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“Eu já soube, hoje não sei nada”, diz Jorge Bornhausen sobre o cenário político

Por: LÊ NOTÍCIAS
25/07/2017 20:34 - Atualizado em 25/07/2017 20:34

O LÊ NOTÍCIAS lança hoje o novo quadro chamado “2 PERGUNTAS”, conduzido pelo jornalista Marcos Schettini. Neste, lideranças catarinenses e nacionais darão um panorama do cenário político atual. Acompanhe:


Em entrevista exclusiva concedida ao , o jornalista Marcos Schettini conversou na tarde desta segunda-feira (24) com o ex-senador Jorge Bornhausen que, direto de São Paulo, falou sobre eleições em Santa Catarina e deu panorama sobre a política nacional.

Logo no início da entrevista, Schettini reconheceu que é necessário falar com o grande articulador Jorge Bornhausen para se ter um panorama sobre o cenário nacional e catarinense, que foi emblemático em sua resposta. “Eu já soube, hoje não sei de nada”, disse, afirmando sua distância dos grandes debates que marcaram sua forte presença.

Ao ser questionado sobre o mandato do presidente Temer, Bornhausen disse que tem plena convicção que ele termina o mandato. “Em primeiro lugar, o Temer ficará até 31 de dezembro de 2018, não tenho dúvida nenhuma. Por segundo, qualquer perspectiva sobre as eleições de 18 devem se iniciar em dezembro, antes de lá, fazer qualquer afirmação, é temerário”.

Bornhausen, que já presidiu o PFL Nacional, falou sobre a questão de Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara dos Deputados, primeiro na linha sucessória caso haja queda de Michel Temer. “Referente à Maia, não há questão nenhuma. Ele está totalmente e absolutamente afinado com o Temer e não está fazendo movimento algum para tirá-lo. Eu conheço muito bem os dois e sei que o entendimento entre ambos é muito bom”.

O ex-governador lembrou sobre a Tríplice Aliança em Santa Catarina, formada pelo PMDB/PSD/PSDB, que voltou a afirmar que novos panoramas só começarão a serem traçados no final do ano. “Tudo começará a ser tratado de forma mais clara somente em dezembro. É lá que os candidatos vão saber quem realmente tem condições de chegar lá. Antes disso, qualquer palpite é sujeito ao erro”.

Para finalizar a entrevista, o jornalista questionou-o sobre três lideranças catarinenses. Sobre Gelson Merisio, fortaleceu sua tese de final de ano. “Em dezembro que poderemos ver todas as questões catarinenses e presidenciais. Tudo vai depender dos candidatos à Presidência da República. Seria prematuro verificar quem é que vai ser candidato”.

Sobre o futuro do filho Paulinho Bornhausen, foi rápido. “Isso vai ter que falar com ele”, disse aos risos, afirmando que não é pai porta-voz. Na análise de Raimundo Colombo, foi prudente. “Digo a mesma coisa que disse sobre o Paulinho. Ele que tem que decidir, não sou eu. Então eu prefiro não dar palpite”, finalizou.


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