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Coleção Souvenir Cultural dá espaço à cultura indígena no Oeste catarinense

Prefeitura de Chapecó Trabalho é resultado de uma oficina promovida pela Fundação Cultural, dentro do Programa Feito em Chapecó Trabalho é resultado de uma oficina promovida pela Fundação Cultural, dentro do Programa Feito em Chapecó

O monumento O Desbravador, a cultura indígena, a erva mate e as araucárias são alguns dos elementos característicos de Chapecó e que foram utilizados na Coleção Souvenir Cultural, lançada nesta segunda-feira (07), no hall da Prefeitura de Chapecó.

Os trabalhos expostos são o resultado de uma oficina promovida pela Fundação Cultural, dentro do Programa Feito em Chapecó. Houve um chamamento público e foram selecionados dez artesãos que participaram de um curso ministrado pela artista plástica e consultora na área de artesanato cultural, Luiziana Pippi.

“O objetivo foi oferecer uma oficina para que os artesãos pudessem trabalhar elementos da identidade cultural do município, nossa terra, nossas etnias e as cores que prevalecem em nosso cenário”, comentou a presidente da Fundação Cultural de Chapecó, Roselaine Vinhas.


A gerente de Cultura, Patrimônio Histórico e Memória do município, Silvia Baggio, que foi mentora do projeto, destacou que existem cerca de 200 artesãos em Chapecó e que os selecionados nesta etapa trabalharam em suas peças os ícones e símbolos locais, para que possam ser comercializados como algo característico da região.

“Casa um com suas técnicas trabalhou os souvenirs trazendo elementos históricos e que poderão ser comercializados, inclusive para turistas, que poderão levar algo que represente a cidade”, disse Sílvia.

O prefeito João Rodrigues parabenizou o trabalho realizado e ressaltou que os artesãos poderão mostrar e vender seus produtos nos eventos que tem o apoio da Administração Municipal.

Além dos eventos, os artesãos estão regularmente de quinta-feira a domingo no calçadão da rua Benjamin Constant e, nos terceiros domingos de cada mês, no Ecoparque.

Uma das participantes do projeto, Márcia Lorenzet, confeccionou almofadas, xícaras e bolsa.

“Utilizei elementos como as araucárias, as pinhas e azulejos do Museu de Chapecó, além de optar por materiais recicláveis, como sobras de tecidos de sofás”, destacou.

Elaine Carbonari, que é bióloga e artesã, também trabalhou a sustentabilidade, tingindo tecido com cascas de cebola e abacate. Ela também utilizou peças com chás de camomila, para aromatizar, e de picão, para cólicas.

Claudineia Fátima Gwozdz utilizou papel machê para desenvolver suas peças de decoração. “Comecei a fazer artesanato depois de construir uma casa estilo americano, com toras de madeira. Me inspirei na decoração, aprimorando técnicas e buscando usar produtos reutilizados. Só tenho a agradecer pela oportunidade de representar Chapecó e tornar o mundo um terço mais limpo, e sua casa mais linda”, finalizou.


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