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Editorial | Os fins justificam os meios

Por: LÊ NOTÍCIAS
01/03/2018 16:29 - Atualizado em 01/03/2018 16:34

Machiavel tinha razão, não adianta ter dó ou acreditar em seu adversário, entender suas justificativas e seus clamores para buscar um entendimento comum. Se o seu inimigo está deficiente, isso não é suficiente para exterminar sua vida, seja ela pública ou não. O inimigo é um problema e, como todos eles, devem ser eliminados não interessam os meios para isso.

O raciocínio acima é o imperador do mercado econômico e político. Em tudo, exatamente em tudo, é preciso entender sua soberania e seu momento para manter os privilégios que este poder, único, concede. Neste caso, no mundo do capital, todo dinheiro é a saída. Não interessa quanto seja. É melhor naquele que com este.

Isso quer dizer que, um centavo naquele banco, é melhor que no concorrente. Por assim saber, na política, assim como no mundo do capital, quanto mais seu concorrente estiver destruído, melhor. E isso é a marca registrada das disputas que estão sendo feitas neste momento.

Em Santa Catarina, os quadros se movimentam para um, com reconhecimento da própria força, aniquilar o outro com reconhecida fragilidade. É assim em tudo. Os fortes sobrevivem e os fracos caem. No mundo onde ninguém é solidário, mas ao contrário, todos são seus adversários diretos, impedindo sua luz, seu brilho, seu crescimento é, de fato, um perigoso concorrente. Se não for assim, então como é que deve ser?

Falam tanto contra o pensamento de esquerda, luz que concede que todos, absolutamente todos, são iguais em crescimento, felicidade e conquistas. Alguns entendem que ser de esquerda, é colocar todos na linha de miséria, com fome plena, destruição e caos.

Como o ocorrido na Venezuela, o capital internacional, de olho na maior riqueza do país, um dos maiores, entre os cinco, lençóis de petróleo do mundo, tem seu povo vivendo em desgraça. Por que será? Por que há um cerco nas virtudes daquele povo. É preciso mostrar que o sistema adotado por aquele governo, isto é, de distribuição de renda, dar oportunidade aos povos simples que, historicamente, foram pisados pela classe dominante, que concentraram riquezas e bens e agora estão quebrados, em fuga da fome, das piores condições de vida.

De um lado, imagina-se a Venezuela se tornando uma Cuba, como propagam, pelo socialismo adotado. Quem disse que a Venezuela é socialista? O socialismo só pode ser construído dentro de um conflito de classes, expropriando as forças de minoria dominantes para concedê-las à maioria.

Não tem nada disso. O povo é capitalista, mas o poderio econômico internacional, cercando, mostra que o modelo de economia está falido porque, adotado por quem defende o socialismo, colocou o país na rota da fome e da destruição coletiva.

O nome disso é enganação. Os fins justificam os meios. Os meios de comunicação propagam apenas um lado, colocando mais conceitos de desgraça para que a sociedade mundial entenda que lá, tudo o que se faz, dá errado. Tem petróleo, mas o povo vive de esmolas. Então por que tanta riqueza e fome ao mesmo tempo? Porque é assim. Quem não engana, é enganado.

O sistema trabalha com o sentimento de terror para ganhar apoio. É assim no Brasil, nos países da América Latina, é no Terceiro Mundo.

Quando os fins justificam os meios, ou seja, fazer propaganda enganosa para destruir uma nação, olhe para o país e tire as conclusões. Quando era no governo Dilma, tudo se aumentou e propagou que o país estava sendo falido, entregue aos comunistas. Até que derrubaram pelo conjunto da obra, diziam.

A fome, a destruição das conquistas, está sendo vista e ninguém vai para a rua. Por que? Porque os meios de comunicação trabalham assim. Agora é hora de ficar em casa assistindo BBB. Só vai para a rua quando for necessário. Mentir, enganar e destruir é o lema para a maioria em benefício de uma minoria. Queriam o que mesmo?


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