo.


REFLEXO

Gabriel Boric respinga, às gotas, sobre as eleições no terreno brasileiro. O novo chefe do país de Salvador Allende, derrotou o fantasma do general Pinochet que uivou naquele céu do Palácio de La Moneda desde 11 de setembro. Se um morre, outro ressuscita.


DESASTRE

Jair Bolsonaro é um resto dentro de outro. Em todos os lugares, em qualquer Estado que se vá, seja falando com um ou com outro cidadão aleatório, apedrejam seu governo que, sabe-se, é irrecuperável. Foi na soma com a desgraça da gestão Paulo Guedes, que tudo ruiu.


NADA

Não há tempo para que este governo patético tenha recuperação junto às forças de produção. Nos dois setores, empresarial e operário, há sinais de uma gestão que jogou o Brasil em total vergonha internacional. O retorno de Lula da Silva tem as digitais do bolsonarismo.


BOLSONARISMO

Jair Bolsonaro é um Conga contaminado pelo chulé. Pode lavar, mas o odor insuportável volta. O cidadão já sabe que seu governo apodreceu em todas as áreas e, portanto, não vota. Isso quer dizer muito à candidatura de Jorginho Mello. O senador do PL pode pegar caro.


CARO

Jorginho Mello é trabalhador e quer governar SC até pelo merecimento que tem. O senador trabalha e utiliza de suas artimanhas para se grudar ao máximo e tirar dividendos políticos para 2022. O Pronampe e o Relp, ambos de sua autoria, são prova de suas boas intenções.


FORA

Luciano Hang está, aos poucos, descendo a rampa do Palácio do Planalto. Já tem números que mostram que Lula da Silva pode ganhar as eleições em SC. Oeste e Grande Florianópolis, o ex-presidente já lidera a disputa. O dono da Havan sabe que a canoa furou.


TAMBÉM

Sergio Moro, aquele juizeco de Curitiba que se masturbou sobre a Constituição, deve desistir de sua patética candidatura à sucessão do seu patrão, tão desastroso quanto. Ele criou a tese de prender sem provas e, se não buscar imunidade, vai preso.


DESTINO

Uma frente de juízes e promotores, da ativa ou não, vai elaborar um documento aprofundando a tendenciosa arquitetura do que foi a prisão, sem provas, de lideranças empresariais e políticas que resultou na desgraça de 2018 com as digitais de Moro e Dallagnol.


FEDOR

Em qualquer nação séria, Sergio Moro e Deltan Dallagnol já estariam presos. Em um bem armado espetáculo, destruíram empresas e afundaram o país em uma crise de desgraça total. A magistratura e promotoria sabem que ambos são o chulé de Jair Bolsonaro.


PRESO

O raciocínio de que Sergio Moro deve buscar um espaço no Senado, é correto. Ficar sem imunidade seria a destranca de sua ida para a prisão por ter se masturbado sobre a lei e, dela, ejaculado sobre o Direito ali expresso. Depois, foi rir no Ministério da Justiça.


ENTÃO

João Rodrigues insiste em Jair Bolsonaro porque não tem outra porta para passar. Se defender o governador de São Paulo, fica com a calça apertada. Se for de Marilyn Monroe, fura o pneu da motociata. O prefeito de Chapecó vê Lula da Silva no seu quintal.


SAÍDA

O nome que sobrou para esta turma no meio do tiroteio, é Doria presidente. Ou vão com o líder paulista ou verão Lula da Silva ganhar a eleição no 1º turno. O Brasil afunda rumo ao inferno e o ex-sindicalista sobe e se cristaliza nas pesquisas. Vão ficar se enganando ou agir?


FRACASSO

Sergio Moro é o produto do intestino de Jair Bolsonaro. A força, natural, diga-se, que empurrou o juizeco de Curitiba rumo à latrina, começou na trilha pré e pós 2018. Ele saiu e voltou deste bolo fecal. Ele e seu ex-patrão destruíram o Brasil. Doria para salvar ou Lula lá.


ACABOU

O juizeco de Curitiba é o Modess em que estaqueou o Brasil. Foi posto na hemorragia e, como destino de todos, enrolado em papel higiênico. Pior, nunca contestou o ideal de terra plana. É uma fraude total. Sem imunidade, será preso. Depois de esgotar a defesa.




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