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Quanto vale a vida em forma de objeto?

Por: Axe Schettini
29/01/2018 15:22

A vida é para muitos um paradigma, para outros algo que, independente da origem e despedida, deve ser apreciado diariamente, de maneira intensa e única. Este final de semana Cordilheira Alta passou por momentos difíceis, no primeiro caso com a perda do ex-prefeito Alceu Mazzioni, no segundo, com mais uma vítima fatal na BR-282 (foto). Isso faz muitas pessoas refletirem sobre realmente qual o intuito de viver.

Quantas vezes discutimos, brigamos e perdemos tempo de vida ao invés de amar, abraçar, sorrir e cuidar quem está conosco? De repente cá estamos, trabalhando, estudando, viajando, tendo uma vida rotineira e normal, mas do nada, em um estalo, tudo se apaga, fazendo com que coisas que planejávamos ou deixamos para depois, nunca mais se tornarem realidade.

Para onde vamos? De onde viemos? Qual nossa missão por aqui? São perguntas que podem ser feitas e que não possuem respostas. A nossa vida, em forma de corpo humano, que age e que pensa, serve para que? Quanto vale cada dia, cada minuto vivido?

Após o trágico acidente da BR-282 na noite deste domingo (28), o Instituto Geral de Perícias (IGP) esteve no local para recolher o corpo, já sem vida. Sem alma, em forma de objeto, o corpo é colocado em uma caixa cinza e depois engavetado no veículo oficial.

Quem somos nós? Qual sentido de tudo? Vale a pena tanta guerra, ódio, rancor e divisão, enquanto se pode amar, ter paz e unir toda humanidade? A ganância, a pobreza e a soberba servem de que se por aqui estamos de passagem, e não sabemos até quando!


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