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Médico explica sobre aumento de doenças respiratórias durante o outono

Por: LÊ NOTÍCIAS
30/05/2024 11:39 - Atualizado em 30/05/2024 11:40
Ana Júlia Busa/Sol Agência de Marketing No outono, com a queda das temperaturas e o tempo seco, aumentam significativamente os casos de doenças respiratórias, como resfriado, gripe, asma e pneumonia, especialmente em ambientes fechados, segundo o Dr. Matheus Moschetta No outono, com a queda das temperaturas e o tempo seco, aumentam significativamente os casos de doenças respiratórias, como resfriado, gripe, asma e pneumonia, especialmente em ambientes fechados, segundo o Dr. Matheus Moschetta

Com a chegada do outono e a queda das temperaturas, os casos de doenças respiratórias aumentam significativamente. Resfriado, gripe, crise de asma, bronquite, sinusite e pneumonia são algumas patologias comuns nesta época do ano. E os principais causadores desses males são os vírus transmitidos por gotículas respiratórias, capazes de contaminar ambientes, principalmente os locais que ficam fechados por muito tempo. Dr. Matheus Moschetta, otorrinolaringologista, esclarece os fatores que contribuem para esse aumento e oferece orientações sobre como prevenir essas enfermidades.

Embora a temporada ainda não apresente períodos de frio intenso, ela segue um padrão caracterizado pelo tempo seco e pela piora da poluição atmosférica, o que pode resultar em aumentos de doenças respiratórias. "Os sintomas comuns dessas doenças incluem obstrução nasal, coriza, tosse e falta de ar", explica Dr. Matheus. "Esses sintomas são indicadores de doenças que acometem o trato respiratório e podem impactar negativamente a qualidade de vida, prejudicando o sono, as atividades físicas e o repouso."

O outono pode ser considerado um vilão para pessoas com problemas respiratórios. Segundo o médico, "estima-se que as afecções respiratórias possam aumentar em até 40% durante esta estação." A mudança climática contribui para a reprodução de vírus e bactérias, além de afetar os hospedeiros e vetores dessas doenças. "Variações climáticas, como temperaturas mais baixas e diminuição da umidade do ar, resultam em um clima frio e seco, aumentando a concentração de poluentes. Essas condições hostis ao sistema respiratório diminuem um pouco da capacidade de defesas contra microrganismos nocivos propiciando agravamento de problemas respiratórios", explica. Ele ainda destaca que bebês e crianças são particularmente vulneráveis durante o outono e inverno. “Com o sistema imunológico ainda em desenvolvimento, apresentam naturalmente dificuldades em lidar com algumas condições ambientais mais hostis e por isso são mais suscetíveis a doenças respiratórias nesta época do ano”.

Para prevenir essas doenças, além das medidas básicas de higiene, como lavar as mãos regularmente e evitar contato próximo com pessoas doentes, algumas estratégias adicionais são essenciais. "Durante o frio, é importante evitar aglomerações e ambientes fechados, pois esses locais facilitam a disseminação de doenças respiratórias. Manter a hidratação é muito importante também, pois nessa época do ano, muitas vezes ela acaba por ser negligenciada e isso cria condições de menor renovação tecidual em diversos órgãos do corpo humano”, recomenda o médico. Dr. Matheus ainda destaca que pacientes alérgicos devem ter cuidados redobrados, pois reagem de forma mais intensa a infecções virais, o que pode complicar a evolução das doenças.

Grupos de risco, como idosos, crianças e indivíduos com imunidade comprometida, requerem atenção especial. "Esses grupos precisam evitar locais com grande circulação de pessoas e ambientes fechados. Manter uma boa alimentação, hidratação e higiene, bem como ter assistência médica regular e preventiva, é essencial", afirma. Além disso, é importante tratar adequadamente as doenças respiratórias agudas para evitar complicações crônicas. "Doenças agudas mal tratadas podem evoluir para condições crônicas. Por exemplo, infecções de vias aéreas superiores que não recebem tratamento adequado podem resultar em sinusite crônica", alerta o especialista. Sintomas negligenciados, como tosse e obstrução nasal, podem levar a inflamações persistentes e crônicas nas cavidades paranasais, levando ao aparecimento de sintomatologia constante.

Seguir as orientações do Dr. Matheus Moschetta e adotar medidas preventivas adequadas são passos essenciais para manter a saúde respiratória em dia durante o outono e o inverno. Estar atento aos sintomas, manter hábitos de higiene, evitar aglomerações e ambientes fechados, além de garantir uma boa hidratação e alimentação, pode fazer toda a diferença na prevenção de doenças respiratórias, protegendo a saúde e melhorando a qualidade de vida de toda a família.


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