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Gigante Buligon e Bornhausen ficam no PSB, Marcos Vieira nega prévias no PSDB e Mauro De Nadal no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
04/03/2018 22:14
Buligon ao lado da viúva de Eduardo Campos, Renata Campos e seu filho, João Campos, na convenção do PSB em Brasília, no início deste mês Buligon ao lado da viúva de Eduardo Campos, Renata Campos e seu filho, João Campos, na convenção do PSB em Brasília, no início deste mês

Fidelidade, compromisso e transparência

O prefeito de Chapecó vai, a partir de agora, agendar visitações na defesa da candidatura de Gelson Merisio a governador. Até agora somente nas falações, Gigante Buligon mergulha no processo e vai às regiões fazer chamamento em favor do presidente do PSD de SC, parceiro e amigo. Não somente falar com o empresariado para abrir a voz, afirmando a grande oportunidade, mas mostrar sua fidelidade, transparência e responsabilidade com as causas do Oeste. O Centro Empresarial de Chapecó, raiz da Acic, Sicom e CDL, é a célula que ele vai investir para gritarem, juntos, pelo sonho desta representatividade. Mantém o respeito pelos projetos paralelos de mesmo interesse, mas é a Vez do Oeste. Em Brasília, na convenção do PSB, defendeu a tese. Agora é em seu chão. Abertamente.


O projeto de Eduardo Moreira pela reeleição não fica estremecido com a entrada de Udo Döhler na sucessão?

Primeiramente tenho que ressaltar que o candidato do Dr. Eduardo é Mauro Mariani. Claro que em um partido do tamanho do MDB é muito natural ter várias lideranças com capacidade e disposição de assumir compromissos maiores. Udo, Mauro, Dário, Eduardo e Paulo Afonso, são alguns nomes que preenchem esses requisitos.

O MDB precisa de um candidato a governador forte para fazer uma boa bancada para estadual e federal. Qual é o nome?

Claro que sim. O simples fato de ter candidato a governador eleva a visibilidade eleitoral aos postulantes a estadual e federal. Difícil, nesse momento, destacarmos um só nome, até porque precisamos ouvir as bases e o povo de Santa Catarina para entendermos o perfil do candidato ideal.


Fica

Mesmo diante de ver o partido decidir por inclinação à esquerda, Gigante Buligon e Paulinho Bornhausen permanecem no PSB. No Sul, região livre de escolha, vão apoiar o candidato a presidente que entender. Geraldo Alckmin.

Quieto

Jorge Bornhausen, linha principal na costura da eleição de Geraldo Alckmin, se preocupa nos números em SC. O PSDB olha a possível entrada de Meirelles no MDB como um lance firme de palanque forte. O PSD, ainda, não deu o norte presidencial.

Canhão

MDB lança cabeça de chapa porque é o maior partido de SC e pode atrair os tucanos com a entrada de Meirelles no partido. Abre-se grande palanque atraindo o PR. O PSD e PP, no pedido de JKB, apoiaria a máquina em outro palanque.

Juntos

Geraldo Alckmin não precisaria estar com todos no mesmo palanque para consagrar sua saída vergonhosa nos números do Estado. Divididos, MDB e PSDB de um lado, PSD e PP de outro, teriam a mesma bandeira nacional.

Divididos

Marcos Vieira reafirma diplomaticamente que o nome ao governo do PSDB é Paulo Bauer. Está nele a responsabilidade de construir o palanque em favor do partido, Alckmin e o projeto proporcional. Se o senador não for, ele vai.

Prévias

Marcos Vieira visitou e ofereceu espaço ao vice-prefeito Élio Cella na passagem do último final de semana. Disse que Paulo Bauer é nome único. Embora afirme, foi o deputado que esteve em Chapecó fazendo carinho na posse da Acic.

Calado

A escolha do nome para deputado federal no lugar de João Rodrigues continua na bolsa. Aguardando a boa vontade da PF em comprar a passagem definitiva a Brasília, o ex-prefeito não diz em quem vai depositar seus 221 mil votos.

Acanhou

João Maria Marques Rosa tentou mandar uma mensagem de solidariedade a João Rodrigues para, subliminar, atrair os votos para estadual casando com um nome a federal. Como não mudou nada, parou de correr. Sentiu que não era o momento.

Calmaria

Aliviado ao sair da condição de corrupção, mas se encostando no varal do Caixa 2, Raimundo teria tudo para abraçar, de vez, a candidatura do PSD ao governo. Tinha nos ulyssistas o garantido guarda-chuva do Senado. A tempestade acabou.

Reação

A reação dos prefeitos e militantes de que Gilberto Kassab iria intervir no partido foi o que faltava para unir o partido e zerar dúvidas de coligação com MDB. Com a saída definitiva de Colombo do pesadelo da Odebrecht, começa a campanha.




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