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AQUI TEM GOVERNO

Bruno Araújo e Baleia Rossi em SC; Antídio incendiado; Clésio porta-voz; Raimundo mentindo; Podemos e Gean; Quem dentro e quem fora

Por: Marcos Schettini
28/01/2022 11:22 - Atualizado em 28/01/2022 11:32
Divulgação

Jogo dentro de outro

Antídio Lunelli não está preocupado com comentários subliminares sobre sua vida, que adversários estão aguardando para soltar quando, de fato, abraçar a candidatura oficialmente. O prefeito de Jaraguá do Sul tem estrutura e sabe como fazer. Mudou seu município para melhor e é exemplo nacional. Baleia Rossi, presidente do MDB nacional, vai dia 03 de fevereiro a Florianópolis assinar sua ida à disputa. E vai com a força que o MDB tem para mostrar. Pouco preocupado com o que Paulo Afonso tem a dizer. Jorginho Mello é confiante na vitória porque tem números de que sua fidelidade ao presidente coloca sua presença no segundo turno. Trabalhador, elaborou leis que ajudaram a segurar o Brasil. Dário Berger é um afortunado. Simpatia intergaláctica, beleza na TV e uma esquerda que vai pegar forte. Seu favor. Pode ser opção do eleitor. Gean Loureiro é um desenho geográfico. Trabalha muito, tem o que mostrar em Florianópolis e crescer no jogo. Muito mesmo. Carlos Moisés é um todo dentro disso. Se souber fazer, chega. Se demorar demais, vai ficar sozinho. Até porque, no dia 02 de abril, todo mundo é igual. Embora a máquina. Se o setor militar ficar mandando muito no governo, o setor político abandona. Raimundo Colombo é só uma figura no cenário. Não será candidato a governador. Diminuiu a inteligência avançando em provocações fúteis e sem sentido. Está fora de outubro. Quanto mais diz bobagens, mais João Rodrigues entra no jogo. Colombo não empolga.


CONVITE

Carlos Moisés vai receber uma comitiva do PSDB com a presença do presidente nacional do partido que, na próxima segunda-feira, vai estar em SC para produzir efeito positivo em favor da candidatura Doria. Vinicius Lummertz, pré-candidato à sucessão, não vai se impor à movimentação.


OFICIAL

Marcos Vieira vai falar com Bruno Araújo que está colocando seu nome à disposição do partido em outubro. Disse-se honrado em disputar o governo pelo PSDB e que, como Vinícius Lummertz, quer debater. O ninho começa a tomar forma eleitoral.


NOME

Clésio Salvaro está sendo chamado para assumir a presidência do PSDB. O grupo de apoio não quer que Dalírio Beber e o prefeito de Criciúma se enfrentem dentro da sigla. A tucanato entende que, por ser prefeito de uma cidade importante de SC, a sigla ganha protagonismo com um quadro com cargo público.


DESATRELADA

Todo o apoio que Orvino Coelho de Ávila deu a Adeliana, nos dois mandatos que exerceu em São José, não mereceu da ex-prefeita o respeito em gratidão. A maior oposição do prefeito hoje, é exatamente ela quem faz. Tem criticado o governo do mesmo partido, demonstrando falta de sintonia e covardia partidária.


FORA

Orvino sempre esteve com Adeliana Dal Pont, mas a ex-prefeita nunca demonstrou gratidão. Na campanha eleitoral de 2020, cruzou os braços em uma clara posição de desrespeito com seu parceiro de partido. Assim, ela fecha portas para a construção de sua ida para a Alesc que, em tese, só afunda.


ELE

Celso Maldaner manda dois recados ao colocar Antídio Lunelli na opção sucessória. Que o governador está demorando para decidir o rumo e que o partido não é refém de si mesmo. Tudo o que os ulyssistas desejam, é que o marido da Késia filie-se já.


Quer dizer agora, neste momento. Nada toma melhor dimensão que Carlos Moisés olhar o partido e carimbar a ida. O governador fica na indecisão do destino que lhe é apresentado e quer que os demais se curvem. Não existe eleição ganha.


ESQUEÇA

A possibilidade de Carlos Moisés ir para o PSDB também é possível. Clésio Salvaro, o mega tucano do Sul do Estado, comandando a poderosa Criciúma, tornou-se o interlocutor entre o ninho e o governador. Até porque foi ele quem abriu voz contra o impeachment.


Raimundo Colombo faz um barulho terrível de oposição a Carlos Moisés, mas fala sozinho. Não tem uma única voz dentro do PSD que faz coral com o governador. Ele tem a assinatura de Gilberto Kassab para tomar posse do CNPJ, mas seu único companheiro, é o motorista.


VIETNÃ

A queda de braço entre Camilo Martins e Paulinho Bornhausen ganha grito de atenção no gabinete da deputada Renata Abreu, em Brasília. A carta de adesão ao projeto de Gean Loureiro foi votada ontem e, como o filho de JKB domina a Executiva, levou a melhor.


REAL

O Podemos não pode muito. Tem um leque de prefeitos, Mário Hildebrandt, em Blumenau, Fabricio Oliveira, que esticou a praia em Balneário Camboriú, Emerson Mass, em Mafra, e Eduardo Freccia, de Palhoça. O partido tem quadros, mas sonha baixo quando se divide demais.


ENTÃO

Nazareno Martins, o deputado boa pinta, nem mesmo se filiou ao Podemos. Está no PSB, meio que perdido no jogo que Claudio Vignatti está edificando para Dário Berger. Não foi para o Podemos por razões não compreendidas. Hoje, dos votos da Executiva, Paulinho vence de 8 a 5 e controla a sigla.


POIS

O moribundo Sergio Moro, aquela variante do bolsonarismo mais decadente, vai sair do Podemos para o União Brasil. Precoce e irracional, vê seu projeto ruindo. Faz uma gritaria como porco no abate. Não tem opção partidária ou programa político. É um aventureiro mercenário.


GRANA

Moro é uma fraude. Será investigado por destruir as empresas brasileiras e ganhar muito dinheiro de comissão ao trabalhar para Alvarez & Marsal. Como vê o Podemos miúdo no bilionário orçamento eleitoral, quer o União Brasil, o partido que terá a maior fatia do bolo. O ex-juizeco, de fato, não vale nada.


CONVIVÊNCIA

Vai ser terrível para Gean Loureiro. Vítima dos abusos de investigação, ter que defender Sergio Moro no palanque presidencial. O prefeito da Capital mais linda do mundo teve a porta arrombada e viu seu pai piorar a saúde quando a PF cumpriu as palhaçadas naquela maré de injustiça liderada pelo ex-juiz de Curitiba. Era o que o marido da Cintia não precisava.


SOCORRO

Gean Loureiro não precisa apoiar candidato a presidente, pior é Sergio Moro, um desastre ao quadrado. O fraudulento de Curitiba tem um timbre de voz no limite do insuportável. Ao disparar contra Jair Bolsonaro e Lula da Silva, o juizeco vai espantar os eleitores do prefeito da Capital.


PATIFE

Sergio Moro deve ir ao Senado porque é uma fraude dentro da magistratura brasileira. Assim ele fica protegido pela tribuna e pode evitar de ir para a cadeia. Além de ter se masturbado sobre a Constituição, pode ser investigado por comissões financeiras altas na defesa das empreiteiras que destruiu.


CENÁRIO

Não tem lógica, matemática diga-se, Moro passar Jair Bolsonaro para ir ao segundo turno. A turma que votou em favor do então deputado federal, guiado pelo falecido Olavo de Carvalho, teve um puxadão de um momento do Brasil a qual o juizeco fez parte. O tempo não é o mesmo, o clima político também. Já era.



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