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Élio Cella entra no jogo eleitoral; Júlio Garcia começa influenciar no Oeste e Tríplice Aliança ainda não está morta

Por: Marcos Schettini
31/03/2018 12:58 - Atualizado em 03/04/2018 10:26

Volta da Tríplice

Quem ainda acredita que a chamada super aliança criada por Luiz Henrique da Silveira pode continuar, vê na despedida de Raimundo Colombo em Lages, dia 07, a oportunidade para que ela seja efetivada em gesto do ainda governador. Ele deverá levar para o palanque de saída, os membros do seu governo e, entre eles, não somente o substituto, vice e amigo, Eduardo Moreira, como também o senador Dário Berger que, nesta coligação, foi eleito. O PSDB que disputou contra, mas depois entrou no governo, deverá estar presente. Se isso não ocorrer, ela de fato, afundou sem chances de ressurreição. A Tríplice é um sonho do MDB e do grupo liderado por Júlio Garcia. Se forem fortes como afirmam ser, é o momento para mostrar isso. A Tríplice ainda tem um sopro de vida. Se Merisio é o veneno, Garcia é o antídoto.



Melou

A candidatura de Zé Caramori, agora construída com o governador Colombo, pode sofrer a ameaça com a entrada de Élio Cella no processo eleitoral pelo PR. Tem o dedo de Eron Giordani.

Racha

É na conversa que Eron teve com o vice de Gigante Buligon, por quase duas horas em um ambiente de Chapecó, que Élio motivou-se a mergulhar no pleito. Vai sair casado com Júlio Garcia.

Rumo

A ida, seja para federal ou estadual, está sendo alinhavada por Eron a pedido de Garcia. O ex-conselheiro está construindo uma teia para chegar a Alesc e produzir sua volta à presidência da Casa.

Responsabilidade

Cabe ao governador Colombo intervir para que a região tenha apenas um nome com chances reais de ir para Brasília em 2019. Com Cella ameaçando Caramori, um deles fica em Chapecó.

Sombra

As movimentações em torno de Cella tem a rota contrária a Gelson Merisio. São os dedos de João Rodrigues e Júlio Garcia, com o consentimento de Jorginho Mello. Eron assina em nome deles.

Pressão

Gigante Buligon fica no governo e o movimento em torno de Cella é um sinal claro de divisão do grupo que sempre atuou unido. O efeito da prisão de JR é um agouro nos interesses de Merisio.

Relação

O empresariado não tem gostado de ver petistas no entorno da candidatura Merisio 2018. Não apenas um, mas vários já admitem que este gesto pode esfriar a relação do deputado com o PIB.

Calvário

A agonia de JR que, em Brasília, ainda não foi para a Câmara, tem sido sua dor. Com a voz preparada para mandar um recado eleitoral a SC, sua ressurreição passa pela Tribuna que diz fazer tremer quando assumir.

Exposição

O deputado não pensa em outra coisa, que é ir à Tribuna dizer o que está preso em sua garganta desde o dia e que foi detido para cumprir a pena. E vai dar o recado que pode mudar o rumo eleitoral.

Não

A saída de Fabiana Rodrigues do PSD foi um gesto pessoal da esposa de JR, sem que tenha consultado o deputado nesta atitude. Indignada, iria para o DEM mas, por hora, não vai seguir nenhum rumo. Vai aguardar os fatos.


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