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Onde o suicídio começa?

Por: Júnior Chisté
16/11/2017 11:50

Vivemos em uma cultura onde continuamos a apostar que as catástrofes, que os grandes acidentes jamais acontecerão com alguém de nossa família.

Quando isso ocorre, em muitos casos, permaneceremos durante toda a vida nos culpando ou buscando respostas.

Tem sido assim em nosso país quando o assunto é SUICÍDIO.

Ele tem sido constante especialmente em mulheres cada vez com menor número de idade.

Em adolescentes, eu diria crianças de até treze anos de idade já é o maior fator de morte no país. Volte e leia essa frase você que é pai ou mãe por gentileza!

A explicação é tudo muito simples, se começar de forma muito precoce o que se deveria se iniciar mais tarde.

A iniciação sexual, a inserção às baladas, a facilitação ao mundo das drogas e bebidas, as amizades e os descaminhos fáceis de um mundo virtualizado que possibilita tudo isso, ainda mais quando não se tem o monitoramento e o diálogo por parte dos pais.

Outro ponto relevante é que não estamos sabendo lidar com essa nova geração.

O "não" é algo que está sendo cada vez menos utilizado por pais imaturos e que ao dar tudo que seus filhos pedem acham que estão fazendo e cumprindo legitimamente com seu papel.

O "não" é muito mais educativo e vai lhe trazer muito menos preocupação logo na adolescência do que sempre ser solicito aos caprichos de seus filhos.

Outra grande ferramenta é lhes ensinar o poder da FRUSTRAÇÃO. Lhes ensinar que a vida não é fácil, que ela vai lhe exigir trabalho, responsabilidade, comprometimento e que ele ou ela terão que saber lidar com sentimentos e com a inteligência emocional e que isso a escola e a sociedade não lhes ensinarão.

E você sabe o que é isso?

E por últimos senhores pais que me acompanham em minha coluna ou que assistiram uma de minhas palestras pelas cidades ou empresas: a maior parte das tentativas de suicídio ocorre em casa ou próximo ao ambiente doméstico, o que reforça a necessidade de atenção dos familiares com as pessoas que apresentem sintomas de sofrimento emocional ou físico prolongados.

Por isso, procure um Psicólogo, antes que seja tarde demais e você seja mais um a dizer "mais eu dava tudo, sempre dei tudo, não lhe faltava nada..."


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