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PT congestionado dificulta eleição de Vignatti, Jorginho Mello vistoria BR-282 e Ralf Zimmer Junior no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
01/03/2018 22:26 - Atualizado em 01/03/2018 22:26

Se não tem sinalização, não tem acordo

Sabatinado para apontar qual a direção que os debates vão seguir no processo eleitoral, Gelson Merisio reuniu a imprensa ontem (1º) em Xanxerê, e hoje em Concórdia, do que pensa, deseja e vai propor aos catarinenses na busca pela principal Cadeira de SC. Entre tudo o que disse, Segurança Pública sofisticada com tecnologia e ampliação de efetivos, mudança brusca e de gestão na Saúde e nos hospitais do Estado, fortalecimento do ensino como ferramenta de cidadania, o foco político foi ignorar o PSDB nas falações de composições e no cenário nacional. Aguarda que o gesto de entendimento saia do ninho tucano. Respeita as decisões tomadas em qualquer direção. Se não ocorrer na rota da qual quer liderar, não vai perder o sono.


O Estatuto da Criança e do Adolescente precisa ser revisado? Ele também protege o menor transgressor da Lei. O que está errado?

O Estatuto da Criança e do Adolescente, na verdade, como muitas boas leis, sequer chegou a ser aplicado como deveria no Pais. Ele não protege o menor, isso é demagogia. Tanto que ele prevê “medida de internação”. Verdadeira pena. De até três anos em “regime fechado”, sem direito a “ progressão”, que já há nas penas dos adultos. Ou seja, proporcionalmente tem pena de 18 anos. A saída, em todos os níveis, é separar quem cometeu crimes violentos e graves de quem cometeu menores delitos. E a esses últimos, oferecer reais oportunidades, como cursos profissionalizantes. Sai mais barato no final e evita reincidência. A Malásia tem feito isso e os índices de recuperação efetiva são altíssimos. Se for para mexer no ECA somente em crimes com efetiva violência contra a pessoa. Como o caso do Champinha. Aí da para pensar. No resto, aplicar o ECA já seria de bom tamanho.

O Judiciário está sendo o alvo da vez de toda a sociedade justamente pelos altos salários com fartura de mordomias como o auxílio-moradia. Não deveria dar o exemplo?

Há um grande sensacionalismo quanto a isso. Os Tribunais tem independência financeira. Basta respeitarem o teto efetivamente e incorporarem o auxílio-moradia, que não cabe mais no Brasil. A discussão é outra: cumprir efetivamente o teto, e, sem dúvidas, embora não seja ainda, deverá ser cumprido. No mais, há Judiciários e Judiciários. Como a sociedade, como um todo, há setores nele que clamam por mudanças e outros que querem se segurar em um passado que não cabe mais. A Defensoria Pública de Santa Catarina está fazendo a sua parte, com um modelo de gestão austero e moderno, buscando eficiência para atender quem realmente interessa: o cidadão catarinense. Como instituição, a última a ser instalada no país em 2012, já estamos auxiliando nesse debate apresentando soluções efetivas e dialogando com todas as instituições vinculadas ao Judiciário. Ainda, minha gestão cortou telefones celulares funcionais, aluguéis de garagem, serviços de copa, compras de café e inovou em buscar itinerância no atendimento e uso compartilhado de imóveis. O dinheiro do cidadão que nos chega é sagrado.


Acabou

Há quem imagine que o deputado João Rodrigues vai conseguir reverter sua condição judicial e voltar às discussões políticas. Não vai acontecer. O deputado, embora sua inocência defendida, está fora do jogo eleitoral.

Influência

Estar no grupo, falando qual a direção, defendendo bandeiras, indicando debates, é o melhor caminho que João Rodrigues pode seguir para manter seu status de liderança. Mantendo-se afastado disso, corre o risco de encolhimento.

Intriga

O grupo anti-Merisio, não aceitante de sua condição de pré-candidato, correndo em busca desta construção, sempre vai afirmar que ambos, amigos há 15 anos de mesma direção de interesses, estejam em lados opostos. Erro de JR.

Aproximação

Para o grupo de João Rodrigues, mais aqueles que tinham no parlamentar o encosto comissionado salvador, devem seguir a linha de interesse junto a Gelson Merisio. Pedir guarda-chuva ao MDB somente depois de acertar os deles.

Tensão

A entrada de Udo Döhler na sucessão, afirmando sua saída do governo e entrada na disputa coloca sombra nas luzes de Eduardo Moreira que, com aceleração de seu modo de fazer política contra Merisio, terá que dar atenção em Joinville.

Unidade

Udo Döhler quer todo o MDB coeso ao redor do projeto majoritário estadual. Vai ter que convencer o presidente Mauro Mariani. O deputado olha-o como um membro da antiga Arena, cara de PSD e PP sem qualquer DNA na história interna.

Choque

Buscando as prévias para mostrar força no partido, Mauro Mariani foi alvejado no aquecimento. Todo o coletivo que cerca Eduardo Moreira ou Udo Döhler, ignoraram o chamamento para indicar que o deputado tem a sigla, mas não o comando.

Distante

Mariani tem se esforçado o máximo para ser retirado do projeto majoritário. Não somente cala-se sobre as movimentações de Pinho Moreira, mas está distante da bancada estadual. Não tem agendado se quer um almoço na Alesc.

Encontro

O PT está agendando uma grande discussão para encontrar o espaço que o ex-ministro Claudio Vignatti tem procurado para voltar às urnas. Embora negue que esteja com um pé no MDB, as discussões internas vão produzir baixas.

Régua

Se Pedro Uczai e Dirceu Dresch buscam Brasília, Fabiano da Luz de Pinhalzinho, Kiko Oliveira de São Domingos, Luciane Carminatti de Chapecó e Neodi Saretta de Concórdia a Assembleia, Cláudio Vignatti tem espaço onde para outubro?

Visitação

Jorginho Mello, mesmo sem as digitais no Dnit como antigamente, vai estar hoje em Xanxerê para fazer vistoria às obras da BR-282 e falar sobre as costuras de outubro. Se perder Élio Cella para o PSD, sua aproximação com MDB é direção.

Troca

Antonio do Rêgo Rocha, presidente do TRE-SC, entrega dia 12, ao desembargador Ricardo José Roesler o comando das eleições ao lado de Cid Goulart Júnior e na Corregedoria, além de Volnei Tomazini e Jaime Ramos, juízes substitutos da Corte.

Internacional

O deputado estadual Kennedy Nunes ganhou a vice-presidência da Confederação Parlamentar das Américas (Copa), mostrando que sua juventude e interesse pelo social dimensiona. Representar as Américas é uma grande conquista de SC.




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