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Guerra declarada entre Júlio Garcia e Merisio; Chiodini sai do governo e Cel. Ricardo Alves no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
15/03/2018 10:58

Juventude e expressividade de Chiodini

Um dos secretários que menos apareceu na mídia durante sua passagem pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável, o deputado Carlos Chiodini mandou um recado forte ontem aos seus mais próximos e um leque de outras empresas e entidades que, ao longo de sua passagem pela pasta, marcou firme em atenção e sensibilidade nos setores que exigiu sua imediata ação política. Agindo silenciosamente e de olho em Brasília, quer chegar em outubro com o peso de suas iniciativas. A mesa que compôs ontem para agradecer a soma de esforços da agenda que criou, aponta isso. Uma delas é a Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Santa Catarina (Fetaesc) que, observando seu serviço em defesa dos recursos hídricos, fortalece seu nome no setor rural. Se no setor privado justificou-se, nas entidades de classe ganhou o respeito.


O enfrentamento com morte que a PM realizou na avenida Getúlio Vargas é a demonstração de que o caminho é a tolerância zero?

O enfrentamento ao crime faz parte da atividade policial. Nós treinamos uma série de técnicas para que possamos combater a criminalidade e sempre fazendo uso progressivo da força. A gente não quer que a PM ou todas as polícias do Brasil saiam às ruas causando mortes, ceifando vidas de forma injusta. O fato de Chapecó foi lamentável, porém o autor do crime procurou o resultado morte. É um fato à parte. Nossos policiais treinaram muito para que episódios como esse não ocorra. O uso da força que nos reveste e é garantida por lei, a fazer desde que dentro do uso do dever legal, ou seja, por legítima defesa, por exemplo, vamos executar. Deixamos claro que nossa tolerância contra o crime é zero. Tolerância de todos os órgãos que envolvem a segurança pública como PM, PC, MP e Poder Judiciário para chegar aos nossos objetivos.

O preparo dos policiais com este episódio ganhou o apoio da sociedade. Por que razão?

Nós ficamos contentes que a sociedade contribui com a ação policial entendendo o nosso papel perante a segurança pública, e é importante para a execução de nosso trabalho. A sociedade precisa entender que a PM não é violenta, mas técnica, age contra usando a força progressiva, desde armas não letais até a letal.


Ofensiva

As movimentações de Júlio Garcia contra Gelson Merisio, que antes tinham conteúdo de bastidores, começam a ganhar enfrentamento abertamente. O ex-conselheiro trava um movimento forte para tirar o oestino do jogo eleitoral.

Aliados

Garcia leva em consideração o peso de voz, declarado, do ex-governador Jorge Bornhausen que manifestou ser contrário à candidatura do presidente do PSD ao governo. Nesta equação, Júlio soma desafetos para, agora, começar a reação.

Longe

Se os movimentos conhecidos de seus adversários dentro e fora do PSD se manifestam em um confronto que tende a piorar mais, ou seja, terá desdobramentos desconhecidos depois do dia 7 de abril, Merisio mantém o rumo.

Lógica

Na avaliação mais fiel do enfrentamento entre Júlio Garcia e Gelson Merisio, é feita por quem conhece a ambos. Está posto dois egos de extrema demonstração de força que, medindo-se sem trégua, querem tirar a dúvida.

Aplaudindo

Os progressistas assistem de camarote a luta pelo domínio de espaço entre os dois ex-companheiros. É que Merisio está atraindo para seu projeto exatamente quem Garcia sempre foi desafeto. Do principal deles, Esperidião Amin.

Lupa

O governador Eduardo Pinho Moreira mantém a agenda de trabalho e, como os progressistas, está acompanhando o desempenho de Garcia neste show de boxe verbal que tem tido com seu, igualmente, desafeto Merisio. Ambos do Sul, agem juntos.

Estratégia

As manifestações de apoio que o ex-conselheiro tem dado ao deputado Milton Hobus tem a lógica de inflar seu ego. É que o líder da bancada do PSD sempre sonhou com a majoritária e Garcia sabe disso. Apertou o botão de seu novo torpedo.

Onde

Os ulyssistas do Oeste têm sentido forte abalo na candidatura de Mauro Mariani ao governo. Distante há mais de 90 dias do debate, sua última manifestação foi em direção a Udo Döhler, mostrando como um quadro fora das bandeiras.

Comparação

Udo Döhler está para Mauro Mariani assim como Gelson Merisio para Júlio Garcia. Eles, sendo da mesma casamata, têm patrocinado sangria hemorrágica aos seus parceiros. Se o joinvillense é da Arena, o manezinho da ilha emedebista.

Sombra

Marcos Vieira assiste ao cenário com a tranquilidade que marca suas investidas. Como Bauer está com boa parte da asa danificada, aposta nos enfrentamentos conhecidos tirando seus dividendos. Quem está no ringue, sabe, não é ele.

Próximo

Depois de conhecer o que passa na cabeça do pai, desafetos vão influir no filho para que, Paulinho Bornhausen, agora, tenha os motivos para ir, aos poucos, se retirando do lado de Merisio. Vão contar com o apoio do ex-senador.

Amputação

O grupo sabe, e bem, que para tirar o ex-presidente da Alesc do jogo sucessório é preciso cortar seus apoios. Depois do dia final para troca de partido e desincompatibilizações, se deixarem ele atuar, abocanha e amplia.




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