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Homem que tentou matar policial em Xaxim é condenado a oito anos de prisão

Por: LÊ NOTÍCIAS
28/07/2017 17:30

Na tarde desta sexta-feira (28), o tribunal do júri se reuniu no Fórum de Xaxim para julgar o crime praticado por D. T. no dia 23 de dezembro de 2015 no bairro Santa Terezinha, em Xaxim. Na época, o homem, depois de fugir de uma abordagem policial e invadir pelo menos duas residências, atentou contra a vida de um policial militar fazendo o uso de uma faca, somente não obtendo êxito na sua intenção em razão das técnicas de defesa do soldado e da intervenção de outro militar, que prestou apoio à ocorrência.

O grupo de jurados, que compõem o conselho de sentença, decidiu condenar D. T. a oito anos de prisão em regime fechado, por tentativa de homicídio duplamente qualificada, pelo motivo fútil e por ter sido o crime cometido contra agente estatal de segurança.

A DENÚNCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO

A guarnição da Polícia Militar realizava rondas no bairro Santa Terezinha para apurar uma informação de que um veículo furtado no município de Entre Rios estava circulando pelo bairro. Ao identificar o veículo, os policiais tentaram abordar o suspeito, que desobedeceu e iniciou fuga em alta velocidade. Em determinado momento, o carro apresentou falha mecânica e D. T. invadiu uma residência e se opôs, mediante violência, à ordem de prisão emitida pelos policiais, fato que motivou a utilização, sem sucesso, da pistola elétrica (Spark), pois D. T. retirou os eletrodos e seguiu em direção à outra residência.

Nesta outra residência, mais uma vez foi tentado o diálogo e, novamente, houve resistência e uso, sem sucesso, da pistola Spark. Foi então que D. T., de posse de uma faca, buscou surpreender o soldado da Polícia Militar indo ao seu encontro e desferindo diversos golpes, que somente não o acertaram em razão das técnicas de esquiva adotadas.

A investida contra o policial militar somente cessou quando outro policial, em apoio, disparou um projétil que atingiu a perna de D. T.

JULGADO ANTERIORMENTE POR ABUSO SEXUAL

Após a prisão de D. T., a Polícia Civil descobriu que ele não estava apenas com o carro furtado (objeto da denúncia anônima à PM), mas tinha se evadido de Entre Rios porque havia mantido a companheira e a enteada de apenas 10 anos de idade, que foi por ele sexualmente abusada, em cárcere privado (crimes anteriores à tentativa de homicídio, já julgados pela Justiça e que resultaram numa pena de 19 anos e 11 meses de prisão após ação movida pelo Ministério Público).


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