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Partidos, Executivo, Legislativo e Judiciário rejeitados

Por: Marcos Schettini
17/11/2016 09:35 - Atualizado em 17/11/2016 09:40
(Foto: Divulgação/LÊ) (Foto: Divulgação/LÊ)

A cara da sociedade é de ódio, insatisfação e vergonha. As siglas, criadas a granel, são aprovadas dentro de um Congresso que, gastando bilhões, dança na cabeça do cidadão de bem. Cláusula de barreira ou extinção partidária? O que a sociedade deseja? Mais uma eleição se avizinha e, mesmo na gritaria geral, tudo como antes. Encharcada é a palavra que está escrita na testa de todos que não aceitam mais um Judiciário insensível e engessado, ganhando bem sem responder o que o cidadão precisa. O Executivo ignora os setores envolvidos e faz, à revelia, o que bem entende. Não é uma manifestação isolada já vista anteriormente, mas pedidos de revolução social que, falada abertamente nos grupos de redes sociais, cresce como fermento em bolo, alimentando a indignação geral, ganhando altura na população que, sem suportar, está cheia de tudo. Socorro.

Limpeza

Depois do episódio com a Polícia Federal atuando em Chapecó, abriu-se um debate de que, como no país, a sociedade quer, de fato, a transparência total dos serviços públicos. Não admitem mais que o que é seu seja abusado.

Transparência

O MP teria que ter uma atuação mais exigente dos serviços públicos. Para se buscar uma informação sobre o uso do dinheiro público, em qualquer área, o cidadão não vai a fundo porque, os sites que deveriam facilitar, complicam.

Desistência

Pelas dificuldades que são para se conhecer determinado gasto ou investimento disso e daquilo, o cidadão não vai até onde deseja porque os sites dificultam completamente. Para se chegar a uma informação, é uma novela.

Qual?

Se o objetivo da chamada transparência é para facilitar a vida do cidadão que quer saber onde seus recursos estão sendo aplicados, por que para se achar uma informação que deveria ser fácil, é tão complicado? Abrem-se sites e não se encontra o que se quer.

Teste

Desafia-se, quem quer que seja, para entrar em um site dos governos federal e estadual para se conhecer investimentos nas áreas de saúde sem que, este, não desista da missão. Conforme vai mergulhando na resposta, mais ela foge.

Abuso

Desembargadores com vencimentos de 200 mil reais mês, sem que se tenha um critério para o teto, é um escândalo para um trabalhador que, assalariado, não tem recursos para honrar seus compromissos mensais. Os valores estão trocados.

Pior

O Judiciário é o setor que cobra mas que, igualmente, não ajuda a sociedade a ter e ver, nele, o parceiro ideais de suas justas reivindicações. Juízes ganham muito, mas a demora das ações que, às vezes por décadas, não tem a solução.

Cruel

O que deveria ser decidido em poucos meses, demora-se décadas. Está tudo errado. No Congresso os abusos, no Executivo as festas, no Judiciário a demora. O ladrão é armado, o cidadão não. Ele mata e é solto por fiança. Pagando-se, pode-se errar.

Manifestações

Não há um só dia em que as redes sociais deixam recados de tudo contra todos. As autoridades não escutam o que os cidadãos têm a falar e continuam abusando da sua paciência. Sem saber o que é, pedem, inclusive a revolução.

Exemplo

Pedindo que a guilhotina volte afiada, pedem que cabeças rolem país afora. É a sociedade não suportando mais desmandos, abusos, covardias com o que é sua realidade. Senadores e deputados custando muitos milhões por ano.

Correto

Julmir Cecon é um ferrenho defensor de que, o Congresso pode simplesmente funcionar com a metade da representação. As duas Casas, como se apresenta, é enfadonha, caríssima e não dá o resultado esperado à sociedade.

Então

Esperar somente pelo cidadão sair às ruas e pedir mudanças que deseja, é um erro. O grito deve sair de todas as gargantas. Empresários, trabalhadores e suas representações classistas, ONGs, estudantes, parar total. Insuportável.




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