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Um dia é da caça e o outro é do caçador II

Por: Celso Zamarchi Cenci
21/10/2016 11:55 - Atualizado em 21/10/2016 11:55
(Foto: Divulgação/LÊ) (Foto: Divulgação/LÊ)

Quarta-feira foi um dia feliz. O juiz Sérgio Moro mandou prender o Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, e a Polícia Federal cumpriu a ordem. Eu me agradei que tenham prendido o dito cujo. Por mim corrupto tem que se lascar, independente de partido.

Diz que certa vez o Cunha disse que, caso caísse, levaria muitos com ele. Estou ansioso pra que ele comece a delação premiada. Ali tem bomba mais perigosa que reunião do Estado Islâmico. Então façam a conta.

Ali é bem provável que o Lulla e a Dilma sejam citados. Não duvido que Renan Calheiros, Aécio Neves e Michel Temer também estejam no rolo. De santo não sobra nenhum. Como diz uma história que ouvi tempos atrás: Ghinè tanti, ma de boni pochi.

Outra coisa que eu adorei nesse causo é que os petistas perderam um grande argumento: aquele do “mas e o Cunha?”. Eles falavam que a Lava-Jato ia atrás só do PT e seus aliados. Eles tomaram uma chapoletada federal com essa. Quando era um dos deles que ia pro xadrez diziam que a Lava-Jato era inválida, era golpe e não sei mais o que. Agora devem estar com a mente confusa, pois não sabem se comemoram a prisão do Cunha, se choram por o Lulla estar entre os próximos, ou se ficam quietos por perderem o argumento de que só os aliados do PT iam presos. E mais um detalhe: o STF teve o Cunha como réu por meses e não o prendeu, enquanto o Moro fez isso em poucos dias. Por isso que precisamos acabar com o tal de foro privilegiado.


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