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Sem JKB, Amin não chega; Mauro Mariani já pensa no Senado; Gigante Buligon firme com Merisio e Paulinho Bornhausen

Por: Marcos Schettini
03/04/2018 10:42 - Atualizado em 03/04/2018 10:44

Gigante Buligon segue a linha do raciocínio

Sua permanência no cargo de prefeito não é por acaso. O esposo de Lúcia Buligon sabe o que está fazendo porque a orientação que suas movimentações tem demonstrado, segue a discussão de seus parceiros de enfrentamento político junto aos adversários. Gigante fala com Merisio e Paulinho Bornhausen para se mexer dentro do debate sucessório de outubro. Se Júlio Garcia se move nas intenções contrárias em Chapecó, inclusive fortalecendo Élio Cella para divisor e fazê-lo disputar as eleições, quer corroer a coluna central nos mesmos moldes como fez com JR. O chefe do governo chapecoense está orientado. Em seu grupo de confiança, a tese é para dormir tranquilo que, a insônia forte da eleição, ainda não chegou.


Agentes

Nomes orientados pelo grupo de Júlio Garcia têm trabalhado para colocar dúvidas no PIB sobre a liderança de Gelson Merisio, justamente para enferrujar o projeto e desestimular apoio ao projeto.

Lógica

Como o setor econômico é contrário ao PT, afirmam que Merisio estaria em costura política construindo a ponte municipal para 2020 em favor de apoio pleno em 2018. Este sentimento é vivo no PIB

Outono

Mauro Mariani já estaria afirmando aos seus próximos o projeto de ir ao Senado, mas aguarda a confirmação de Pinho Moreira. Como este tem o guidão do Estado na mão, o deputado já sente o frio da sombra.

Cabeça

De posse de números convincentes que coloca sua liderança à mesa das composições majoritárias, Esperidião Amin já tem agenda política logo após conhecer os nomes da desincompatibilização.

Fria

As relações entre Amin e Jorge, reatadas com a chegada de JKB ao Senado e dele ao governo em 98, terminou quando Paulo Bornhausen ficou na estrada em 2002 e 2014. Daí em diante, não teve mais acordo.

Influência

Jorge Bornhausen não somente tem teia respeitável de sua liderança em vários pontos de SC, mas atua dentro do estratégico silêncio que marca sua discrição. Onde Amin e JKB dividiram rumos, quem perdeu foi o PP.

Lembrança

A derrota de Ângela Amin e Milton Sander para Paulo Afonso em 94 teve o dedo de JKB. Com ele em 98, Amin voltou. Em 2002, com o governo de Celestino Secco, Esperidião fez tudo para perder e quase ganhou.

Então

Depois de 2002, navegando nos melhores números, Amin perdeu todas as majoritárias, Estado e Florianópolis. Leia-se LHS, Dário Berger e Gean Loureiro. A tentativa César Souza Jr. e João Amin, fracassou.

Forte

A indiscutível força eleitoral de Esperidião só ganha altura majoritária quando JKB está misturado. Como seu DNA não chegou ao Senado, principalmente em 2002, Amin perdeu todas. Divisão perversa.

Artéria

A relação Paulinho Bornhausen e Gelson Merisio é sanguínea. Se JKB afirma que o presidente do PSD não tem apelo eleitoral, o filho é a hemácia desta mistura de intenções ao lado de 10 partidos.




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