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Busque por Palavra Chave

Novos tempos

Por: Marcos Schettini
20/10/2016 10:51 - Atualizado em 20/10/2016 10:52
(Foto: Divulgação/LÊ) (Foto: Divulgação/LÊ)

Em nenhum lugar do mundo, a sociedade suporta mais que um comissionado fique por anos vivendo à custa do erário. Não há mais motivo para isso. O Brasil precisa ganhar consciência e ter, em sua essência, a clareza desta nova busca pública. Permanecer por anos dentro do setor público, é um vício odioso, caro e patético. A sociedade não pode, como sempre é, continuar pagando para que cargos sejam criados ou mantidos, apenas para dar garantias de vida para protegidos políticos. Não é somente em Cordilheira Alta, mas em todos os lugares. É preciso escutar o clamor do cidadão de bem. Ele trabalha, sustenta família, estuda, investe, faz. Tudo do seu esforço. Cargo comissionado é estupro protegido. Chega do homem de bem pagar a conta.


Lírio Dagort e Adriano Bortolanza estiveram reunidos com senadores e deputados federais em Brasília e deram o recado do tamanho do alcance que desejam para reparação municipal e as obras que desejam configurar. Fizeram forte.

Completo

Todos os deputados federais e senadores conversaram longamente com a dupla eleita e comprometeram-se a oferecer a luz que desejarem. Inclusive do PMDB. Não é o partido, afirmaram, mas o povo de Xaxim precisa de atenção.

Depois

Os parlamentares falaram do tamanho da choradeira que os prefeitos estão vivendo. Muitos afirmaram que, embora as dificuldades, teve quem governou na fonte da irresponsabilidade e, sem noção, acabaram cometendo erros de complicações judiciais.

Amanhã

A maioria vão ter grandes dificuldades para explicar atitudes que não deveriam, em hipótese nenhuma, ter cometido. Não somente saem de cabeça baixa, mas completamente comprometidos com a Justiça fechando com ficha suja.

Contemplação

Todos os vereadores da base terão indicações de nomes para apresentar na construção do novo governo. A redução está sendo elaborada e não tem quem faça aumentar os cargos. É uma exigência da sociedade. Seca total.

Moralização

Lírio e Adriano deverão fazer a reforma administrativa que vai cair na tese da realidade do momento e afinados com as lideranças que, percebendo as dificuldades, vão ter choradeira da base e foguetório da oposição. Então.

Choradeira

Vereador, apenas porque foi eleito, pensa que manda. Não manda nada, ao contrário, cheio de compromissos, tem que pedir a benção, e rápido. Sabe que precisa responder aos cabos eleitorais, mas as condições não permitem nada.

Foguetório

Secar a máquina é uma exigência da sociedade. A Maçonaria, por exemplo, que esteve à sombra do Fora Dilma, pela moralidade e transparência, é das entidades que, abertamente, joga nesta direção. Lírio, se inteligente, abraça.

Exemplo

Os vereadores, por custarem caro, assim como deputados e senadores, guardadas as proporções, devem ser os primeiros a dar a demonstração de grandeza e declinar das indicações. Quando a máquina incha, seca o cofre e suas consequências sociais.

Comparação

Américo Nascimento está, por sabedoria, abandonando momentaneamente o setor público. Está reescrevendo seu futuro e dando um recado de que não precisa do Poder Público para viver. Sai agora, para voltar forte amanhã.

Referência

Em Cordilheira Alta o consenso construído pelo empresariado deu certo. É hora de mostrar respeito às lideranças e abandonarem a prefeitura deixando outros, novos, assumirem. Se Américo Nascimento fez, porque não Mazzioni e Moresco?

Recado

Nico Tozzo, grande investidor empresarial, tem as digitais no pedido de Chapa Única em Cordilheira Alta. Lugar onde todos se conhecem, não há razão paras os mesmos estarem na prefeitura por décadas. Para que consenso então?


FALEI

“O poder público não é a casa para moradia permanente”.

Américo Nascimento, secretário da ADR de Chapecó, entregando o cargo para voltar à iniciativa privada.


“Ela é nosso cartão postal no País e agora no mundo”.

Gigante Buligon, prefeito reeleito, sobre o papel da Chapecoense no futebol.


“Agora é o momento de pensar o rumo, deixar a poeira baixar”.

Cleiton Fossá, vereador reeleito, sobre os passos a dar dentro do PMDB.


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