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Corpo encontrado no rio Irani em Arvoredo é identificado pela Polícia Civil

Por: LÊ NOTÍCIAS
25/01/2018 14:42
Corpo do jovem Carlos Roberto Crivone foi localizado na tarde de quarta-feira (24), em Arvoredo (Foto: Corpo de Bombeiros/Facebook) Corpo do jovem Carlos Roberto Crivone foi localizado na tarde de quarta-feira (24), em Arvoredo (Foto: Corpo de Bombeiros/Facebook)

A Polícia Civil de Chapecó, através da Divisão de Investigações Criminais (DIC), identificou o corpo do homem que foi encontrado boiando no rio Irani, na tarde desta quarta-feira (24), no município de Arvoredo.

A vítima foi identificada como Carlos Roberto Crivone, de 21 anos, morador do bairro São Pedro, em Chapecó. De acordo com o sargento Ewerton do Corpo de Bombeiros, o cadáver foi avistado por populares, “um Sargento dos Bombeiros, deslocava para Chapecó quando foi abordado sobre a ponte por algumas pessoas que disseram ter visto um corpo boiando, neste momento o corpo estava a cerca de 30 metros da ponte, no lado direito. Ele constatou então que realmente era e fez contato via rádio com a Central”, explicou.

Uma equipe de mergulhadores foi até o rio para a remoção do cadáver, “Quando chegamos lá, o corpo estava a cerca de 200 metros da ponte. Com a embarcação, foi realizado o resgate do corpo até as margens do rio”, finalizou o sargento. Ainda de acordo com os Bombeiros, o jovem estava de bermuda, camiseta e com as mãos e pés amarrados.

INVESTIGAÇÃO

Segundo do delegado Vagner Tiago Ramo Papini, da Divisão de Investigação Criminal (DIC), a Polícia Civil trata o caso como homicídio, pois tudo indica que o jovem tenha sido jogado ainda com vida no rio. “Nós acreditamos que ele foi amarrado e jogado vivo. Segundo uma análise do IML, o corpo não tinha nenhuma perfuração ou lesão de uma morte violenta, mas tudo indica que foi uma morte por afogamento, provocado por um terceiro”, conta Papini.

O jovem era usuário de drogas e possuía diversas passagens pela Polícia, “É um crime bastante difícil de identificar o autor. Ele havia saído do convívio da família há um tempo, tanto que eles não registraram o Boletim de Ocorrência, pois não sabiam do desaparecimento”, finaliza o delegado.


Com informações do ClicRDC.


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