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Transparência Criciúma

Clima de terror em Chapecó; Merisio não vai à filiação de Garcia; indefinição de Pinho Moreira e Jatir Balbinot no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
26/03/2018 08:58 - Atualizado em 26/03/2018 09:06

Olimpíada da agressão

O cenário de guerra que tomou conta de Chapecó e Oeste de SC com a presença de Lula da Silva, aponta vários episódios desrespeitosos que marcam os lados em luta. Não é possível esquecer que o ex-presidente tem capacidade impressionante de mobilizar tudo ao seu redor para fazer valer seu projeto de poder. Do mesmo modo seus opositores que, armados de ovos e foguetes, tem motivos de sobra para agir. A violência que marca as duas militâncias, são resultados da força política que o ex-metalúrgico mostra como ameaça eleitoral real. Não se tem conhecimento de quem ganhou no placar deste enfrentamento, mas se Geraldo Alckmin, com características de pacificador, atrair o eleitor indeciso para si, a diferença eleitoral pode ter características não conhecidas. Ainda.


O PDT quer fazer uma boa bancada estadual para 2018 em SC. Onde entra sua liderança?

O PDT de SC busca retomar o protagonismo com a conquista de espasmos de poder que outrora já ocupou. Nessa perspectiva, nossa missão é organizar o partido no Oeste, fortalecendo as lideranças municipais de modo orgânico e ideológico, para o crescimento natural que teremos a partir desse trabalho. Sou um soldado do partido e tenho o desejo de disputar o espaço para deputado estadual. Trago os ideais de justiça social, defendidos por Leonel Brizola. Esta é nossa luta.

Como você vê o cenário brasileiro e em SC?

Vejo um cenário que chama o eleitor a uma responsabilidade muito grande, exigindo distanciamento de paixões políticas e pseudo ideológicas que visam a divisão da sociedade brasileira. Exige, como nunca, que façamos a melhor escolha para o comando de nosso País.


Final

O episódio que envolveu os adeptos de Lula da Silva e Bolsonaro, foi o pior possível. Clima de total terror de ambos os lados onde prevaleceu um enfrentamento que vitimou pessoas e assustou todos. Chapecó perdeu em tudo.

Ofensa

Lula da Silva poderia ter respeitado as pessoas. A frase onde afirma que o cidadão deveria beijar seu pé pelo que fez em favor de Chapecó ou nação, foi infeliz e humilhante. Não tem poder para exigir o respeito que não oferece.

Patético

O presidente do PT de Chapecó, ofensivo e despreparado, foi o grande responsável pelas agressões destinadas ao grupo de apoiadores de Jair Bolsonaro. Mauro Postal fez o mesmo com Luciano Hang e, de graça, calou-se sem argumento perante o empresário.

Fato

A filiação de Júlio Garcia ganha SC afora por vários motivos políticos. Deles, a sua ousadia de entrar na sigla que conta com Gelson Merisio, o quadro a qual tem enfrentado para o jogo eleitoral. Seu sinal demonstrado agora é de direito.

Força

A presença da militância no evento apontou a força de reconhecimento em favor de sua liderança. Mais a questão do governador Colombo que pisou no palco deixando o abraço que marca as décadas de amizade e respeito.

Ausência

Com apenas a presença do deputado Gabriel Ribeiro, da bancada estadual, e do ex-prefeito Cezar Souza Júnior, que vai a federal pelo PSD, e o estadual Ricardo Guidi, ligado a Garcia, estavam no momento da festa. O restante ignorou.

Também

Gelson Merisio tinha compromisso em São Lourenço do Oeste e não se fez presente mesmo sendo presidente do partido. Garcia vai entender o gesto devido aos enfrentamentos demonstrado. Está em Colombo, agora, a pacificação final.

Abraçados

Para colocar Júlio Garcia e Gelson Merisio no mesmo quadrado, a tarefa cabe a Raimundo Colombo que, de modo subliminar, é o responsável pelo enfrentamento que ambos tem travado. Para chegar ao cachimbo, somente ele.

Motivado

Marcos Vieira reafirma que o PSDB é independente e que não há, nenhuma possibilidade, do partido ficar fora do pleito com cabeça de chapa. Mesmo com Paulo Bauer de cadeira de rodas baleado pelo Caixa 2, afirma que o senador se recupera.

Verdades

Desaparecido, Mauro Mariani está recluso e sem saber o rumo que deve tomar. Resta-lhe a majoritária porque, com a entrada definitiva de Carlos Chiodini na busca por Brasília, o presidente do MDB de SC tem apenas a majoritária.

Indefinição

Mariani já sabe que, com Chiodini buscando federal, resta sua posição para a cabeça ou Senado. O que assusta é as investidas de Pinho Moreira que, aguardando o cenário para decidir, vai seguir o plano de ver para crer. Dando certo, vai.

Fora

Eduardo Moreira tem responsabilidade na demonstração das intenções. O perigo que corre é, caso perceber-se inviabilizado de agregar, deixar o MDB na mão. Correr o risco de, só, sentir que corre o perigo de sair da vida pública por baixo.




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