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Manifestantes fecham loja com corrente em Chapecó e atitude gera polêmica nas redes sociais

Por: LÊ NOTÍCIAS
19/02/2018 11:47 - Atualizado em 19/02/2018 13:46
Manifestantes se posicionaram em frente à Havan, no Centro de Chapecó (Foto: Divulgação/LÊ) Manifestantes se posicionaram em frente à Havan, no Centro de Chapecó (Foto: Divulgação/LÊ)

Uma polêmica envolvendo os manifestantes que se reuniram na avenida Getúlio Vargas, na manhã desta segunda-feira (19), está repercutindo no Facebook e no WhatsApp. Durante a mobilização contra a Reforma da Previdência, proposta pelo governo de Michel Temer, um grupo com cartazes, bandeiras se posicionou em frente à Loja Havan, no Centro de Chapecó, alegando que a empresa deve R$ 168 milhões ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). “O governo Temer quer mexer na sua aposentadoria, mas não cobra dos sonegadores. A Havan deve R$ 168 milhões ao INSS”, diz um dos cartazes.

Mas a grande polêmica foi quando os manifestantes passaram correntes e fecharam a entrada da loja com cadeado, sendo então necessário o acionamento da Polícia Militar para a liberação do local. “É uma falta de respeito e bom senso. Imagina-se que a loja precisa ser evacuada depressa devido a algum sinistro...”, disse uma internauta indignada.

O protesto iniciou na Praça Coronel Bertaso e se estendeu ao longo da avenida principal da cidade. Em alguns momentos, os cerca de 200 manifestantes, em palavra de ordem, gritavam nomes de políticos da região Oeste que apoiam a reforma proposta por Temer.

Bancários, professores da rede estadual de ensino de Chapecó e centrais sindicais participam da mobilização que havia sido anunciada ainda na semana passada.



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